Calça emma fiorezi bootcutcom lavagem clara com melhor preço

Vendido e entregue por Babyou

48% OFF
Ver o preço deste produto

Tempo restante para atualização de preço. Clique abaixo e obtenha maiores informações sobre o produto na loja Babyou!

Realize a compra deste produto com total segurança diretamente na loja Babyou.

Gostou? Compartilhe nas Redes Sociais!
Detalhes de calça emma fiorezi bootcutcom lavagem clara

Calça Jeans para Gestante - Emma Fiorezi - BootcutcomNessa fase especial, a mulher gosta de se sentir confortável, e ao mesmo tempo bem vestida.

A Calça Jeans Emma Fiorezi Azul Meio Cós Delave Detonado proporciona todo isso para a futura mamãe! Ela tem cós suplex, garantindo sempre o conforto, modelagem slim e lavagem super moderna!A Emma Fiorezi é presença marcante no universo de moda gestante. Um universo de alegrias e descobertas diárias, um período em que a mulher grávida precisa de conforto e todo um cuidado especial: Ela precisa sentir-se bem todos os dias de sua gravidez. A Calça Emma Fiorezi Lavagem Clara a peça essencial para as gestantes! Características do Produto:Composição: 66% Algodão / 32% Poliéster / 2% Elastano.Pode haver alterações de tonalidades de cor na imagem. Fotos Meramente Ilustrativas.

Não perca a oportunidade de comprar calça emma fiorezi bootcutcom lavagem clara pelo melhor preço!Compre agora diretamente na loja Babyou com toda segurança

Quero ir à lojaComprar este produto


crime de colarinho branco

A expressão “crime de colarinho branco” é uma tradução do inglês White-collar, e tem duas significações, a primeira é usada para denominar trabalhadores assalariados ou autônomos, que devido ao caráter de suas funções usam terno e gravata. A segunda significação, e talvez a mais conhecida, designa os crimes cometidos por pessoas com cargos de alto poder socioeconômico contra o sistema financeiro. Cunhada pelo criminologista Edwin Shuterland em 1949, a expressão crime de colarinho branco caracteriza diversos tipos de crimes, pessoas que ocupam cargos de confiança ou que tem acesso a informações confidenciais e privilegiadas se aproveitam de sua posição para realizar fraudes, subornos, peculato, crimes informáticos e contrafação. Aqui no Brasil, infelizmente, a ocorrência desses crimes é bastante comum, um dos casos mais famosos é do ex-presidente do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, Nicolau dos Santos Neto que foi acusado de desviar R$ 196,5 milhões da construção do fórum trabalhista e condenado a 9 anos por lavagem de dinheiro e em 5 anos por evasão de divisas, somando 14 anos de prisão. Assim como Nicolau, os autores desses crimes se utilizam de métodos de transação sofisticados e complexos que dificultam a investigação e apuração das ações. Porém, em 1998 foi criado o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), com a missão de prevenir a utilização dos setores econômicos para a lavagem de dinheiro e financiamento. A COAF opera a partir da lei nº 9.613 que “atribui às pessoas físicas e jurídicas de diversos setores econômico-financeiros maior responsabilidade na identificação de clientes e manutenção de registros de todas as operações e na comunicação de operações suspeitas, sujeitando-as ainda às penalidades administrativas pelo descumprimento das obrigações”.




formação e construção da marca

A construção de uma marca forte requer um cuidadoso planejamento e investimento em longo prazo. A maior habilidade dos profissionais de marketing é a sua capacidade de . Marcas de sucesso capturam a imaginação dos consumidores e da comunidade financeira.   O gerenciamento estratégico da marca envolve o desenvolvimento e implementação de atividades e programas de marketing para criar, avaliar e gerenciar marcas, a fim de maximizar seu valor. De acordo com Kotler (2007), o processo de gerenciamento estratégico da marca envolve quatro etapas principais: • Identificação e definição do posicionamento da marca; • Planejamento e implantação do marketing da marca; • Avaliação e interpretação do desempenho da marca; • Crescimento e sustentação do valor da marca. As marcas identificam a origem ou o fabricante de um produto e permitem que os consumidores atribuam a responsabilidade pelo produto a determinado fabricante ou distribuidor. Os consumidores podem avaliar produtos idênticos de forma diferente, dependendo de como a sua marca é estabelecida. À medida que a vida do consumidor se torna mais agitada, a capacidade que as marcas têm de simplificar a tomada de decisões e reduzir riscos é inevitável. As marcas podem sinalizar determinado nível de qualidade e dessa maneira consumidores satisfeitos podem facilmente optar novamente pelo produto. Para associar uma marca a uma causa social, é necessário primeiro fazer com que a marca se instale na mente dos consumidores. É uma entidade perceptiva que tem origem na realidade, mas reflete as percepções dos consumidores. A marca está totalmente relacionada a criar diferenças. Para colocar a marca em um ponto, é necessário ensinar os consumidores quem é o produto, batizando-o e utilizando outros elementos da marca que ajudem a identificá-los, bem como a que ele se presta e por que o consumidor deve se interessar por ele. Ter uma marca forte significa criar estruturas mentais e ajudar o consumidor a organizar seu conhecimento sobre produtos e serviços, de forma que torne a sua tomada de decisão mais esclarecida. Uma marca é a promessa que uma empresa faz de que seu produto ou serviço oferecerá um desempenho previsível. A promessa da marca é a visão da empresa do que a marca deve ser e realizar para os clientes. O verdadeiro valor e as perspectivas futuras de uma marca dependem dos consumidores, de seu conhecimento sobre ela e de sua provável resposta à atividade de marketing resultante desse seu conhecimento. Para Kotler (2007) as empresas constroem sua marca criando as estruturas corretas de conhecimento da marca com os consumidores. Pela perspectiva da administração de marketing, porém, existem três conjuntos principais de impulsionadores da marca: 1. As escolhas iniciais dos elementos ou identidades da marca; 2. O produto, o serviço que acompanha a marca e todas as atividades de marketing associadas; 3. Outras associações indiretamente transferidas para a marca, vinculando a alguma outra atividade. Os elementos da marca são figuras e objetos escolhidos pela empresa, ou por profissionais da área de comunicação para identificar e diferenciar a marca dos concorrentes. Os elementos podem ser escolhidos pensando nos consumidores, e o que eles pensariam ou sentiriam sobre o produto que foi associado com esse elemento. Geralmente as empresas buscam escolher elementos que proporcionem uma contribuição positiva, da qual consumidores inferissem determinadas associações. Segundo Kotler (2007) existem seis critérios para a escolha dos elementos da marca. Estes estão divididos em dois grupos, com três critérios cada. O primeiro grupo é referente à construção da marca e o segundo grupo refere-se à manutenção desta durante um longo período.Primeiro grupo: Memorável – Com que facilidade o elemento da marca é lembrado ou reconhecido? Significativo – Qual é o significado que o nome tem para a marca? Ele sugere algo sobre um ingrediente do produto ou o tipo de pessoa que poderia utilizar a marca? Desejável – Os consumidores da marca acham o elemento cativante? Em quais aspectos ele é desejável? Visualmente, oralmente, ou em outros aspectos?Segundo grupo: Transferível – Os elementos da marca podem ser usados para apresentar novos produtos? Adaptável – O elemento da marca é adaptável e atualizável? Com o passar dos anos é possível fazer atualizações nos elementos sem perder as características? Protegido – O elemento da marca pode ser protegido juridicamente? Pode ser protegido em termos de concorrência? Pode ser copiado com facilidade? Os profissionais de marketing têm que ter o cuidado de fazer associações que reforcem as suas marcas, e muitas vezes uma associação errada acaba enfraquecendo a campanha de marketing social. Outro fator que não pode passar despercebido na construção de uma marca, é a escolha de elementos que devem ser facilmente reconhecidos e lembrados. Essa ação pode aliviar um pouco o esforço de comunicação de marketing cujo objetivo é estimular a conscientização e vincular as associações à marca. Além de construir uma marca forte que tenha a sua representatividade perante o seu público-alvo, os profissionais de comunicação devem desenvolver um slogan. O slogan pode funcionar como “gancho”, ajudar os consumidores a compreenderem o que é a marca e o que a torna especial. Além disso, o slogan resume e traduz o objetivo de um programa de marketing, seja ele na área social ou não. Uma marca não é construída exclusivamente pela publicidade, os clientes começam a conhecê-la por uma gama de contatos e pontos de ligação. Observação, uso pessoal, boca a boca, contato on-line, entre outros. 




aprenda a empreender da forma correta

Considerada um neologismo, a palavra empreendedorismo é relativamente recente no dia-a-dia das micro e pequenas empresas. O conceito é amplo, mas pode ser resumido como sendo o fenômeno relativo aos atos e comportamentos dos empreendedores, pessoas capazes de transformar sonhos em realidade a partir de seu capital intelectual e de sua força de vontade. O empreendedorismo, no entanto, não está restrito ao âmbito empresarial. A capacidade das pessoas de empreender está ligada à própria existência, pois perpassa as atividades corriqueiras em casa, no trabalho e na vida social. Mas, é no campo das atividades econômicas que o empreendedor se destaca, lapidando e desenvolvendo as qualidades necessárias para obter sucesso.– Quem é o empreendedor? O empreendedor é sempre motivado pela autorrealização, desejo de assumir responsabilidades e independência. Embora busque ter satisfação financeira, considera irresistível assumir desafios, sempre propondo novas idéias, que são seguidas pela ação. Está sempre se autoavaliando, se autocriticando e controlando seu comportamento em busca do autodesenvolvimento. Ele sabe que para se tornar um empreendedor de sucesso, é preciso reunir imaginação, determinação, habilidade de organizar, liderar pessoas e de conhecer tecnicamente etapas e processos. A viabilidade de um pequeno negócio está estruturada, basicamente, na figura do empreendedor, pois ele é o ponto central que determinará ou não o sucesso do empreendimento. Muitas vezes, cabem a ele todas as funções da organização como comprar, produzir e vender. Por tudo isso, o empreendedor sabe que iniciar é muito diferente de iniciar um novo trabalho. O empreendedor será aquele que tomará as decisões, e suas características influirão muito no andamento dos negócios. Será muito importante ter determinação e perseverança, não só para iniciar o empreendimento, como também para mantê-lo ao longo do tempo. Uma opção para quem quer abrir um empreendimento é abrir uma sociedade. Para tanto, é interessante que leve em consideração que sociedade é mais complicada que casamento. Conflitos entre sócios podem acarretar sérios prejuízos e até a falência da empresa. Portanto, se você for abrir um negócio em sociedade, lembre-se: - De definir claramente o papel de cada um na empresa; -Nem sempre o melhor amigo, parente ou pessoa amada se torna o melhor sócio; -Converse, peça referências sobre seu futuro sócio; - De definir claramente quem pode ou não comprar parte da sociedade, caso um dos sócios resolva sair; - Analise as potencialidades, os valores, as expectativas e os interesses de seu futuro sócio.– Empreendedorismo no Brasil Não é sem motivo que o Brasil é considerado um dos principais países empreendedores do mundo: 77% das pessoas têm vontade de ter um negócio próprio, de acordo com recente pesquisa. Por outro lado, estudos demonstram que cerca de 70% das empresas abertas não duram mais que cinco anos. Ou seja, sobra interesse em ser empreendedor, mas falta preparo para concretizar o sonho. Mesmo que se tenha uma ideia brilhante, ela não se sustenta sem um planejamento adequado. É preciso conhecer bem o mercado escolhido, os clientes potenciais, os concorrentes e fornecedores. Além disso, deve-se buscar um diferencial em relação aos produtos e serviços já existentes no mercado. Mais da metade das empresas abertas no país não faz pesquisa adequada das características e dos hábitos dos consumidores. E quase um terço não tem a menor informação sobre o que seus clientes oferecem. Aqueles empreendedores que conseguiram fazer com que seu negócio sobrevivesse por mais de 5 anos, gastaram, em média, nove meses em atividades de estudo e planejamento do seu negócio. Portanto, não importa o cenário, com estabilidade ou turbulências na economia, serão fundamentais: o foco no mercado (razão para uma boa pesquisa) e a capacidade gerencial (treinamento e capacitação de gestão). Em primeiro lugar é preciso saber o que e para quem vender. Antes de montar a empresa, também é preciso mapear e ter o perfil do comprador e enxergar sua clientela. Em segundo lugar é necessário saber administrar, pois gestão é fundamental. Não adianta ter um bom produto se não há controle de custos. Fazer um plano de marketing é muito importante. Em terceiro lugar, ousar, ousar e ousar. Sem criatividade, sem coragem para inovar, a empresa dificilmente irá para frente. Finalmente, procurar atuar em rede, cooperar, associar-se, para adquirir mais competitividade. O pequeno negócio, dificilmente hoje, sobreviverá isoladamente.– O perfil do Empreendedor dentro da empresa. Você é um intraempreendedor? Conceito cada vez mais difundido nas organizações, o Intraempreendedorismo é a versão em português do termo francês "intrapreneur", que significa empreendedor interno. O intraempreendedor é aquele profissional que, a partir de uma ideia, e recebendo a liberdade, incentivo e recursos da empresa onde trabalha, dedica-se entusiasticamente em transformá-la em um produto de sucesso. Não é necessário deixar a empresa onde trabalha, como faria o empreendedor, para vivenciar as emoções, riscos e gratificações de uma ideia transformada em realidade. Há anos, as empresas buscam melhores patamares de resultados, porém esta expectativa muitas vezes acaba não ocorrendo, já que as formas como os funcionários trabalham pouco se modernizou. O caminho é investir no espírito empreendedor. A prática, conhecida como Intraempreendedorismo, é um sistema desenvolvido para acelerar as inovações dentro de grandes empresas, através do melhor aproveitamento dos seus talentos. O desafio é conseguir desenvolver os comportamentos empreendedores para que os participantes possam atuar como agentes de mudanças em suas organizações, melhorando processos e criando novas oportunidades de negócio. Para estimular e trabalhar o espírito intraempreendedor, algumas empresas estão investindo em programas de desenvolvimento para seus colaboradores. Empreender significa levar adiante uma ideia. Não podemos considerar empreendedora apenas aquela pessoa que tem um negócio próprio. Um atleta, um artista, um funcionário dentro da sua área, pode empreender e conseguir realizar mais do que a maioria das pessoas. Mas por que é tão difícil implementar projetos pessoais e profissionais? Não é difícil identificar pessoas que no dia-a-dia conseguem efetivar seus objetivos, mesmo diante de adversidades. Outras, entretanto, não obtêm o mesmo êxito, ainda que em condições favoráveis. Podemos concluir que, além do preparo técnico específico para a efetivação de um projeto e de um ambiente favorável, existem também aspectos pessoais que aumentam a probabilidade de levar a cabo qualquer desafio. O que se espera são pessoas ativas, que vivam profundamente suas metas, que assumam a responsabilidade pessoal de implementar novas ideias e transformá-las em sucesso comercial. Os intrapreneurs (empreendedores internos) fazem a diferença entre o sucesso e o fracasso da empresa. O custo de se perder talentos empreendedores é maior que o da simples perda de um técnico qualificado ou de um elemento eficaz de uma área administrativa específica, para entender como o intraempreendedor pode se desenvolver e crescer dentro de uma empresa é preciso deixar de lado conceitos como “bom tarefeiro“. Existem duas necessidades que fazem com que as companhias deixem de desejar apenas ¨bons tarefeiros¨. A primeira é a de estar constantemente atualizando produtos, por causa da concorrência e novos nichos de mercado. Esta necessidade é suprida pela aguçada visualização de oportunidade que se manifesta em pessoas com perfil empreendedor. A segunda está voltada para “dentro da empresa”: a busca da melhoria contínua em todos os processos, o que também exige empreendedores para efetivar as mudanças necessárias. As diferenças estão no comportamento, não importando em que área as pessoas estão atuando. O intraempreendedor já é um realizador, mas algumas falhas comportamentais limitam a capacidade de realização dele. Dentro de um programa de desenvolvimento intraempreendedor, estas falhas são diagnosticadas e trabalhadas. O espírito intraempreendedor não é um atributo ensinável, porém como se trata de comportamento pode ser treinado e aprimorado. Para que o profissional possa desenvolver um espírito empreendedor é necessário que ele tenha aspectos em sua personalidade que sejam compatíveis com esse perfil. A importância dos profissionais empreendedores está no fato de que eles são os verdadeiros agentes de mudança nas empresas. É importante que os colaboradores não vejam a empresa como um “emprego”, mas tenham o perfil de dono de um negócio.




ensinando pessoas inteligentes a aprender

A maioria das pessoas não sabe aprender, principalmente os profissionais que já apresentam alta qualificação. Muitos definem aprendizado como uma maneira de resolver problemas e assim concentram todas suas energias neste aspecto. É necessário que os gerentes e empregados olhem de forma diferente, de dentro para fora, ou seja, para si mesmos; refletindo sobre seu próprio comportamento, e percebam o modo como contribuem para os problemas da organização e então mudem a sua conduta. A melhor maneira de levar ao aprendizado é a motivação e se os profissionais desenvolvem as atitudes e o comprometimento adequado, o aprendizado é consequência. Devido a isso, as empresas estão realizando programas de incentivo, como remuneração, avaliação de desempenho, culturas corporativas e outras, com um alvo importante, que é desenvolver empregados motivados e comprometidos. Existem dois tipos de aprendizado: ciclo único e ciclo duplo (ARGYRIS, 2000). Vamos ver as diferenças por meio dos exemplos:Ciclo único (single loop): O termostato que automaticamente liga o aquecimento sempre que a temperatura do recinto cai abaixo de 20º. Ciclo duplo (double loop learning): Se o termostato fosse capaz de perguntar “por que estou regulado para 20º C?” e com isso analisar se outra temperatura atingiria de maneira mais econômica a meta de aquecer o recinto, estaria envolvido no aprendizado de ciclo duplo. Os profissionais altamente qualificados são capazes de desenvolver muito bem o ciclo único, pois são formados por boas academias que ensinam a resolver problemas. Os gerentes devem desenvolver o aprendizado de ciclo duplo, pois vão trabalhar seu cognitivo e o raciocínio, levando a planejamentos e ações favoráveis.Qual a melhor maneira de ensinar as pessoas a aprenderem? É importante concentrar o foco dos programas de aprendizado organizacional e de melhoria contínua na maneira como os gerentes e empregados raciocinam sobre seu próprio comportamento. Ensinar as pessoas a raciocinar sobre seu comportamento de um modo novo e mais eficaz rompe as defesas e bloqueia o aprendizado organizacional (ARGYRIS, 2000).


O que você encontra no QueroBarato!

Milhões de produtos das melhores lojas

Maiores lojas do Brasil são mais 100 opções

Centenas de Cupons com ótimos descontos

Informações atualizadas de todos os produtos

Quer receber novidades, cupons e ofertas exclusivas?

subir

Pesquise no QueroBarato! e compre diretamente nas maiores lojas do Brasil