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Garrafão De água Tribe Fit 1.9 Lts Azul | Netshoes em Netshoes

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Descrição

Para um dia a dia mais prático e saudável, conte com o Garrafão de Água Tribe Fit 1.9 Lts para se manter sempre hidratado. Possui design moderno, além de ser leve e resistente.

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Garrafão De água Tribe Fit 1.9 Lts Azul | Netshoes

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Kit 100% Whey Gold Standard 2 Lbs - Optimum + Garrafão De água Tribe Fit 1.9 Lts | Netshoes

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Adquira o Kit 100% Whey Gold Standard 2 Lbs - Optimum + Garrafão de Água Tribe Fit 1.9 Lts e leve produtos de qualidade para dar um up no seu dia a dia e deixar a sua rotina de treinos mais prática.

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Garrafão De água Tribe Fit 1.9 Lts Pink | Netshoes

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Kit 100% Whey Gold Standard 2 Lbs - Optimum + Garrafão De água Tribe Fit 1.9 Lts

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Bolsa Térmica Zip Tribe Fit 5 Lts

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O seu dia a dia fica mais prático e saudável com a Bolsa Térmica Zip Tribe Fit 5 Lts. O acessório é a maneira mais fácil de transportar e conservar a temperatura de alimentos e bebidas.

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Bolsa Térmica Tribe Fit Fashion Caveira 6.5 Lts

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A Bolsa Térmica Tribe Fit Fashion Caveira 6.5 Lts é uma ótima aliada na busca por um estilo de vida mais saudável. Com ela, você transporta suas refeições, de forma prática e segura.

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Bolsa Térmica Tribe Fit Fashion 7.2 Lts

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Transporte alimentos e bebidas de maneira prática e segura com a Bolsa Térmica Tribe Fit Fashion 7.2 Lts. Além de resistente e compacta, preserva a temperatura por mais tempo.

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Kit 100% Whey Gold Standard 2 Lbs - Optimum + Bolsa Térmica Tribe Fit Gym 5 Lts

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Bolsa Térmica Tribe Fit Gym 5 Lts

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o trabalho humano e a dimensão lúdica-emocional do homem trabalhador-consumidor

o trabalho humano e a dimensão lúdica-emocional do homem trabalhador-consumidor

As exigências ultra-velozes e ultra-poderosas do mundo moderno, impõe estruturas sociais e tecnológicas mais complexas e mais dinâmicas. O modelo artesanal de alguns séculos atrás é parte de uma cultura saudosista. O que se vê hoje, predominantemente, é o homem moderno inserido numa grande rede de produção que se perde na complexidade tecnológica de suas criações. Ou seja, se torna extremamente difícil e complicado identificar onde cada um se situa na grande rede de criação e produção. Já não temos mais a visão do saudoso artesão que sabia onde começava o processo de criação e onde iria terminar a sua transformação. A lógica de criação moderna, empurra o indivíduo a funcionar no interior de um mundo sócio-técnico sem questionar a sua inserção criativa e produtiva. A ordem vigente é se adaptar a nova lógica concreta de integração mundial. Nesse sentido, não importa quem será emocionalmente o cliente: se velho ou moço, amigo ou inimigo, feliz ou infeliz, conhecido ou desconhecido, etc. O elo afetivo entre o criador e o usuário se perdeu. O que importa é a “qualidade” do produto para um usuário padrão (“normal”)  mundial. E esse padrão vem sendo definido pela ciência humana através de pesquisas (inclusive utilizando técnicas estatísticas) sobre a variabilidade do comportamento humano. Nesse sentido, a psicologia vem fornecendo instrumentos poderosos no processo de identificação das varáveis emocionais e sensoriais comuns. A insensibilidade diminui na mesma proporção que a racionalidade aumenta. O homem, nesse contexto, vem se tornando um acessório na concorrência entre mercados - onde o produto não é apenas coisa mas gente também! O essencial é a marca, o produto, a venda através do poder de persuasão dos mecanismos de propaganda. A satisfação do homem é pensada na medida em que o lucro se torna vantajoso e garantido: quanto mais melhor! A satisfação necessária se tornou uma satisfação planejada. E nesse planejamento se inclui os desejos programados e calculados. O produto é, principalmente, uma consequência de uma ciência imediatista-mercadológica. O homem é o meio e não o fim da realização da produção. O fim é o domínio do mercado. Ou seja, o domínio dos desejos e a canalização das preferências para um objeto do desejo criado para um fim utilitário e financeiro. 


A engenharia de produção, em sua dimensão pragmática e utilitária, se insere nessa rede como um elo de ligação entre a sociedade capitalista e a sociedade consumista. E o trabalhador inserido na dinâmica de produção serve a uma lógica de dominação sem perceber as consequências da sua subordinação. O trabalhador se aliena na medida que não reconhece o início e o fim do processo de criação como um todo. A perda de horizonte de sua inserção, o torna vulnerável e co-responsável pela produção sem os vínculos afetivos imprescindíveis dos saudosos artesões do passado. O bom cliente é aquele que se enquadra no padrão de comportamento consumidor; é aquele que une o seu desejo à marca, ao produto e a sua necessidade de satisfação. E o bom produtor é aquele que produz marcas e produtos de “qualidade” apenas utilitária. A relação ontológica entre homens que criam e que consomem se perde no valor dado ou projetado nos produtos e nas suas tecnologias. O bem maior se torna mercadoria transformada em dinheiro e poder político. E as relações de trocas entre seres humanos perdem o valor ontológico de doação e realização. A mercadoria vem separando e distanciando os homens em suas buscas existenciais do Outro no exercício com o outro ser humano. Os elos afetivos foram substituídos por elos intelectuais de interesses pragmáticos e funcionais. A vida emocional foi substituída pela vida intelectual. A essência perdeu o seu poder para a aparência. O poder de união do Amor ao próximo foi substituído pelo poder do desejo ardente da próxima persuasão, exploração e venda. A cadeia comercial e utilitária passou a ser o eixo valorativo onde a maioria gira, sofre e depende dela para sobreviver. E para tal precisa negar a mesma oportunidade (concorrência) de realização do outro semelhante: resultado disso é a exclusão! Nesse contexto, o homem que consome não é diferente do homem que produz. A cadeia de consumo-satisfação começa no interior da cadeia de produção-competição. É na transformação da matéria-prima em produto que se inicia o consumo propriamente dito. E a matéria-prima nada mais é do que os recursos naturais identificáveis como sendo o princípio do esforço humano em sua técnica transformadora e criadora encadeada. O trabalhador inserido num imenso processo de transformação, e muita das vezes muito distante do  primeiro elo de transformação, perde a noção de que sua atividade é uma das “n” transformações complexas da cadeia produtiva. Ao perder esse horizonte da origem, ele perde também a noção do que representa a sua atividade como parte de um complexo sistema produtivo de elos e processos encadeados. Nesse sentido, o valor que atribui ao seu trabalho é consequência da sua reduzida e confusa visão da totalidade. Em outras palavras, ele valoriza aquilo que consegue enxergar e entender. A medida que se distancia da visão da origem da cadeia criadora-ideológica-produtiva mais valor utilitário atribui a sua atividade próxima e consequentemente menos valor ético atribui ao seu trabalho interior também.  A visão da totalidade se perde quando a cadeia de produção-consumo-produção se expande e se subdivide infinitamente. Ele perde a visão de que a unidade é a totalidade, e vice-versa.


Nesse contexto, a perda de valor ético greco-cristão,  implica uma desvalorização emocional de seus esforços em busca da unidade do Bem Último: O Amor Cósmico. E assim, o homem moderno vive para trabalhar. E poucas vezes se dá conta de que o trabalho utilitário ganhou mais importância do que o valor emocional de seus esforços (ou trabalhos) essenciais (não-utilitários) na busca da origem de tudo: o Amor de Deus. A vida desse trabalhador é organizada segundo a ótica da produtividade, eficiência e satisfação planejada. A sua vida é parte de uma engrenagem de peças produtivas onde ele é apenas uma das peças produtivas-eficientes. O lúdico enfraquece em detrimento do fortalecimento do sentido de vida racional-real. O criador humano se desvaloriza em relação à criação de seus últimos bens: alienação (segundo Marx)! A perda de horizonte da cadeia produtiva tem como consequência uma alienação calculada e subordinada à liberdade negativa. O dinheiro que ganha, como resposta à adesão, reforça a sensação de poder um dia se libertar da pressão pela produtividade e eficiência. O consumo crescente lhe dá a sensação de que os obstáculos estão sendo retirados para a conquista da liberdade definitiva (ontológica-transcendental). Mas, nem de longe esse trabalhador percebe que ele está cada vez mais preso a uma ideia moderna de uma única natureza de liberdade (a concreta-social). A falta de tempo (energia) e recursos, aliado à necessidade de aumentar a sua satisfação com um novo poder de consumo e satisfação, não lhe permite refletir sobre o seu enraizamento e papel no mundo social. Nesse contexto, o homem moderno não percebe os limites que separam o reino da necessidade e o reino da liberdade. E K. Marx, chegou afirmar que era preciso resolver primeiro a questão da necessidade para depois se conquistar a liberdade. É uma tese!


Nesse sentido, a filosofia dos sábios da antiguidade pouco ou nada podem contribuir com suas revelações sobre duas naturezas de liberdade: a negativa e a positiva. O significado moderno de liberdade automaticamente se torna “entendido” pela cultura do trabalho-produção-consumo. A liberdade de trabalhar sem impedimentos sociais, ideológicos ou técnicos. A liberdade de produzir o produto sem restrição de ganho. A liberdade de consumir sem limites que impeça a sua satisfação. Essa lógica e visão ao se cristalizar inviabiliza um crescimento e expansão da consciência do indivíduo trabalhador-consumidor. Isto porque, segundo Aristóteles, essa liberdade não é ainda a liberdade mas uma particularidade da liberdade da pessoa humana. Uma segunda natureza de liberdade ( a da pessoa humana) é infelizmente desconhecida pela maioria trabalhadora e consumidora: a liberdade positiva (aristotélica). A natureza de liberdade positiva tem o poder de elevar a consciência humana a um grau de compreensão que lhe daria as condições para visualizar a sua inserção individual na imensa cadeia produtiva a qual pertence. Essa tal liberdade está fincada (segundo Aristóteles) na vontade de superação da própria natureza humana. Na medida que, o indivíduo não reconhece o poder de autosuperação da pessoa,em si mesmo, ele se confina na ideia do poder ideológico-psicológico: a dimensão lúdica-afetiva se torna oculta, desconhecida e ignorada. O reconhecimento dessa dimensão se dá, algumas vezes, nos momentos de crise emocional ou existencial. É quando o homem percebe que sua saúde (sua energia) escapa (diminui) de seu domínio ou autoregulação interna; quando a dor moral transborda a psique e somatiza no organismo; quando o corpo não responde mais a sua vontade.  Então, nesse instante, o homem se dá conta de seu grave erro: não ter aprendido a se conhecer antes das suas ideologias e de tudo mais!Prof. Dr. (da URCA) Bernardo Melgaço da Silva


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