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Detalhes de short de laise

Short de laise branco, Carina Duek. Possui cós elástico, bolsos frontais e fendas laterais.

A estilista Carina Duek é uma eterna apaixonada pelos anos 60, 70 e 80. Em sua coleção Primavera- Verão 2016, ela dá continuidade ao perfume vintage impresso em seu DNA. A estética setentista surge através do look boêmio, traduzindo o New Boho. Carina ainda buscou referências no universo moderno dos anos 80 com as calças clochard e ilhoses do punk rock, injetando ousadia e personalidade. A efervescência cultural vibrante destes períodos se reflete nas criações repletas de frescor e suavidade para a mulher contemporânea.

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conceito de cliente

O objetivo de uma organização, seja ela pública ou privada sempre é antes e acima de tudo, procurar a satisfação de seus clientes que é em última análise a razão da sua existência. Entretanto, é preciso compreender que existem dois tipos distintos de clientes: interno e externo.Cliente Interno Basicamente o cliente interno é considerado aquele que se encontra dentro da empresa, ou seja, o empregado que é responsável em todos os níveis em interagir com os clientes externos.Cliente Externo Já clientes externos são aqueles que “pagam, que é influenciado ou se beneficia de algum produto ou serviço da empresa. Ele não faz parte da organização, eles podem ser os fornecedores ou consumidores dos seus produtos e serviços. Executivos de algumas empresas acreditam na falácia de que o cliente interno é menos importante que o externo. As análises organizacionais e de mercado tem demonstrado justamente o contrário. Os estudos têm mostrado que embora o cliente externo seja o alvo, o cliente interno é o instrumento para que o alvo seja plenamente atingido. Para todas as empresas o cliente deve vir em primeiro lugar, pois o cliente é a fonte de sobrevivência de qualquer empresa. Por esse motivo é que as empresas a cada dia que passam tentam conhecer melhor o seu cliente alvo, o que o cliente espera da empresa, de seus produtos e/ou serviços.




gratificadores x motivadores

Quero começar falando desse assunto lembrando Bob Nelson, conhecido mundialmente como uma das maiores autoridades em energização, inspiração e motivação para o trabalho, Bob Nelson é autor de 18 títulos sobre negócios e treinamento profissional e já vendeu quase dois milhões de livros, seu mais novo livro é “1001 Maneiras de Recompensar Funcionários”. Ele disse que “Não se obtém o melhor esforço dos outros não por acender uma fogueira sob seus pés, mas por atear um incêndio dentro deles”.

Temos que ter um cuidado muito especial com a palavra recompensa. Não entenda recompensa como premiações, promoções ou bônus. Não que esses itens não façam parte da recompensa, mas não é só isso. Existem recompensas menos “caras”, aliás, “bem baratas” e que tem um grande impacto no liderado. O elogio, o reconhecimento (se possível em público), enfim algo estimulante e motivacional.

Atualmente muitas organizações já perceberam isso e tem uma política motivacional, como exemplo: “Funcionário do Mês”, “Projeto Modelo” ou “O Campeão de Vendas”.

O retorno desse tipo de recompensa é simples de se perceber e ser medido, pois traz um significativo aumento de produtividade e conseqüentemente de lucro para organização.

O ato que gerou a recompensa acontece de novo e várias vezes, inclusive melhor do que da primeira vez que ocorreu. Agora, quando o fato que poderia gerar a recompensa é passado “em branco”, e não ocorre nenhum estímulo ou no mínimo uma parabenização, dificilmente o ato se repetirá.

Indo um pouco além e fazendo uma triste constatação, quando o ato gera uma punição, pode ter certeza que haverá a tendência do ato cessar, exceto se ocorrer pressões hierárquicas ou econômicas, mas por proatividade do liderado, sabemos que o ato não ocorrerá mais.

Mas essas afirmações geraram uma linha errônea de administradores no mercado. Os que julgam que punir e motivar são uma excelente e eficaz estratégia para aumentar a produtividade.




você sabe o que é economia colaborativa? conheça alguns apps que compraram a ideia!

Gente, hoje eu vou falar aqui no blog sobre algumas iniciativas muito bacanas voltadas para a economia colaborativa. Mas o que é isso, Lu? Vem comigo pra saber mais! Pra você entender um pouquinho melhor, a economia colaborativa reúne empresas e projetos que surgiram a partir de variações do compartilhamento de bens, serviços ou produtos de pessoa pra pessoa. Por exemplo, é uma forma de ajudarmos uns aos outros, por meio do consumo colaborativo, em que carros, roupas, alimentos, motos, moradia, informação, tecnologia, entre outros serviços, podem ser compartilhados. Pensando na importância desse tema, já que vivemos em dias tão difíceis economicamente falando, fiz uma listinha de apps incríveis, pra quem tem um serviço ou produto pra oferecer a você, que pode estar procurando exatamente por isso nesse momento! Vamos lá?  

Secretaria do Lar

  Olha que legal: este aplicativo, que está disponível para Android e iOS permite buscar e contratar diaristas sem a necessidade e os custos de uma agência. Você pode contratar uma diarista de forma segura e prática via app. Assim fica barato para quem contrata; e quem presta o serviço ganha mais. É possível buscar essas profissionais por região e sem nenhum custo. Ah, e as prestadoras de serviço cadastradas no aplicativo podem se capacitar por meio de cursos a distância e com a ajuda profissionais especializados em atividades domésticas! Vale lembrar que todos os profissionais são avaliados e indicados pra cada tipo de prestação de serviços a ser realizados, como também podem receber a solicitação de serviços sem sair de casa. Outra coisa, os próprios profissionais são quem definem o preço e a disponibilidade. Legal, né?    

Hospedagem: Airbnb

  Vai viajar? Tá sem grana pra gastar em hotel? Que tal alugar um quarto naquela mansão que você viu na Inglaterra? Ah, você quer ir pra praia? Também não tem erro – o Airbnb te ajuda a escolher a hospedagem perfeita e dentro do seu orçamento. Ele compara preços e lugares, pra você gastar menos no lugar mais bacana!    

Compartilhando objetos com o Tem Açúcar

  Lembra quando sua mãe te pedia pra ir na casa da vizinha pedir um pouquinho de açúcar emprestado? Pois é! Agora, já tem até plataforma pra isso! E se chama Tem Açúcar! Funciona exatamente do jeito antigo, mas com a tecnologia moderna: os usuários cadastrados podem pedir algo emprestado ou até doações de algo que estão precisando pra alguém da vizinhança. Se alguém perto estiver disposto a ajudar, pronto, é só combinar como será feita a entrega. Bacana, né? Ah, nada pode ser comercializado. Se for algo emprestado, tem que combinar direitinho quando ou como vai devolver, tá?    

Cabe na Mala

  O Cabe na Mala veio pra te ajudar. É um site de entregas colaborativas. Ou seja, você se cadastra e coloca o produto que está querendo comprar. Se alguém que estiver cadastrado na plataforma for viajar e topar comprar o produto pra você, prontinho, tudo resolvido.  O mais bacana é que o site tem um lista pra comparar os preços. Se por acaso aqui no Brasil estiver mais barato, ele avisa! Se você decidir comprar lá fora mesmo, faz o pagamento e combina com quem for trazer sua encomenda como a entrega será feita.    

Bla Bla Car

  Precisa viajar, mas tá achando as passagens de ônibus ou avião muito caras? Calma que tem jeito de deixar a viagem mais em conta! Gente, existe um app chamado Bla Bla Car em que as pessoas que vão viajar se cadastram dizendo pra onde vão e quantas pessoas cabem no carro. Demais, né? A pessoa informa qual o valor da viagem (que geralmente é só pra dividir o gasto com combustível e pedágios) e você viaja sem problema! Ah, e pode ficar tranquilo que os motoristas e passageiros são avaliados na plataforma. Adorei!    

Uma casinha diferente para seu cachorro

  A Dog Hero é uma empresa também brasileira que está transformando a casa de pessoas que gostam de cachorros em uma alternativa mais humanizada aos famosos hotéis de animais. “Um dos principais pontos em que os canis deixam a desejar é no atendimento às necessidades psicológicas do animal (carinho, afeto e brincadeiras) e isso ele recebe de sobra em nosso serviço. Nossos anfitriões são, de fato, apaixonados por cachorros”, explica Eduardo Baer, cofundador da empresa. Muitos bichinhos ficam estressados ou tristes quando os donos vão viajar. Por isso, deixar seu animalzinho hospedado em uma casa de família, com ambiente bem familiar, é uma ótima alternativa. Essa é a proposta da Dog Hero. Você escolhe uma família para abrigar seu pet, enquanto precisar ficar fora. Bacana, né?   E aí, me conta, o que você achou desses serviços de economia colaborativa?  




como são lançados novos produtos?

Novos produtos são lançados continuamente no mercado e as organizações que os lançam são muitas vezes consideradas como líderes, como referências para as demais, principalmente se esses novos produtos são acompanhados de inovações significativas. A Apple, por exemplo, é considerada uma empresa líder e inovadora no setor de tecnologias, cujos lançamentos de novos produtos são acompanhados com expectativa em todo o mundo. Um novo produto deve atender a uma demanda existente ou latente no mercado, assim como satisfazer critérios-chave financeiros, ser compatível com o ambiente e encaixar na estrutura de marketing da organização que o produz, caso contrário, conforme Las Casas (2008), este produto pode tornar-se um fracassado no mercado, o que não é nada bom para a organização, tanto em termos financeiros quanto em termos de imagem organizacional. As principais causas do fracasso de produtos, segundo Sandhusen (1988) apud Las Casas (2008), são: análise inadequada do mercado, tal como falhar em defini-lo e superestimar seu tamanho (45%); problemas ou defeito no produto (29%); falta de esforço de marketing, tal como posicionamento ineficaz, preço e estratégias de promoção fracas (25%); custos mais altos que o previsto (19%); e força ou reação da concorrência (17%).Como novos produtos, além do lançamento daqueles que não existiam no mercado antes do seu lançamento, Las Casas (2008, p. 271) diz que também podem ser considerados: -quando existem esforços de melhorar o produto existente e a versão melhorada substitui a anterior; -um produto novo para a empresa e não para o mercado; -uma nova linha de produtos ou um produto adicionado a uma linha de produtos existentes; -reposicionamento da marca. Para Las Casas (2008), o lançamento de novos produtos deve seguir as seis etapas abaixo descritas:Obtenção de ideias: Ideias para novos produtos são obtidas principalmente no mercado, por meio de pesquisas de marketing, e também por ideias surgidas dentro da organização, que devem ser estimuladas e armazenadas, quando for o caso, em um banco de ideias a ser utilizado. A criatividade é um importante fator nesse processo e deve ser estimulada continuamente, por meio de um ambiente propício para isso. Lawton e Parasuraman (1980) apud Las Casas (2008) destacam que a principal fonte de ideias para novos produtos industriais são fontes de caráter interno, além de pesquisa e desenvolvimento, e, no caso de bens de consumo, é a análise de produtos concorrentes. Caráter interno, além de pesquisa e desenvolvimento, é a segunda fonte de ideias para produtos de consumo.Seleção: Representa a etapa de escolher, dentre as ideias surgidas, aquela que se acredita que terá maior possibilidade de sucesso, ou seja, maior viabilidade. Conforme Las Casas (2008, p. 273), nesta etapa “[...] consideram-se aspectos tais como viabilidade de produção, custos e tecnologia envolvida, além de alguns aspectos legais, fiscais, entre outros [...]”.


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