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incrível! veja o smartphone flexível que dobra no punho

Já imaginou sair por aí com seu smartphone dobrado no punho como se fosse uma pulseira? Pois é, essa possibilidade já está bem próxima de acontecer, olha só essa novidade!

Gente, o smartphone dobrável foi mostrado durante o Nanping International Conventional Center, um evento que acontece em Chongqing, na China. O vídeo que mostra a novidade vem com a seguinte legenda: “Um celular com tela touch flexível de grafeno que pode ser dobrado no seu punho!” Ele opera com sistema operacional Android, mas as imagens não ficam tão bonitas como as que a gente vê nas telas Full HD, sabe? Mas já é um começo, né? Dá uma olhadinha no vídeo:

As informações sobre quem desenvolveu o produto ainda não foram confirmadas, mas existem dois nomes indicados, que são o da Moxi Technology e da Galapad, por causa dos trabalhos anteriores nessa área. Agora, cá entre nós, saber que smartphones totalmente dobráveis e flexíveis podem chegar às prateleiras em poucos anos é uma notícia ótima, não é verdade? E aí, o que você achou da novidade? Você usaria um smartphone no punho? Conta pra mim!!




o operador de cobrança

Atuar como operador de cobrança não é uma tarefa fácil. A profissão requer dedicação, conhecimento e serenidade para enfrentar situações desconfortáveis no momento em que procura o consumidor inadimplente. Então, o sucesso do operador de cobrança reside na capacidade que esse profissional tem em receber aquilo que está sendo solicitado, por meio de artifícios que envolvem desde uma boa oratória até planos de renegociação. É fundamental que o operador de cobrança passe para o consumidor inadimplente a ideia de urgência em relação aos pagamentos atrasados. Por isso, um tom de voz sério, firmeza, clareza na exposição dos argumentos e, principalmente, as implicações que o consumidor pode sofrer caso o nome dele passe a figurar nos Serviços de Proteção ao Crédito. A forma com que o operador irá abordar o cliente é de extrema importância. Se a abordagem for ríspida e deselegante, existe uma possibilidade do inadimplente se sentir ofendido, o que, provavelmente, irá comprometer o objetivo final do cobrador. Porém, a abordagem não pode ser amigável ou em tom de simpatia, já que esse tipo de comportamento não demonstra o sentido de urgência da cobrança. Assim, é necessário que o cobrador tenha uma atitude pautada na neutralidade e objetivo. É preciso que o operador consiga fazer uma leitura rápida do perfil do cliente para que possa adequar sua oratória àquele momento.




maneiras diferenciadas de contratação

A contratação de profissionais, na atualidade, ocorre de maneiras diferenciadas, muitas vezes, não contemplado o regime da CLT. Assim, é importante para o profissional de departamento de pessoal, ter conhecimento das demais formas possíveis de contratação. É possível descrever como outras formas de contratação: • O autônomo; • O estagiário; • O temporário; • O empregado doméstico; • O empregado rural; • O empregado avulso; • O empregado terceirizado. O autônomo A regulamentação da prestação de serviços realizados pelo autônomo se dá pelo Código Civil Brasileiro e não pela CLT ou alguma lei posterior relacionada ao Direito do Trabalho. A liberdade de contratação é o que caracteriza esse tipo de relação de trabalho. O profissional autônomo realiza seus serviços a qualquer pessoa, sem estar subordinado às normas de um empregador. É reconhecido que as únicas exigências do contratante em relação aos serviços direcionam-se ao cumprimento de prazos e qualidade dos serviços prestados. Caso alguma incoerência ocorra nesse âmbito, o caso poderá ser levado à Justiça Comum e não às Varas do Trabalho. Por medida de precaução, o contrato de prestação de serviços autônomos firmado com o profissional deve conter claramente a intenção das partes, visando evitar o ajuizamento de reclamação trabalhista. Em relação ao pagamento do profissional autônomo, a empresa irá contribuir à Previdência Social com valor igual a 20% do total do pagamento. E é imprescindível que este seja efetivado mediante recibo. O estagiário Entende-se por estagiário o estudante do ensino médio ou superior que busca aperfeiçoamento em contato com a parte prática do aprendizado, junto à empresa contratante. As atividades desempenhadas vinculam-se à área de seu estudo e a contratação se dá mediante a participação de três elementos fundamentais: • A empresa concedente • A empresa • A instituição de ensino A relação entre a instituição de ensino e a empresa será pactuada por meio de convênio firmado em contrato, no qual estarão estabelecidas as condições para a realização do estágio por parte do aluno. Destacam-se algumas condições: • Carga-horária mínima • Requisitos • Área de atuação • Localidade da realização do estágio • Atividades a serem desenvolvidas • Valor da Bolsa-auxílio




formação de competências - agregando valor com cha

Nos últimos anos, o tema competência entrou para a pauta das discussões acadêmicas e empresariais, associado a diferentes instâncias de compreensão: no nível da pessoa (a competência do indivíduo), das organizações (as core competences) e dos países (sistemas educacionais e formação de competências). Nessa vertente Eboli (2004) explica que, de modo simplificado, o entendimento de competência é resultante de três fatores básicos, que formam a sigla CHA: Conhecimentos: relacionam-se aos conceitos e técnicas (o saber fazer); Habilidades: representam aptidão e capacidade de realizar, relacionadas à experiência e ao aprimoramento progressivo (o poder fazer); Atitudes: apresentam a postura e o modo pelo qual as pessoas agem e procedem (o querer fazer). Na mesma vertente de Éboli, Dutra (2008), ampliando a visão de competências para além de um estoque de conhecimentos, habilidades e atitudes, chegando à entrega de valor mediante o uso consciente das competências. Para o autor, de pouco adianta ter as competências, haja vista que para a organização, o que realmente importa é o resultado oriundo da aplicação prática destas competências, agregando valor e contribuindo efetivamente para as vantagens competitivas da empresa. Uma maneira encontrada por Dutra (2008) para explicar a diferença entre “ter” o CHA, que significa conhecimentos, habilidades e atitudes, e agregar valor “através” (ênfase do autor) do CHA é diferenciar dificuldade e complexidade, em relação à execução de atividades. Uma tarefa difícil exige ter conhecimento, habilidades e tomar atitudes para resolvê-la. Já uma atividade complexa necessita uma grande capacidade de lidar com diversas variáveis, integrando seus componentes de CHA e tendo que articular novas soluções para as quais ele talvez não tivesse se programado. Essa maior aplicação cognitiva e foco na entrega de valor extrapolam o simples conceito de se acumular competências. Para cumprir tal papel, o desenvolvimento pessoal é de fundamental importância dentro das atividades de gestão de pessoas. Todavia, Eboli (2004) entende que, com a gestão do conhecimento é possível construir as competências críticas (aquelas que irão diferenciar a empresa estrategicamente). Para a autora, implantar um sistema de educação corporativa significa aumentar a inteligência da empresa através da implementação de um modelo de gestão de pessoas e da gestão do conhecimento. Ela sustenta que, para tanto, é essencial a criação de um ambiente e uma cultura empresarial cujos princípios e valores disseminados sejam propícios ao processo de aprendizagem ativa e contínua, que desperte nas pessoas a postura do autodesenvolvimento e favoreça a formação e a atuação de lideranças educadoras. Enquanto a gestão do conhecimento corresponde a um modelo gerencial adotado pela empresa, a aprendizagem organizacional pode ser considerada como uma das metodologias a ser aplicada. Seguindo este neologismo de Fleury (2001), as competências podem ser consideradas como a matéria-prima a ser beneficiada. A competência pode ser baseada em diferentes estâncias de compreensão: pessoal, que são as competências do indivíduo, organizacional ou essencial, também conhecida como core competences, e nacional, que são os sistemas educacionais e formação de redes de competências.


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