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Detalhes de tênis puma bravery azul

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Desenvolvido para treinos, o Tênis Puma Bravery é confeccionado em material têxtil leve e resistente, que facilita a movimentação do atleta. O solado conta com a tecnologia EverTrack, que proporciona mais durabilidade nas áreas de maior desgaste. Além disso, apresenta a tecnologia EcoOrtholite, onde a palmilha desenvolvida de forma ecologicamente correta, oferece amortecimento superior, conforto, respirabilidade e durabilidade. Seu design moderno é composto pela cor azul predominante, detalhes em branco e laranja, além do símbolo da marca bordado no calcanhar e parte frontal.

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Tecnologia: EverTrack e EcoOrtholite Cabedal (Parte Superior Externa): Confeccionado em material têxtil e detalhes em material sintético Solado: Borracha Palmilha: EVA  Forro: Revestimento interno com acolchoamento no calcanhar para proteção e conforto Lingueta: Macia e acolchoada Fechamento: Cadarço Peso aproximado: 465g o par 39*

*O peso do produto varia de acordo com a numeração

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analíse histórica

A palavra empreendedor (entrepreneur) surgiu na França por volta dos séculos XVII e XVIII, com o objetivo de designar aquelas pessoas ousadas que estimulavam o progresso econômico, mediante novas e melhores formas de agir. Entretanto, foi o economista francês Jean-Baptiste Say que, no início do século XIX, conceituou o empreendedor como o indivíduo capaz de mover recursos econômicos de uma área de baixa para outra de maior produtividade e retorno. Mais tarde, o austríaco Joseph Schumpeter, um dos mais importantes economistas do século XX quem definiria esse indivíduo como o que reforma ou revoluciona o processo “criativo-destrutivo” do capitalismo, por meio do desenvolvimento de nova tecnologia ou do aprimoramento de uma antiga – o real papel da inovação. Esses indivíduos são os agentes de mudança na economia. Posteriormente, Peter Ferdinand Drucker, considerado “o pai da administração moderna”, é quem amplia a definição proposta por Jean-Baptiste Say, descrevendo os empreendedores como aqueles que aproveitam as oportunidades para criar as mudanças. Os empreendedores não devem se limitar aos seus próprios talentos pessoais e intelectuais para levar a cabo o ato de empreender, mas mobilizar recursos externos, valorizando a interdisciplinaridade do conhecimento e da experiência, para alcançar seus objetivos. O conceito de empreendedorismo está também muito relacionado aos pioneiros da alta tecnologia do Vale do Silício, na Califórnia. Ainda nos EUA, o Babson College tornou-se um dos mais importantes polos de dinamização do espírito empreendedor com enfoque no ensino de empreendedorismo na graduação e pós-graduação, com base na valorização da oportunidade e da superação de obstáculos, conectando teoria com a prática, introduzindo a educação para o empreendedorismo por meio do currículo e das atividades extracurriculares. É notória a atual ênfase dada ao empreendedorismo e a inovação como temas centrais nas melhores Universidades Norte-Americanas. No século XVII os primeiros indícios de relação entre assumir riscos e empreendedorismo ocorreram nessa época, em que o empreendedor estabelecia um acordo contratual com o governo para realizar algum serviço ou fornecer produtos. Richard Cantillon, importante escritor e economista do século XVII, é considerado por muitos como um dos criadores do termo empreendedorismo, tendo sido um dos primeiros a diferenciar o empreendedor (aquele que assume riscos), do capitalista (aquele que fornecia o capital). Já no século XVIII o capitalista e o empreendedor foram finalmente diferenciados, provavelmente devido ao início da industrialização que ocorria no mundo, por meio da Revolução Industrial. No final do século XIX e início do século XX, os empreendedores foram frequentemente confundidos com os administradores (o que ocorre até os dias atuais), sendo analisados meramente de um ponto de vista econômico, como aqueles que organizam a empresa, pagam empregados, planejam, dirigem e controlam as ações desenvolvidas na organização, mas sempre a serviço do capitalista. A palavra empreendedor (entrepreneur) surgiu na França por volta dos séculos XVII e XVIII, com o objetivo de designar aquelas pessoas ousadas que estimulavam o progresso econômico, mediante novas e melhores formas de agir. Entretanto, foi o economista francês Jean-Baptiste Say que, no início do século XIX, conceituou o empreendedor como o indivíduo capaz de mover recursos econômicos de uma área de baixa para outra de maior produtividade e retorno. Mais tarde, o austríaco Joseph Schumpeter, um dos mais importantes economistas do século XX quem definiria esse indivíduo como o que reforma ou revoluciona o processo “criativo-destrutivo” do capitalismo, por meio do desenvolvimento de nova tecnologia ou do aprimoramento de uma antiga – o real papel da inovação. Esses indivíduos são os agentes de mudança na economia. Posteriormente, Peter Ferdinand Drucker, considerado “o pai da administração moderna”, é quem amplia a definição proposta por Jean-Baptiste Say, descrevendo os empreendedores como aqueles que aproveitam as oportunidades para criar as mudanças. Os empreendedores não devem se limitar aos seus próprios talentos pessoais e intelectuais para levar a cabo o ato de empreender, mas mobilizar recursos externos, valorizando a interdisciplinaridade do conhecimento e da experiência, para alcançar seus objetivos. O conceito de empreendedorismo está também muito relacionado aos pioneiros da alta tecnologia do Vale do Silício, na Califórnia. Ainda nos EUA, o Babson College tornou-se um dos mais importantes polos de dinamização do espírito empreendedor com enfoque no ensino de empreendedorismo na graduação e pós-graduação, com base na valorização da oportunidade e da superação de obstáculos, conectando teoria com a prática, introduzindo a educação para o empreendedorismo por meio do currículo e das atividades extracurriculares. É notória a atual ênfase dada ao empreendedorismo e a inovação como temas centrais nas melhores Universidades Norte-Americanas. No século XVII os primeiros indícios de relação entre assumir riscos e empreendedorismo ocorreram nessa época, em que o empreendedor estabelecia um acordo contratual com o governo para realizar algum serviço ou fornecer produtos. Richard Cantillon, importante escritor e economista do século XVII, é considerado por muitos como um dos criadores do termo empreendedorismo, tendo sido um dos primeiros a diferenciar o empreendedor (aquele que assume riscos), do capitalista (aquele que fornecia o capital). Já no século XVIII o capitalista e o empreendedor foram finalmente diferenciados, provavelmente devido ao início da industrialização que ocorria no mundo, por meio da Revolução Industrial. No final do século XIX e início do século XX, os empreendedores foram frequentemente confundidos com os administradores (o que ocorre até os dias atuais), sendo analisados meramente de um ponto de vista econômico, como aqueles que organizam a empresa, pagam empregados, planejam, dirigem e controlam as ações desenvolvidas na organização, mas sempre a serviço do capitalista.




marketing: uma estratégia de mercado

Quem se destaca no mercado, quem vende bem, quem chama a atenção, com certeza tem um bom marketing. Mas, o que é essa prática, teoria ou conceito que “anda” na boca e na cabeça de muita gente? Ao longo dos anos, esse conceito veio sendo discutido e analisado com o objetivo de atender, cada vez mais, as necessidades do mercado. Desde a era da Revolução Industrial iniciada na Inglaterra em meados no século XVIII, o capitalismo tornou-se vigente e a preocupação em produzir e vender mais e com lucratividade resultou na idéia de implantação de técnicas aplicadas em todos os sistemas políticos e em muitos aspectos da vida.     Após passado quatro séculos, as mudanças na forma de comunicação modificaram muito e continuam em processo de transformação, principalmente quando refere-se a democratização dos meios, como a Internet. Os neologismos também aparecem como num piscar de olhos, capazes de fazer com que uma infinidade de adeptos a essa nova era sintam a necessidade de um emaranhado de informações. Por falar em neologismo, cabe ressaltar, aqui, a web marketing, que vem revolucionando tanto a logística como a oferta de produtos.   Será que anúncios ainda vendem? Essa pergunta ainda ronda pensamentos de empresas que sentem a necessidade de divulgar, mas têm receios da forma a ser aplicada essa propaganda, para que possa ou não atingir o público-alvo. É por esse motivo que o Marketing sempre enfrenta novos desafios. Quando falamos, por exemplo, de orçamentos cada vez mais pulverizados entre as mídias tradicionais, há um choque de tecnologias com os novos meios de comunicação (Web, Móbile, etc.).     Os profissionais ligados ao Marketing e à tecnologia precisam investir em conhecimento e manter sempre atualizados, porém, como se encontram mergulhados nessas demandas, eles mal têm tempo de acompanhar os novos desenvolvimentos em suas áreas de atuação. A área do Marketing vem crescendo em velocidades impressionantes. As campanhas publicitárias, hoje, estão mensuráveis e dirigidas não pela empresa, mas pelo relacionamento com o cliente. As empresas agora sim precisam fazer uma ponte entre o Marketing e a Tecnologia, pois, só então, caminhando juntas, podem fazer qualquer negócio ir pra frente.  Redação Portal Educação 

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.




Direitos sobre 'Mein Kampf' expiram e manifesto de Hitler será publicado na Alemanha

Livro poderá ser comprado no país pela primeira vez em 70 anos; objetivo de versão com anotações é mostrar que texto é 'incoerente e ruim'.




magazine luiza é o primeiro comércio eletrônico do brasil com leitura em libras!

Gente, tô tão feliz e ao mesmo tempo muito orgulhosa, viu? Afinal, eu adoro tecnologias inclusivas que ajudam e oferecem acesso às pessoas. Olha só essa supernovidade que eu tenho pra contar!

Agora, o site do Magazine Luiza está ainda mais acessível! É que nesta semana nós incluímos em nosso portal um assistente de tradução para Libras, a Língua Brasileira de Sinais, pra auxiliar deficientes auditivos a fazer suas compras. E tem um detalhe: nós somos o primeiro comércio eletrônico a oferecer esse serviço, viu? Lá no rodapé do site do Magazine Luiza você vai ver que tem um botão com o desenho de duas mãozinhas pra liberar a leitura em libras. Quando a pessoa precisar de auxilio pra entender um texto, o nosso intérprete virtual, que se chama Hugo, estará lá a postos pra ajudar!

  Só pra você ter uma ideia, de acordo com o IBGE, quase 10 milhões de brasileiros têm deficiência auditiva. A maioria, inclusive, tem dificuldade em compreender o conteúdo escrito e, por isso, depende exclusivamente de Libras para se comunicar e obter informação, sabe? E com essa solução, os textos em português do site ficaram acessíveis para esse público. Muito legal, não é mesmo? Mas não é só isso, não! O nosso site também conta com um assistente pra ajudar internautas com dificuldades motoras.

  Para nossa diretora de Marketing Multiacanal, Ilca Sierra, democratizar o consumo é uma das missões do Magazine Luiza. Olha só o que ela falou: “Levar o que é privilégio de poucos ao acesso de muitos, democratizando produtos ou serviços é o propósito maior da marca. Esta ferramenta permite, portanto, estreitar nosso relacionamento com uma parcela muito importante dos consumidores”. Olha que bacana: esse aplicativo que permite a leitura por Libras no site do Magazine Luiza é fruto de parceria com a Hand Talk, uma plataforma considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o melhor aplicativo social do mundo. Show, né? E se você quiser conhecer melhor, a Hand Talk também possui um aplicativo gratuito disponível pra download em smartphones e tablets, tá? Pra baixar é só acessar aqui: www.handtalk.me/download

Ah, e este não é o único recurso inclusivo do Magazine Luiza não, viu? O site conta também com um link para o download gratuito de um app de tecnologia assistiva pra auxiliar pessoas com deficiência ou dificuldades motoras. Ele ajuda principalmente pessoas com problemas pra digitar, mover o mouse ou ler. Mas clica aqui nesse link que eu te explico melhor: //especiais..br/acessibilidade E aí, me conta, o que você achou da nossa iniciativa? Conhece algum deficiente auditivo que poderia se beneficiar com o nosso serviço? Comente aqui com a gente e compartilhe a novidade com os seus amigos nas redes sociais!


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