Calça para gestante regular fit acapulco - due jeans com melhor preço

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Detalhes de calça para gestante regular fit acapulco - due jeans

Calça Para Gestante - Due Vita - Regular Fit AcapulcoSua confecção é de alta qualidade, com modelagem moderna, esta calça se torna um item necessário para montar um look?s fashion a cada dia.

A Due Vita tem a prioridade de fornecer os melhores produtos de confecções para a linha de Moda Gestante, com a melhor relação custo benefício e peças que favorecem o conforto e estilo, nessa fase especial! Calça Para Gestante Regular Fit Acapulco, conforto e estilo, em uma peça que faz toda a diferença! Características do Produto:Composição:Dados não informados;Conteúdo da Embalagem:1 (uma) Calça;Não acompanha os demais acessórios da foto.Pode haver alterações de tonalidades de cor na imagem. Fotos Meramente Ilustrativas.

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a lei de responsabilidade fiscal

Denominada lei de responsabilidade fiscal, a Lei nº 101, de 4 de maio de 2000, tem como objetivo principal regulamentar a Constituição Federal no que se refere à tributação e ao orçamento. O capítulo dois dessa lei estabelece algumas regras para as finanças públicas, as quais devem ser observadas pelos governos federal, estadual e municipal. De um modo geral, a Lei de Responsabilidade Fiscal tem como característica maior a prescrição do artigo 163 da Constituição Federal, em vigor desde 1988, transcrita abaixo: A Lei complementar disporá sobre: I – Finanças públicas; II – dívida pública externa e interna, incluída a das autarquias, fundações e demais entidades controladas pelo poder público; III – concessão de garantias pelas entidades públicas; IV – emissão e resgate de títulos da dívida pública; V – fiscalização das instituições financeiras; VI – operações de câmbio realizadas por órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios; VII – compatibilização das funções das instituições oficiais de crédito da União, resguardadas as características e condições operacionais plenas das voltadas ao desenvolvimento regional. Ressalta-se, porém que a Lei de Responsabilidade Fiscal não veio para substituir, muito menos para revogar a Lei nº 4.320, que tem como objetivo apresentar normas para as finanças públicas, o que vem realizando desde 1964. Lembra-se ainda que a CF deva determinar a edição de nova lei complementar com o objetivo de substituir a Lei 4.320/64, mas não há previsão de até quando o Congresso Nacional finalizará os trabalhos relativos a esse projeto. Mas a Lei de Responsabilidade Fiscal vai, além disso, e atende ainda ao artigo 169 da Carta Magna, determinando alguns limites para as despesas de pessoal ativo e inativo da União, conforme a Lei Complementar. Com isso, ela revoga a Lei Complementar 96/1999, denominada Lei Camata II: refere-se o artigo 75 da Lei de Responsabilidade Fiscal, que atende ainda o artigo 165 da CF, conforme o inciso II, parágrafo 9º:“... Cabe à Lei Complementar estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da administração direta e indireta, bem como condições para a instituição e funcionamento de Fundos”. A LRF atende ainda a prescrição do artigo 250 da CF de 1988, a partir do seu artigo (LRF art. 68), conforme cita: “Com o objetivo de assegurar recursos para o pagamento dos benefícios concedidos pelo regime geral de previdência social, em adição aos recursos de sua arrecadação, a União poderá constituir fundo integrado por bens, direitos e ativos de qualquer natureza, mediante lei, que disporá sobre a natureza e administração desse fundo”.




atividades de controle interno

As atividades de controle são políticas e procedimentos implantados em toda a organização para reduzir o risco de divulgação financeira incorreta. Quando o nível de controle for mais elevado, às atividades de controle incluem o exame e a análise das operações efetuadas pela administração. As atividades de controle envolvem dois elementos básicos: - O projeto dos controles, que poderia incluir políticas estipulando o que deve ser feito, ou a descrição de atividades. - O funcionamento dos controles, ou seja, os procedimentos implantados em conformidade com o projeto dos controles. Os administradores e auditores devem determinar se o projeto de controle interno está adequado às necessidades da empresa, verificando se os processos estão funcionando eficazmente, pois há três processos que afetam a qualidade dos dados registrados no geral: processamento de transações; estimativas contábeis e lançamentos de ajuste e encerramento do diário. Existe um risco elevado, pois a fraude pode ser gerada por meio de lançamentos de ajustes, encerramento e outros lançamentos incomuns de diários. Assim os controles sobre essas áreas devem incluir: - Sustentação documentada para todos os lançamentos; - Referência a dados de apoio subjacentes, com uma bem desenvolvida documentação de auditoria; - Revisão pelo diretor financeiro ou pelo controlador; - Exames independentes, na medida do necessário, pela auditoria interna para determinar que todos os itens estão presentes e os lançamentos são apropriados. As provisões contábeis devem se basear nos processos e dados subjacentes para os quais haja comprovação que gerem estimativas. Os processos devem ser construídos baseados nesses processos para garantir dados precisos e reais.- Controle preventivo e comunicação: os controles preventivos se destinam a impedir a ocorrência de uma informação incorreta e devem ser enfatizados no projeto de processos. Para exemplificar, os controles de acesso impedem o lançamento não autorizado de transações no geral. Os controles de edição podem impedir que algumas transações impróprias sejam registradas. Os preventivos são geralmente os controles mais eficientes, em termos de custo, quando do projeto de processos. Entretanto, eles podem não gerar evidência documental de que os controles estão funcionando eficazmente. Por exemplo, um controle que impede o processamento de uma transação fictícia poderia não deixar evidência documental de que ele funcionou. Muitas empresas complementam os controles preventivos montando controles de detecção, que fornecem evidências de que o processamento tem sido capaz de impedir erros ou não. As operações de conciliação, por exemplo, fornecem evidência indireta do funcionamento de outros controles, como técnicas de monitoramento contínuo que mostram se transações que foram processadas não o deveriam ter sido.




construindo o plano de negócios

A construção do Plano de Negócios como vimos até agora começa pelo testar da ideia. Porém, na atividade em si, alguns cuidados deve-se ter para escrever o plano. Como se trata de um “guia”, o plano de negócios é ideal para projetos de empreendimentos que se quer lançar e mesmo existindo esse modelo elaborado, originalidade é bem aceita e demonstra a capacidade de inovar, mesmo na construção. Apenas cuidado com o extremo do modernismo. Jamais construa seu Plano baseado em documentos de outras empresas. Até pode consultar o que já foi feito, mas não copie. Cada negócio funciona às suas próprias características. Ao iniciar a construção, pense em quem lerá o seu Plano de Negócios. Falamos de investidores que buscam por empreendimentos rentáveis, mas outros públicos podem se interessar também. A atividade da construção do plano é morosa e detalhada, e isso tende a desanimar, reduzindo a qualidade final do documento. O tempo que se dedica à construção deve ser sistêmico e o suficiente para pesquisa e escrever de forma clara, coerente e objetiva. Outra dúvida da maioria dos empreendedores é sobre o tamanho do Plano, ou seja, quantas páginas deve ter o documento final. Não há uma padronização para isso. O ideal é o plano que tem em seu conteúdo o suficiente para entender a dimensão do empreendimento, suas características, o retorno esperado e como serão atingidos os objetivos propostos. Se levar 10 páginas, tudo bem. Se chegar a 100, também não há problemas nisso. Na parte financeira do Plano de Negócio, o empreendedor deve-se ater às projeções, para que sejam apresentadas como plausíveis e totalmente mensuráveis. Fica claro quando o empreendedor superestima sua proposta, ou quando subestima o potencial do empreendimento. Ser realista é o melhor, com “pés no chão”. O Sumário Executivo é um dos primeiros tópicos, porém aconselha-se ser o último a escrever, delineando um resumo de todo o documento. Escrever ao final permitirá ter uma dimensão reduzida dos aspectos mais relevantes do Plano de Negócios.




gestor de fidelização

A retenção tem como base a confiança com que o cliente recompensa a empresa por sua satisfação e, consequentemente, a empresa mantém um relacionamento em longo prazo. Quando esta confiança é rompida, ou seja, o cliente não encontra na empresa apoio às suas expectativas e necessidades, ele parte em busca de outra empresa que a supra. Isso quando não é seduzido pela concorrência por uma empresa com ofertas imperdíveis. Nesse caso, o cliente não obteve a satisfação almejada e buscará no concorrente uma possibilidade maior de atingi-la. O gestor de fidelização tem pela frente um grande desafio na missão de retenção dos clientes: torná-los cativos. Mas para fazer isso, é preciso estudar o comportamento do consumidor, o que faz com que ele vá embora e desista da empresa. Philip Kotler afirma: “A chave da retenção de clientes é a satisfação de clientes”. Satisfação traduz-se em expectativa do cliente x valor percebido e recebido em relação ao produto e/ou serviço que a empresa entrega. Se essa experiência do cliente não foi positiva, o resultado será a sua perda. O gestor, além de conhecer os indicadores, precisa estruturar muito bem uma equipe que vai tratar de reter seus clientes. A formação dos profissionais, bem como seu desenvolvimento ao longo da sua missão, é salutar para retenção de clientes. A empresa pode ter estratégias de retenção, oferecendo vantagens e benefícios aos clientes, mas, além disso, é preciso que o agente de retenção saiba comunicar-se, valorizando o relacionamento até aquele momento e desculpando-se dos motivos que fazem o cliente não querer continuar mais com a empresa. Reter cliente é reter um capital valioso, que proporciona retorno financeiro em longo prazo. As empresas cada vez mais percebem o valor que tem uma estratégia de retenção. Os investimentos na mídia para atrair novos clientes agora se dividem com investimentos em marketing de relacionamento com o cliente, o qual se baseia na premissa de que clientes que são fiéis precisam ser monitorados e acompanhados de forma a continuar a atender suas expectativas e necessidades. Segundo Kotler, “Os investimentos em marketing de relacionamento oferecem ótimo retorno com clientes que possuem horizontes longos de tempo e altos custos de mudança.” O valor de uma empresa é não só pela estrutura que oferece, pela tecnologia investida, mas, sobretudo, a sua base de clientes fiéis que a empresa possui. O gestor da retenção precisa estar claro em suas estratégias, pois segundo Kotler (ano): • A taxa de lucro por cliente tende a aumentar ao longo do tempo de permanência do cliente retido. • Conquistar novos clientes pode custar de cinco a sete vezes mais do que satisfazer e reter os já existentes. • Conforme o setor, uma redução de 5% no índice de perda de clientes pode aumentar os lucros de 25 a 80%. • As empresas perdem em média 10% de seus clientes a cada ano. A retenção se for bem gerenciada, conhece a visão do consumidor que utiliza seus produtos e/ou serviços. É de extrema importância que uma empresa mantenha contato com o cliente depois da retenção do serviço e/ou produto, uma vez que ele pode sentir que tem importância para a empresa. O fato de desejar o cliente só no momento da retenção pode ser um grande erro das empresas. Muitas empresas fazem isso, lembram-se de seus potenciais clientes quando estão em campanha para fechar suas metas a fim de que o mesmo as ajude. Esquecem-se de que elas é que deveriam se preocupar com o cliente, buscando saber se ele precisa de alguma ajuda e se está satisfeito com os produtos e/ou serviços. As empresas precisam saber que terão de atualizar constantemente qualquer produto e/ou serviço que possuem, para não perder os seus clientes atuais e para ganhar novos clientes com produtos inovadores que o mercado de hoje em dia incentiva e seduz. Uma empresa terá que estar a par das últimas tendências do mercado. Se realmente quer estar à frente, deve fazer um bom estudo do mercado e prever o que poderá ser uma nova tendência num curto mercado futuro.


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