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o direito do trabalho

As relações no mundo do trabalho podem ser analisadas por diversos olhares. Por meio do Direito se reconhece dois tipos de relações: • Relações de trabalho; • Relações de Emprego. Relação de trabalho Refere-se às relações jurídicas que contemplam a prestação de serviços como uma obrigação a ser feita, um labor humano. Pode-se agregar nesse conjunto as relações de emprego, trabalho autônomo, trabalho eventual, trabalho avulso, estágio, contrato de aprendizagem, entre outros. Entendida como tendo um caráter mais genérico. Relação de emprego Direciona-se às relações jurídicas entre empregador e empregado, entre empresa e funcionário, por exemplo. É reconhecida como tendo um caráter específico. Essa relação, nos últimos anos, está inserida em uma série de normas, princípios e instâncias jurídicas, em decorrência do surgimento de uma das mais importantes esferas do Direito: o Direito do trabalho. As relações de trabalho não se configuram como relações de emprego, pois não estão cobertas pelo Direito do Trabalho, nem pela Justiça do trabalho. A CLT, em seu artigo 3.º determina: A partir dessa premissa surge o primeiro participante da relação jurídica. Porém, a quem a CLT denomina como sendo empregador? Conforme o artigo 2.º da CLT, Juridicamente, o empregado e o empregador são reconhecidos por uma maneira específica. O empregador Pode ser uma empresa individual ou coletiva, que se responsabiliza pelos riscos da atividade econômica que exerce, admite, assalaria e dirige a prestação de pessoal de serviços. A empresa Entendida como sendo a atividade do empresário. A lei inseriu o trabalhador nesse contexto, afirmando que a Individual é a pessoa física ou natural, que não se constitui como uma empresa e a Coletiva é de direito privado ou público. Assim, é a empresa que admite, ou seja, decide sobre as condições e a contratação do trabalhador e também é quem assalaria, remunera ou tem essa função. Além disso, é a empresa que dirige, que tem o poder de comando no contexto organizacional, com seus funcionários. O empregado Pode-se definir como sendo características que definem um empregado: • Qualidade de pessoa física; • Pessoalidade; • Habitualidade; • Remuneração; • Subordinação. • Qualidade de pessoa física Encontra-se sob a tutela do Direito do Trabalho, que busca sua proteção envolvendo diversos aspectos como a vida, saúde, integridade moral, etc. A pessoa jurídica não pode se beneficiar desses aspectos.




um elogio ao líder que "não sabe"

 

Se existiu alguma herança que Sócrates deixou para a humanidade, foi a chance desta se questionar sobre suas "verdades". Na Grécia Antiga, por exemplo, esse grande homem deixou sua marca mostrando que a única coisa que sabia era que nada podia saber e estimulava todas as pessoas a se questionarem sobre a incompletude de seus saberes. A ferramenta que Sócrates utilizava era simples, porém muito poderosa: a pergunta. Hoje, na Era da Globalização, apesar de vivenciarmos uma série de transformações que, segundo Gilles Lipovetsky, culminaram na quebra dos paradigmas engessados, dos ideais preconcebidos, das crenças utópicas, o ser humano continua sua busca irrefreável pelo controle da adversidade, pela busca de garantias e de respostas completas para apaziguar sua angústia frente ao inusitado. Para evitarmos essa cilada de acharmos que sabemos tudo, Jorge Forbes nos convida a sermos profissionais do incompleto, ou seja, profissionais incomodados que se permitem questionar sobre nossos saberes e refletirmos sobre novas soluções frente às adversidades apresentadas. Mesmo que tenhamos uma bagagem de conhecimento enorme, o autor deixa claro que devemos nos surpreender diante dos fenômenos da vida. Existe sempre algo que nunca será traduzido em palavras. Para o líder de hoje, a atitude não pode ser diferente, é preciso buscar outra posição subjetiva, diferente daquela representada pelo mestre que tudo sabe. A crença de que um líder é aquele que sustenta todas as respostas, deve ser substituída pela crença de que este só tem um saber sobre a realidade, o que podemos chamar de janela de realidade, e que este saber é caduco, não vai muito longe se não escutar outras realidades. É por isso que o líder tem uma equipe, para construir de forma criativa a soma das diversas janelas de realidades e criar um nexo que seja aplicável à situação adequada. Porém, a prática é muito diferente da teoria, pois o que enxergamos dentro das corporações são líderes, talvez tomados pela pressão do dia a dia e o medo frente a uma não solução, que não se permitem questionar as situações e acabam fornecendo e/ou demandando respostas automatizadas para tudo. Não importa o conteúdo da estratégia, mas sim que esta seja encontrada o mais rápido possível, para ontem, pois como o tempo é um luxo do mundo moderno, não temos tempo para refletir, apenas para executar. O problema aumenta quando percebemos que respostas rápidas não são mais solucionadoras de situações complexas, o que exige que passemos a questionar sobre a importância do uso do tempo para questionarmos, refletirmos, criarmos, planejarmos e executarmos nosso trabalho com efetividade. De acordo com Walter Longo, em seu livro "O marketing na era do nexo", é preciso desacelerar para se conectar com as coisas que desenvolvem nexo em um projeto e o mantra que sempre devemos carregar é o da palavra: Por quê? Talvez seja preciso mostrar de forma efetiva os ganhos que um líder atinge quando não tem todas as respostas, mas possui os questionamentos mais elaborados. Diante disso, segue algumas vantagens sobre o ato de questionar:




um novo século com uma visão distorcida da ética profissional

Um Brasil para Inglês ver? Até quando vamos dar o nosso jeitinho, ou melhor, quando é que vamos crescer na formação de pessoas? O que é Ética Profissional? Em poucas linhas vou descrever brevemente o que engloba essa qualificação cada vez mais rara em um mercado que se tornou competitivo.

Alguns valores que norteiam a Ética Profissional são: Honestidade, Competência, Compreensão, Sigilo, Prudência, Humildade e Responsabilidade. São valores que zelam pelo bem estar de uma equipe de trabalho. Em um ambiente de trabalho, ser honesto significa agir corretamente e com clareza. Não ocultar erros, não mentir, levantar questões e debates produtivos nas reuniões para poder entender e participar de decisões importantes.

Honestidade é peça rara no cotidiano brasileiro. Vejamos a nossa política, as nossas ações, as ações das grandes corporações e a mídia. Quarto maior poder do Brasil. Competência se aprende com experiência, Compreensão e Sigilo se aprendem com a vida, Prudência e Humildade vêm de berço e Responsabilidade cria-se com o tempo.

Mas honestidade, ou você têm, ou vocês não têm. Vivemos em um cenário onde empresas recrutadoras de jovens estagiários os convidam para vagas camufladas de empresas incompetentes em manter seus funcionários ativos, com altíssima rotatividade.

Utilizam um estudante de Engenharia Elétrica para fazer ativo telefônico, não valorizam as profissões de vendas, desperdiçando talentos e muito dinheiro com estruturas nômades. Afinal de contas, qual profissão é valorizada no Brasil ? Lembrei-me, a de jogador de futebol.

Pois é, o poder nas mãos é realmente fascinante, pena que nada fazem. É como o empresário que não treina e prepara seus colaboradores com medo de uma futura concorrência. Não podemos cruzar os braços para essa política de crédito facilitado e endividamento do nosso governo. Vamos atrás da informação, vamos ver até onde vai esse conto de fadas da globalização no Brasil...




assuntos relevantes a compor uma reunião

Os assuntos relevantes são aqueles que norteiam o objetivo, ou seja, dentro de um objetivo poderá haver assuntos menores que poderão ser considerados, por exemplo: Em uma reunião sobre produtividade da equipe poderá ser debatido os recursos disponibilizados pela empresa para a valoração do individuo; o suporte da gerência aos funcionários, a queda nas vendas, etc. Assuntos que poderão representar a consequência do fato. Os assuntos relevantes deverão compor a pauta, que por sinal, deverá ser enxuta e objetiva. A melhor forma de garantir que os participantes da reunião conheçam os objetivos é comunicar-lhes com antecedência o ocorrido. A essência de uma pauta são os itens que devem ser postos em debate. Deve ser curta, simples e clara. Junte as informações relevantes, junte todas as informações relevantes, selecionando todos os itens que deverão ser discutidos com profundidade, se houver muitos assuntos a serem debatidos estipule o tempo limite para cada assunto. A pauta exige muita preparação, por isso, inicie com antecedência a prepará-la, ordenando os tópicos logicamente e agrupe os itens similares, isso evita que os assuntos se repitam. Depois de elaborada a base da pauta, distribua para os outros participantes para que a comentem e opine, esse procedimento irá auxiliar na listagem final dos assuntos e possibilitará reforçar o objetivo.


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