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importância da metodologia de gestão de projetos

importância da metodologia de gestão de projetos

A importância da metodologia de gestão de projetos está associada à importância que a organização dá para a implantação, desenvolvimento e uso dos projetos para a realização de seus objetivos. Como qualquer metodologia de trabalho, se fundamenta em três elementos. O primeiro deles são os processos, ou seja, os passos e/ou atividades que ordenam e estruturam o trabalho a ser realizado. Após, temos as ferramentas de suporte, ou tecnologia, softwares, etc. Em terceiro lugar, os padrões, que são formulários, relatórios e controles. A integração desses elementos permite que os trabalhos em um projeto sejam ordenados em fases e, em cada uma delas, sejam marcados por entregas específicas suportadas por padrões de documentação e formulários. Este material apresenta várias metodologias desenvolvidas por instituições profissionais de várias partes do mundo. É um banco de conhecimentos muito grande e interessante para as pessoas que apreciam o assunto e desejam aperfeiçoar seus conhecimentos em relação a gestão de projetos. Por isso, é interessante afirmar que todo gestor deve ter uma visão geral de todas as metodologias e assim, ter a capacidade, de acordo com as estratégias empresariais, saber estabelecer a melhor metodologia a ser aplicada na construção e uso de projetos. Portanto, saber estabelecer qual a metodologia a ser aplicada já é um grande passo na busca pela qualidade dos serviços de gestão de projetos. A metodologia, então, é, para Paiva (2012), algo particular. É o elemento que tem a função de trazer a linguagem comum, o senso comum do que representa gerenciamento de projetos naquele determinado contexto e naquela cultura. Entretanto, não se pode esquecer que sua criação deve ser sempre baseada em melhores práticas. Outro conceito importante que deve estar associado à implantação de uma metodologia, segundo o Paiva (2012), é o da melhoria contínua. Metodologia é processo (ou um conjunto deles), então, como tal, deve ser concebida com a premissa de que precisará passar por revisões, correções e adequações. E quanto mais participativo for este processo dentro da organização, melhor. Em uma linguagem mais simples, metodologia é um caminho. Ou seja, indica qual caminho a empresa vai seguir para a construção e desenvolvimento de projeto. Isto requer uma escolha e essa escolha deve ser a melhor possível, considerando a cultura da empresa, os seus objetivos estratégicos, as partes interessadas, enfim todo um conjunto de aspectos apresentados nas diversas metodologias a seguir. Esse caminho não é algo inflexível. Para Paiva (2012), o desejo de padronizar é sempre legítimo, mas não pode ser rígido demais, sob pena de se ofuscar os ganhos da metodologia e torná-la uma obrigação. A metodologia necessita de ter certo grau de flexibilidade, principalmente para poder chamar as pessoas a verem os benefícios em um dado momento de sua implantação. A participação das pessoas na construção da metodologia também é para Paiva (2012) um fator importante e aqui uma análise de stakeholders pode ser muito proveitosa. Mapear interesses, necessidades e pesos dos envolvidos. Usar um projeto piloto é uma forma interessante de mostrar o valor da metodologia, mas há que se tomar cuidado nessa escolha. O piloto não pode ser simples demais que não faça luz para mostrar a metodologia e nem complexo demais que arrisque a credibilidade de um processo que ainda está incipiente. É mais uma casca de banana.




táticas para resolução de conflitos

táticas para resolução de conflitos

Vale lembrar, finalmente, que existem várias formas de administração de conflitos utilizadas pelos gestores, de acordo com a situação. Embora a integração seja considerada a forma ideal de administração de conflitos, conforme destacado adiante, não se aplica a todas as situações nem a todas as pessoas. É necessário que o gerente tenha sensibilidade para perceber cada situação e flexibilidade para optar pela forma mais adequada a cada caso. Entre as opções existentes para abordagem do conflito, podemos destacar as seguintes: Rejeição: Consiste em afastar a existência do conflito, numa postura de recusar-se a admiti-lo. Sabe-se, porém, que, na maioria das vezes, o conflito "rejeitado" tende a reaparecer de forma bem mais intensa. Embora essa seja uma forma em geral inadequada de se tratar o conflito, alguns gestores optam por ela quando as consequências decorrentes são insignificantes; Disfarce: Consiste em minimizar ou descaracterizar a existência do conflito. Também, nesse caso, a causa do conflito não desaparece, pois essa forma de encará-lo visa apenas a preservar as aparências com respeito ao relacionamento interpessoal. A opção por essa maneira de lidar com o conflito acaba por gerar consequências prejudiciais ao trabalho. Dominação: Consiste em utilizar-se da autoridade formal para "abafar" a existência de conflitos no contexto organizacional. Sua principal desvantagem reside no fato de as pessoas em desacordo se sentirem ressentidas e insatisfeitas, caindo o nível de participação e comprometimento com o trabalho;Acordo: Consiste, na verdade, numa troca (barganha) em que as partes envolvidas abrem mão de posições, de ideias ou de valores em benefício de ganhos imediatos. Essa forma de atuação pode tornar-se ineficaz em função do baixo nível de comprometimento de cada parte em relação à outra ou ao assunto; Integração: Consiste no reconhecimento do conflito e no desejo comum de resolvê-lo, ao invés de se ficar defendendo posições particulares ou de facções do grupo. Essa opção é viável quando todos estão dispostos a modificar ou rever pontos de vista, a fim de propiciar a melhor resolução dos problemas. Nesse tipo de administração de conflito, a ênfase situa-se não só na solução do problema, mas também na criação de um clima que permita aceitação e expressão de sentimentos, ideias e percepções. Essa é considerada pelos especialistas a forma ideal de tratar conflitos. De tudo que se disse sobre conflito pode parecer que ele seja fator negativo ou desagregador de equipes de trabalho, sendo preferível que não exista nas organizações. Nada mais falso. Em verdade, perpassando todo o complexo da dinâmica pessoal e social, o conflito de ideias constitui uma das forças mais poderosas de que o sistema gerencial pode dispor, a fim de impulsionar os indivíduos e as organizações ao desenvolvimento. Entretanto, como conflitos dessa espécie constituem um fator sobre o qual o gestor deve enfocar suas energias, de modo a administrá-los eficazmente, não há sentido nos comportamentos e atitudes de fuga ou negação de sua ocorrência. Aliás, o momento político que a sociedade brasileira vive, pautado nos preceitos do regime democrático, é o terreno mais fértil para a ocorrência de conflitos entre pessoas e grupos. Será que não ocorre o mesmo a nível de organizações? Aceitar os conflitos como parte da vida real e administrá-los são ações que integram o dia-a-dia do administrador brasileiro, tanto em suas relações com seus superiores, colegas e subordinados, no contexto da organização, quanto nas interações com ambiente (associações de classe, comunidade, fornecedores, clientes etc.). O conflito representa, certamente, um fenômeno paradoxal, de vez que pode trazer benefícios ou prejuízos à organização, dependendo, de um lado, de como são administrados pelo gestor e, de outro, de sua própria intensidade e natureza. Quanto à intensidade, constata-se que, depois de um certo nível, o conflito tende a tornar-se destrutivo, devido à exagerada carga de tensão emocional que produz nas pessoas envolvidas. Os conflitos, cujo conteúdo predominante é a divergência de informações ou conceitos, tendem a ser de menor intensidade do que aqueles baseados em divergências de ideias, de objetivos, de poder e, principalmente, de valores. Os valores constituem, sem dúvida, o conteúdo de maior carga emocional, tornando os conflitos muito difíceis de serem administrados. Isso porque, neste nível, os conflitos tendem a produzir: -maior rigidez e repetição de atitudes e comportamentos; -redução das dimensões do raciocínio, resultando em percepções mais simples e inacabadas; -redução do número de objetivos importantes, -redução das alternativas de solução; -aumento de sentimento de ameaça; -tendência ao uso de poder coercitivo e da violência. A principal característica positiva do conflito consiste em sua capacidade de romper a inércia em que tendem a permanecer as pessoas e as organizações. Rompendo o equilíbrio, o conflito obriga à readaptação de "forças", de modo a estabelecer-se novo patamar de estabilidade, conduzindo a mudanças, crescimento e progresso. Frente a isso, o importante, pois, é que o gestor desenvolva habilidade suficiente para lidar com as forças desencadeadas pelos conflitos, coordenando-as na direção das mudanças desejadas pela sociedade, pelas organizações, pelas equipes de trabalho etc.




alcatel lança o smartphone pop 4!

alcatel lança o smartphone pop 4!

Mais uma novidade quentíssima no mercado de celulares: a Alcatel acaba de anunciar a chegada de seu modelo Pop 4, que traz algumas especificações e funcionalidades bem bacanas. Eu conto tudo aqui, dá uma olhada!

Com o com Android 6.0 instalado (que por enquanto, é a versão mais recente), o Alcatel Pop 4 tem tela HD de 5 polegadas, 1.5GB de RAM, 8GB de espaço para armazenamento (expansível para mais 32GB via cartão de memória microSD) e processador quad-core Snapdragon 210, da Qualcomm. Ou seja, é perfeito pra quem gosta de telas grandes, bastante espaço na memória e um aparelho rápido, que não deixa os aplicativos travarem. O celular é bom também pra quem gosta de tirar fotos. Sua câmera traseira tem 13MP e a frontal, 8MP, ambas com flash! E com o recurso A Wide SelfieCam, o ângulo de abertura atinge 84º graus, ou seja, facilita tirar sua selfie sem deixar ninguém de fora do enquadramento.   O smartphone conta com suporte pra conexão 4G, dual chip e bateria de 2.500 mAh. A bateria pode durar, em média,  95 horas em stand-by e 14 horas, aproximadamente, se você usar bastante o celular. Pra quem gosta de personalizar o smartphone, o Alcatel Pop 4 vem com três cases (capinhas removíveis), incluindo dois que imitam acabamento em madeira. Bem bacana, viu? E aí, o que vocês acharam do Alcatel Pop 4?




desenvolvimento do plano de marketing - gestor de relacionamento

desenvolvimento do plano de marketing - gestor de relacionamento

O plano deve contar informações necessárias para ser executado e detalhar abordagens específicas da pesquisa e os métodos de contato, os planos de amostragem e os instrumentos que os pesquisadores utilizarão para coletar novos dados. Coleta de Informações Secundárias Informações primárias são coletadas para o propósito em questão e as informações secundárias são as que já existem em determinado lugar e foram arrecadadas para outro propósito. Existem também os bancos de dados das empresas, que são importantes, e pode-se colher informações em bibliotecas e governo. Em relação às fontes de dados comerciais, as corporações podem comprar informações de fornecedores. Um exemplo disso é o caso da Nielsen Marketing Research, que vende dados e tem participação na marca do produto, nos preços de varejo e na porcentagem de lojas que estocam diferentes marcas. Há também as bases, dados on-line e fontes de dados da internet. Empresas como a CompuServe, Dialog, entre outras, fornecem dados que ajudam nas estratégias de marketing. As vantagens dos bancos de dados secundários podem ser obtidas rapidamente e sem custo. As desvantagens é que existem muitas informações que não podem ser obtidas por este meio. O pesquisador deve avaliar os dados obtidos e analisá-los com cuidado.Comportamento do consumidor É necessário estudar o comportamento do consumidor final, ou seja, seus pensamentos, sentimentos, ações e influências. Em todo mundo as pessoas tomam a decisão de comprar e o comportamento do consumidor mostra o porquê da compra, onde isso ocorre, o que adquirem e quando acontece. Segundo Kotler e Armstrong (2003), como os consumidores responderiam aos inúmeros esforços de marketing que a empresa poderia utilizar? A empresa deve entender seus consumidores e como os mesmos reagem às diferentes características do produto, como preço, marca, embalagem, entre outros.Influências de Decisão de Compra Influências interpessoais São constituídas pela cultura, subcultura, classes sociais, grupos de referências e família. A cultura são valores aprendidos de geração para geração e faz com que o indivíduo realize de maneira consciente e inconsciente ações impostas pela sua cultura. A subcultura compartilha valores e padrões diferentes dos padrões da cultura geral, como raça, nacionalidade, religião ou localização geográfica. As classes sociais são as divisões de sociedade que compartilham valores, interesses e comportamentos, baseando-se na renda, profissão, grau de instrução, local onde moram, entre outros. Os grupos de referência são pessoas que têm opinião e influenciam o comportamento do consumidor. O consumidor é influenciado por diversas formas: em uma conversa a pessoa dá uma sugestão, elogia, etc. A família tem grande influência no comportamento do consumidor e é uma ferramenta para o gestor de marketing realizar suas estratégias.


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