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Turma disponível: 03/06/2015

Carga horária: 1 horas

Duração: 30 dias

Conteúdo do Curso

Apresentação Abertura Capítulo 1 Capítulo 2 Capítulo 3 Capítulo 4 Capítulo 5 Capítulo 6

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entrevistas - comunicação oral

Segundo Pimenta (2004), a entrevista é uma conversa face a face, metódica e estruturada, com objetivo de obter informações. Além desse objetivo, é possível também averiguar fatos, opiniões, sentimentos e atitudes do entrevistado. Suas formas de organização são: • Padronizadas – as perguntas são definidas anteriormente; • Despadronizadas – há uma linha de questionamento predefinida; • Painel – um candidato é entrevistado por várias pessoas ao mesmo tempo ou em sequência. Cada uma destas formas apresenta vantagens e desvantagens. A escolha dependerá dos objetivos e dos recursos humanos e materiais que você terá à disposição para sua realização. A entrevista como técnica de obtenção de informações tem como vantagens (PIMENTA, 2004): • Obtenção de dados que não são encontrados em fontes documentais, como no currículo, por exemplo, mas são importantes; • Flexibilidade: as perguntas podem ser repetidas ou esclarecidas no momento. Além disso, podem surgir novas questões a partir do que o entrevistado coloca; • Oportunidade de avaliar atitudes, reações e condutas do entrevistado; • Possibilita que se identifique o candidato que se enquadra no perfil esperado pela organização; por outro lado, o candidato pode avaliar se é a organização em que deseja trabalhar. Existem também algumas desvantagens (PIMENTA, 2004): • Investimento em tempo, deslocamento e preparo; • Falta de disponibilidade de tempo do entrevistado e a sua disponibilidade de fornecer as informações necessárias; • Dificuldades inerentes ao processo comunicativo: diferença de códigos e de linguagens, estado emocional. Como pudemos observar, diante do que foi colocado pelo autor existem algumas desvantagens, porém as vantagens em utilizar uma entrevista são bem maiores. Dedicar-se e preparar-se para uma entrevista pode trazer resultados muito proveitosos para o trabalho. Por isso, antes da entrevista planeje de acordo com o que é colocado abaixo: • Definir o objetivo; • Obter informações sobre o entrevistado: função, formação, experiência etc.; • Pesquisar sobre o assunto, para fazer perguntas melhor formuladas; • Marcar a entrevista com antecedência, com a certeza de que existe disponibilidade de local e horário; • Definir a abordagem e as questões propriamente ditas é fundamental. O envolvimento com a entrevista é um ponto que também traz melhores resultados, cria um ambiente agradável para facilitar a interação e estimula o entrevistado a ficar mais à vontade. Buscar a sensibilidade para perceber e envolver o outro cria um clima de confiança entre candidato e entrevistador. Porém, alguns cuidados também precisam ser tomados (PIMENTA 2004): • Contato inicial: informar ao entrevistado o objetivo e a relevância da entrevista; a forma como será feito o registro. • Formulação das perguntas: fazer uma por vez; comece pelas mais fáceis ou amenas e as que, provavelmente, o entrevistado se sentir tranquilo ao responder; evitar perguntas que sugiram respostas ou que possam ser respondidas com sim ou não. • Encerramento: agradecer a entrevista.




testes psicológicos: uma responsabilidade dos psicólogos

Neste último fim de semana fomos surpreendidos com uma matéria publicada na Revista Isto é, na qual se informava que um Procurador da República, Carlos Henrique Martins Lima entrou com uma ação civil pública na Justiça Federal pedindo a suspensão da comercialização e do uso dos testes no País. A iniciativa teve como ponto de partida o requerimento da advogada Livia Figueiredo, do Rio de Janeiro, que quer a fiscalização do Ministério da Saúde. “O pedido de suspensão da comercialização é um expediente que tem o objetivo final de levar o Ministério da Saúde a fazer a avaliação dos testes, como determina a lei”, explicou o procurador à Revista. A iniciativa do procurador, reivindica para o Ministério da Saúde a tarefa de fiscalizar a qualidade dos testes psicológicos. Ora, não sabe o Sr. Procurador que o Conselho Federal de Psicologia é uma autarquia do Estado que tem, pela Lei 5766, a função de fiscalizar, orientar e regulamentar a profissão de psicólogo? Por que deveria o Ministério da Saúde fiscalizar os testes e não também a profissão? Porque é o CFP o órgão designado pelo Estado para esta tarefa! Não sabe o Sr. Procurador que nem todos os testes psicológicos são utilizados com finalidade de tratamento e diagnóstico na área da saúde? Não sabe o Sr. Procurador que o Conselho Federal de Psicologia vem realizando a avaliação das condições de uso dos testes psicológicos, exatamente por entender que eles necessitavam de controle social de qualidade? Não conhece o Sr. Procurador a competência e a seriedade dos membros da Comissão de Avaliação dos Testes psicológicos que o Conselho Federal de Psicologia instituiu para realizar esta tarefa? Parece que o Sr. Procurador sabe muito pouco do que está fazendo. Não procurou o CFP para verificar a questão e, ao que parece, nem mesmo o Ministério da Saúde, que conhece o trabalho que o CFP realiza. Mas os psicólogos e o CFP sabem o que estão fazendo: tomaram nas mãos a responsabilidade de verificar a qualidade dos instrumentos que são utilizados pelos psicólogos na prestação de serviços à sociedade brasileira. Esta história demonstra a importância da iniciativa do Conselho Federal de Psicologia. Agora, podemos entrar neste “caso” como interlocutores e responsáveis por aquilo que se reivindica. Temos todas as respostas para oferecer à Justiça e ao Ministério da Saúde, se esse assim o desejar. As entidades da Psicologia e os psicólogos precisam ter em suas mãos tudo que se refere à Psicologia. Nada nos deve ser estranho. A qualidade dos serviços prestados à sociedade é a meta de todas as ações dos Conselhos de Psicologia e guiou a aprovação da resolução que instituiu a tarefa de revisão e avaliação das condições de uso dos testes psicológicos. Parabéns Conselho Federal de Psicologia! A medida foi acertada e agora esperamos que a interlocução com a Justiça possa esclarecer e informar sobre o trabalho realizado, permitindo que o Sr. Procurador se esclareça e possa compreender que os psicólogos almejam e trabalham para que a Psicologia esteja a serviço de todos e seja sempre oferecida como um serviço de qualidade.
Fonte://www.pol.org.br/publicacoes/materia.cfm?Id=69&Materia=344(Acesso em 14 de Fevereiro de 2007.)

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.




sped - a contabilidade digital

André Charone Tavares Lopes
Os historiadores remetem à pré-história, mais precisamente por volta de 8.000 A.C., as primeiras evidências de registros contábeis empíricos, feitos por meio de instrumentos primitivos como, por exemplo, fichas de barro que representavam as unidades componentes da riqueza destes homens pré-históricos. Torna-se claro que o controle e o registro do seu patrimônio é algo inerente não só às entidades empresariais, mas também à própria civilização humana, cuja evolução foi acompanhada pela contabilidade, a qual hoje se estabelece como ciência moderna. Obviamente, a contabilidade passou a utilizar-se de técnicas e ferramentas mais modernas com o passar dos tempos. Com a invenção do papel (papiro) no Egito antigo surgiram os primeiros registros contábeis manuscritos, os quais tornaram-se defasados com a invenção da mecanografia, esta, por sua vez, posteriormente deu lugar à informática. Hoje vivemos em um mundo dominado pela tecnologia da informação, fazendo com que o conhecimento possa ser transmitido de uma ponta do mundo à outra em questão de segundos. Assim, é natural que esse avanço tenha alcançado a contabilidade, buscando uma maior integração entre os registros contábeis e seus usuários, internos e externos. Nesse cenário, nasce o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), instituído pelo Decreto nº 6.022/07 como parte do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal (PAC 2007-2010), buscando, através da informatização, aproximar a relação entre contribuintes e fisco. Para se ter uma idéia da extensão deste projeto, basta perceber que trata-se de uma iniciativa integrada na três esferas do poder (municipal, estadual e federal), em parceria com mais de 20 instituições, entre públicas e privadas. O SPED, na sua forma atual, é basicamente divido em três partes: Escrituração Contábil Digital (ECD ou SPED Contábil), Escrituração Fiscal Digital (SPED Fiscal) e a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). A ECD, também conhecida por SPED Contábil, consiste essencialmente na transferência da escrituração tradicional (feita em papel) para a digital, extinguindo a necessidade de manutenção de espaços físicos muitas vezes dispendiosos para o arquivamento desta documentação. O escritório de contabilidade (ou o departamento contábil da empresa em questão) irá gerar através de seu sistema, que deverá estar atualizado e adequado ao processo de Escrituração Digital, um arquivo que será submetido ao Programa Validador e Assinador (PVA), fornecido pelo SPED e disponível para download no site da Receita Federal. A partir daí o arquivo será validado, assinado digitalmente pelos responsáveis e então será gerado um requerimento de autenticação dirigido à Junta Comercial de sua jurisdição. O SPED Fiscal, por sua vez, corresponde à substituição das escriturações de documentos fiscais tradicionais por um arquivo digital, no qual estarão contempladas ainda outras informações de interesse do Fisco, tais como registros de apuração de impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte. De modo semelhante ao SPED Contábil, o arquivo deverá ser submetido à importação e validação pelo PVA (Programa Validador e Assinador). A NF-e consiste na nota fiscal eletrônica, ou seja, na substituição do documento fiscal tradicional pelo seu equivalente digital, com validade jurídica garantida pela assinatura digital do remetente, simplificando as obrigações acessórias dos contribuintes e permitindo, ao mesmo tempo, o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pelo Fisco. A partir do mês de janeiro de 2009, 29.643 empresas deverão ser obrigadas a utilizar o SPED Fiscal, nos termos do Protocolo ICMS nº 77, de 18 de setembro de 2008. Por ora, apenas empresas de determinados setores e, em geral, de grande porte encontram-se na lista de obrigação divulgada pela Receita Federal no seu endereço eletrônico na internet. A expectativa, no entanto, é de que a obrigatoriedade alcance ainda outras empresas no futuro. Em termos gerais, apesar de todos os benefícios demagogicamente propagados aos sete ventos pelo Fisco, sabe-se que o principal objetivo da implantação do SPED é puramente diminuir as chances de sonegação e, conseqüentemente, aumentar a arrecadação. É benéfica e extremamente válida a iniciativa do governo em tentar diminuir a sonegação, mas isso nos levanta a certeza de que SE os nossos governantes utilizassem na prestação de serviços públicos metade do empenho e boa vontade que empregam em formas de aumentar a arrecadação, o Brasil teria condições de vida de fazer inveja a muitos países desenvolvidos! De qualquer forma, o SPED de fato trás vantagens para empresários e contabilistas, especialmente no tangente à praticidade e redução do montante de papel para ser armazenado. É, no final de tudo, mais um passo da contabilidade ao lado da evolução tecnológica, da contabilidade digital.
André Charone Tavares Lopes [email protected]

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.




motivação na empresa

A palavra motivação indica as causas ou motivos que produzem determinado comportamento, seja ele qual for.A motivação é a energia ou força que movimenta o comportamento e que tem três propriedades: • Direção; • Intensidade; • Permanência. A teoria sobre motivação pode ser dividida em dois grupos: 1. Teoria de Processo que busca explicar o funcionamento da motivação. Dentro desta há outros modelos que a compõem: Modelo do comportamento; Teoria da expectativa; Behaviorismo; Teoria da equidade;2. Teorias de Conteúdo que procuram argumentar sobre os fatores que influenciam o indivíduo. Também é composta por modelos e teorias: Teorias clássicas; Teorias das necessidades; Frustração; e Teoria dos dois fatores. O modelo do comportamento explica como os motivos determinam o comportamento (qualquer ação ou manifestação observável das competências e características individuais, como falar, pensar, escrever, decidir ou não fazer nada). Baseia-se em três hipóteses principais: Todo comportamento é motivado; Todo comportamento é orientado para a realização de algum objetivo; Todo comportamento procura realizar algum objetivo, podendo ser perturbado por conflitos, frustrações ou ansiedades. A teoria das expectativas propõe que as pessoas se esforcem para alcançar resultados ou recompensas que para elas são importantes ao mesmo tempo em que evitam os resultados indesejáveis. O valor percebido dos resultados depende da satisfação ou insatisfação associada a sua obtenção e representa o atrativo que vai desencadear o esforço inicial, pode ser classificado de três maneiras: • Resultados que produzem satisfação são recompensados e têm valor positivo (+1); • Resultados que produzem insatisfação são indesejados e têm valor negativo (-1); • Resultados aos quais as pessoas são indiferentes possuem valor neutro (0).


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