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Detalhes de short tropical

Short tropical verde, Amir Slama. Possui cós elástico e barra arredondada.

Com ar contemporâneo e urbano a nova marca de Amir Slama, que leva seu nome, traz peças exclusivas. Uma minuciosa pesquisa de tecidos, fios, formas e estampas faz parte de todo o processo de desenvolvimento para dar ênfase à modelagem e ao caimento das peças, idealizadas para oferecer conforto, beleza e versatilidade.

A marca possui grande variedade de produtos para mulheres e homens, além de uma linha especial, desenvolvida por estilistas renomados e colegas de Amir, entre eles Gloria Coelho, Valdemar Iódice, Lolitta Hannud, Lilly Sarti, e grifes como John John, UMA e British Colony.

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swot, ge e bcg: as principais ferramentas para toda de decisões estratégicas

swot, ge e bcg: as principais ferramentas para toda de decisões estratégicas

A matriz SWOT é uma ferramenta empresarial que tem por objetivo avaliar pontos fortes e fracos, além das oportunidades e ameaças da organização e do mercado onde ela esteja atuando. Os pontos fortes e fracos referem-se ao ambiente interno da organização enquanto que as oportunidades e ameaças dizem respeito ao seu ambiente externo. Segundo BRAGANÇA, a análise do ambiente externo é feita com base nos fatores macroambientais e microambientais. Os primeiros são questões demográficas, econômicas, tecnológicas, políticas, socioculturais e globais; e os segundos referem-se à estrutura, tecnologia própria, recursos humanos, produtos e serviços e organizações parceiras. A partir destas delimitações são identificadas as oportunidades, ou seja, situações favoráveis às organizações e as ameaças, que são situações desfavoráveis ao ambiente de uma empresa. Considerando o dinamismo freqüente do ambiente externo, é preciso salientar que a sua análise deve ser feita de forma constante e progressiva. Se o ambiente externo deve ser analisado de forma freqüente, o ambiente interno deve ser monitorado também de tal forma. As forças de uma determinada empresa podem ser definidas como sendo as suas melhores competências de negócio, como know-how, recursos e ferramentas, produtos ou processos. Já as fraquezas, são o oposto, ou seja, os pontos críticos ou gargalos que geram prejuízos de qualquer natureza à organização. Para realizar a análise SWOT é preciso reunir dados úteis da empresa e do seu entorno e isso é feito através de pesquisas, relatórios, revisões periódicas e publicações. Uma vez reunidos tais dados, é possível então, construir a matriz SWOT, obedecendo alguns critérios, a saber: descrever os aspectos de maneira aprofundada, ter objetividade, evitar oportunidades e ameaças vagas, não confundir os resultados das forças e evitar contradições. As maiores contribuições da análise SWOT para as organizações, segundo BRAGANÇA, são: auxílio às empresas quanto ao seu posicionamento frente ao mercado, representação da essência de uma formulação estratégica uma vez que a organização da matriz é simples e objetiva. Entretanto, a análise SWOT pode não revelar informações úteis às empresas e sim conclusões triviais e gerais. Cabe a cada empresa reunir profissionais experientes e capacitados a realizar tal análise para que as suas conclusões sejam válidas e utilizadas na formação da estratégia organizacional. Considerando o exposto acima, surgiram outras ferramentas estratégicas para complementar a matriz SWOT e possibilitar uma análise mais ampla por parte da empresa antes de formular suas estratégias. Segundo WRIGHT et al, a matriz GE é uma estrutura de portfólio empresarial desenvolvida pela General Eletric que classifica as unidades de negócio da empresa conforme o poder de atratividade do setor e os pontos fortes da unidade de negócio. As unidades de negócio, nesta estrutura são classificadas em: bem sucedidas, medias e sem sucesso, com base nos seus níveis de atração do setor e forças da empresa. Ainda conforme WRIGHT et al, a matriz BCG, em sua estrutura revisada, foi desenvolvida pela Boston Consulting Group, para classificar as unidades de negócio de uma organização segundo os parâmetros de volume, especificação, fragmentação e beco sem saída. O volume gera alta lucratividade por meio de grande participação no mercado, a especificação gera altos lucros num nicho de mercado, a fragmentação estabelece que a participação no mercado não está relacionada com a lucratividade e, por fim, as unidades de negócio que estão em um beco sem saída geram pouco ou nenhum lucro pois seu setor oferece poucas perspectivas. Anteriormente a esta estrutura, a matriz BCG era dividida as unidades de negócio em "estrelas", "vacas leiteiras", "pontos de interrogação" e "abacaxis", conforme os seus níveis de participação relativa no mercado e taxa de crescimento do mercado. As três estruturas de portfólio SWOT, GE e BCG podem ser utilizadas pela administração de alto nível empresarial para avaliar cada uma de suas unidades de negócio, tomando, assim, importantes decisões estratégicas em busca dos melhores resultados. Referências: BRAGANÇA; E. Análise SWOT ou FOFA. In: Manual de ferramentas de estratégia empresarial. WRIGHT, Peter; KROLL, Mark J. & PARNELL, John. Administração do Portfólio Empresarial e Questões Relacionadas. In: Administração estratégica: Conceitos. São Paulo: Atlas, 2007.




administrando melhor seu tempo

administrando melhor seu tempo

Ao administrar compromissos temos um fator essencial que também precisa ser administrado para que os compromissos sejam cumpridos. Estamos falando do tempo. Sabemos que a vida social e profissional tem exigido muito de nós, pois como já foi citado desempenhamos vários papéis no meio em que estamos inseridos. Ouvem-se frequentemente pessoas dizendo que “eu não tenho tempo”, “o dia devia ter mais de 24 horas”. Será que estas pessoas estão organizando seu tempo de modo que possam aproveitá-lo melhor? Antes de discutir sobre a melhor maneira de administrar o tempo, vamos entender o que é o tempo por definição. Bernhoeft (2009) afirma que o tempo é irreversível no que diz respeito à sua dimensão, ou seja, posso me recordar de coisas que vivi e que fiz durante o tempo, mas não posso tê-lo de volta. O tempo é inelástico, eu não posso guardá-lo ou esticá-lo. A experiência do tempo pode ser maior ou menor em relação à sensação que nos envolve, mas a hora não para, ela continua, tem 60 minutos somando 24 horas em um dia. Nos tempos de modernidade e crescente ascensão do capitalismo diz-se que “tempo é dinheiro”, isso indica que precisamos produzir mais e em menos tempo. Segundo Bernhoeft (1989, p. 15), “uma adequada administração do tempo não tem receitas, modelos ou fórmulas mágicas. Têm segredos, muito esforço, mudanças de atitudes, comportamento e uma boa dose de disciplina”. Podemos dizer que a solução de uma pessoa não serve para outra, ou seja, ações desenvolvidas para um executivo da área de vendas não se aplicam à realidade e às necessidades de um gerente financeiro. São papéis e exigências diferentes.




elementos de um contrato empregatício: fático-jurídicos

elementos de um contrato empregatício: fático-jurídicos

A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) aponta esses elementos nos artigos 3º e 2º, de forma combinada: 1. Pessoa física: O trabalho terá que ser desenvolvido por pessoa natural, pois os bens jurídicos tutelados – vida, saúde, integridade moral, bem-estar, lazer – são inerentes aos seres humanos. 2. Pessoalidade: O empregado, uma vez contratado, não poderá se fazer substituir. É essencial que tenha caráter de infungibilidade, portanto, assume o empregado uma obrigação pessoal. Existem exceções em que poderá ocorrer a substituição do empregado, mas será sempre para garantir direitos como férias, licenças, etc. 3. Não eventualidade: Todo acontecimento eventual é aquele que depende de acontecimento incerto, casual ou fortuito. A relação não pode ser eventual, deverá ser certa e cumprir todas as determinações legais e contratuais. 4. Onerosidade: é o complexo de verbas contraprestativas pagas pelo empregador ao empregado em virtude da relação empregatícia pactuada. Pode ser: • Objetivo: manifesta-se pelo pagamento pelo empregador, de parcelas dirigidas a remunerar o empregado em função da relação de emprego; • Subjetivo: manifesta-se pela intenção contraprestativa do trabalhador em auferir um ganho econômico pelo trabalho. 5. Subordinação: É o estado de dependência ou obediência em relação a uma hierarquia de posição ou de valores, pela qual o empregado compromete-se a acolher o poder de direção empresarial. Poderá ser: • Objetivo: modo de realização da prestação e não sobre a pessoa do trabalhador; • Subjetivo: atuante sobre a pessoa do trabalhador. Esta visão é incapaz de captar a subordinação na hipótese de trabalhadores intelectuais. 6. Dependência: A dependência poderá ser: • Econômica: coloca-se na pirâmide empregador e empregado. • Técnica: o empregador tem o conhecimento, muito comum na antiguidade. Hoje não é tão relevante, pois o empregador poderá contratar o saber do empregado.Elementos essenciais ou jurídico-formais Os elementos essenciais são os seguintes: • Capacidade: é a aptidão reconhecida para o exercício da vida laborativa. – Para o empregador terá que ser pessoa natural, jurídica ou ente despersonificado a quem se reconhece capacidade civil. – Para o empregado a capacidade plena inicia-se aos 18 anos (402 da CLT), entre 14 (aprendiz), 16 e 18 situa-se a capacidade relativa (art.7º, XXXIII da CF), podendo praticar alguns atos sem assistência como laborar, assinar recibos... Entretanto, deverá ser assistido parar requer a CTPS, assinar termo de assistência na terminação do contrato; sendo vedados ao menor laborar no período noturno, em situações perigosas ou insalubres. • Objeto lícito: O objeto do contrato (obrigação de fazer) tem que ser lícito, autorizado por lei, não é possível contratar empregado para vender “jogo do bicho”. Entretanto, mesmo sendo ilícita, poderá produzir efeitos se o empregado desconhece a ilicitude ou a nítida dissociação entre o labor e o núcleo da atividade ilícita.




asus vai lançar zenfone 2 no brasil

asus vai lançar zenfone 2 no brasil

O tão esperado ZenFone 2 da ASUS já tem previsão de chegada no Brasil! A empresa anunciou recentemente que pretende lançar seu smartphone no comecinho do segundo semestre deste ano. Ebaaa!

Só para você ter uma ideia, o novo celular da família ZenFone, é também o mais potente já desenvolvido pela empresa e, me parece que vai chegar por aqui em duas versões: uma com 2 GB de RAM e outra com 4 GB. Legal, né? Na verdade, o aparelho foi apresentado em Las Vegas, durante a CES 2015 (Consumer Electronic Show), a maior feira de tecnologia do mundo! E lá, o ZenFone 2 chamou a atenção por apresentar um design inovador, refinado, com câmera PixelMaster de tecnologia avançada e por ter o processador Intel Atom Z3580, um dos mais recentes. E tem mais! Ele vem com tela IPS (In-plane switching) que é um recurso de cristal líquido que deixa as cores ainda mais fiéis à realidade. Ah! E sem contar que essa tecnologia também contribui para um maior ângulo de visão. Ela tem 5,5 polegadas com resolução Full HD, suporte para a rede 4G, além das opções de armazenamento interno de: 16 GB, 32 GB e 64 GB. Ah! A câmera é de 13 MP tem flash dual tone, ou seja, outra tecnologia que deixa suas imagens com cores mais naturais.  


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