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downsizing, empowerment e benchmarking

downsizing, empowerment e benchmarking

Para Lacombe (2004), Downsizing, é uma expressão da língua inglesa que significa literalmente reduzir o tamanho de uma organização, especialmente pela redução planejada do número de empregados e de níveis hierárquicos da organização com o objetivo de diminuir custos e aumentar a flexibilidade e adaptabilidade da organização. O downsizing pode trazer vantagens a esses objetivos, mas se o processo for levado a extremos, pode causar problemas como a perda do espírito de equipe e da “memória“ da organização, isto é, perda de pessoal experiente, que domina o know-how e o conhecimento do negócio. Deve ser implementado o downsizing por meio de uma equipe constituída por pessoal-chave da organização, e o processo deve ser bem comunicado. Uma das principais preocupações deve ser a reação dos “sobreviventes” do processo, pois da motivação, da lealdade e, consequentemente, do desempenho dos que ficam depende os resultados da empresa. Empowerment Para Lacombe (2004), Empowerment é um princípio de administração de recursos humanos que sustenta a motivação individual, aumenta e os resultados melhoram quando são dadas às pessoas oportunidades de participar com maior envolvimento e poder decisório no seu trabalho e nas metas a ele pertinentes, aumentando seu comprometimento com a organização. O princípio baseia-se no fato de que os resultados melhoram se os objetivos das pessoas aproximam-se dos objetivos da organização, e isso só é possível dando-lhes maior participação na forma de realizar o trabalho.




conjuntura internacional do pós-guerra

conjuntura internacional do pós-guerra

A Segunda Guerra Mundial foi um evento que, quando encerrado, gerou extrema preocupação por parte dos países ocidentais, no intuito de promover o desenvolvimento de um ambiente pacífico, que viabilizasse a evolução econômica das nações. Ao mesmo tempo, o capitalismo precisava ser fortalecido, pela estabilidade política e econômica, para evitar que o socialismo ganhasse forças, já que este saiu fortalecido após o conflito. Conforme REZENDE MARTINS (2002), para a conquista desses objetivos, tornou-se fundamental a determinação de uma ordem econômica internacional, que apresentasse regras como base para as estratégias de mercado, viabilizando a previsibilidade dos planejamentos de investimentos empresariais. Assim, no ano de 1944 foi lançado, em Bretton Woods/EUA, o acordo que apresentava como objetivo fundamental proporcionar entendimentos de reconstrução econômica internacional. Esse acordo foi fundamentado em três instituições internacionais, sendo elas: - FMI; - BANCO MUNDIAL/ BIRD; - OIC. O Fundo Monetário Internacional (FMI) era responsável pela manutenção das taxas de câmbio e assistência aos países-membros que apresentassem problemas no balanço de pagamentos, por meio do acesso aos fundos especiais. Essa nova modalidade de intervenção permitiu o desestímulo da utilização de regras consideradas protecionistas, juntamente com restrições ao comércio diante de desequilíbrios do balanço de pagamentos. O Banco Mundial ou Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) tinha como principal meta o financiamento da reconstrução dos países envolvidos na guerra. Nesse pacote incluía-se a disponibilização de créditos para financiamento de projetos envolvidos em desenvolvimento de infraestrutura, programas educacionais e ambientais, geração de emprego e renda, voltados principalmente para os países chamados de Terceiro Mundo. (KRUGMAN, 2005) Já a Organização Internacional do Comércio (OIC) foi criada com a missão de construir, coordenar e supervisionar o processo internacional de comércio que garantisse os princípios do multilateralismo e do liberalismo nas forças de mercado. Essa terceira instituição foi a única que não foi estabelecida, sendo alvo de discussões em 1947 por um Comitê Preparatório das Organizações das Nações Unidas. Após debate profundo, em 1948, os Estatutos da OIC foram aprovados em conferência global realizada em Havana, que criou definitivamente a OIC. Conforme Gonçalves (1998), os respectivos estatutos aprovados, no que se denominou Carta de Havana, determinavam os seguintes objetivos da OIC: - Promoção do crescimento da renda e da demanda efetiva em escala global. - Promoção do desenvolvimento econômico, principalmente dos países não industrializados. - Garantia de acesso em igualdade de termos a produtos e mercados para todas as nações, viabilizando o desenvolvimento econômico. - Promoção de redução das tarifas e outras barreiras ao comércio. - Prevenção da ocorrência de ações prejudiciais ao comércio internacional, por meio do desenvolvimento de alternativas, representando oportunidades crescentes para o desenvolvimento econômico. - Viabilização das negociações para resolução de problemas relacionados ao comércio internacional, focados no emprego, na política comercial, nas práticas organizacionais e políticas de commodities e no desenvolvimento econômico. Porém, o Congresso norte-americano, não ratificou a Carta de Havana, por receio de uma soberania excessiva na área do comércio exterior após o surgimento da OIC. Isso porque seria impossível implantar a OIC sem a presença da maior potência econômica da época.




diferenças com o marketing tradicional

diferenças com o marketing tradicional

Segundo a última definição de marketing citada anteriormente, marketing “é uma atividade - das instituições envolvidas - e processos para criar, comunicar e entregar ofertas que tenham valor para clientes, parceiros e sociedade em geral”, pode-se entender que não existe, em sua essência, diferença entre marketing on e off line. A proposta inicial, feita por Jerome McCarthy na década de 60 (Semenik, 1995), refere-se às quatro áreas primárias do processo decisório, que são decisões de produto (product), de preço (price), de promoção (promotion) e de praça / ou ponto de venda (place), e é comumente conhecida como os 4P’s do marketing.Mix de MarketingProduto Variedade de produtos/Qualidade/Design/Características/Nome da marca/Embalagem/Tamanhos/Serviços/Garantias/Devoluções.Preço Preço de linha/Descontos/ Concessões/ Prazo de pagamento/Condições de financiamento.Promoção Promoção de vendas/Publicidade/Força de vendas/Relações públicas/Marketing direto.Praça Canais/ Cobertura/ Variedades/ Locais/ Estoque/ Transporte Para alguns autores, essa representava a visão da empresa vendedora, não a visão dos clientes. Roberto Lauterbom (KOTLER, 2000) sugeriu olhar o mix de marketing sob o prisma do cliente, e sugeriu que ao invés dos 4 P’s que fossem 4 C’s: Cliente (ou Consumidor), Custo, Conveniência e Comunicação. Outra proposta surgida posteriormente foi transformar: usar os 4 E’s (NASCIMENTO, 2007), que são Entusiasmar (o cliente externo e interno), Emocionar (e surpreender o cliente), Enriquecer (proporcionar satisfações e benefícios aos clientes) e Enlouquecer (a concorrência). Christopher Graves, da agência Ogilvy, em uma palestra chamada “A evolução do marketing” tornou pública outra proposta de 4 E’s: Experience (Experiência de compra), Everyplace (estar em todos os lugares), Exchance (troca) e Evangelism (Evangelização ou Educação). Valarie A. Zeithaml e May Jô Bitner propõem outra abordagem do mix de marketing quando tratando exclusivamente de serviços, os 7 P’s: Produto, Praça, Promoção, Preço, Pessoas, Percepções evidentes e Processos.




ajudar a aprender faz sim toda diferença

ajudar a aprender faz sim toda diferença

O mundo corporativo está cada dia mais competitivo, com desafios constantes e nos primeiros passos da vida profissional de um jovem se percebe a falta de uma base fundamentalmente voltada a exploração da capacidade do indivíduo e não das exigências do mercado. No ambiente corporativo se exige competência e fluência, não apenas conhecimento acadêmico, faz-se necessário que o indivíduo contribua com o grupo, trabalhe em equipe, compartilhe, crie, provoque. Estamos no século XXI e vivenciamos os mesmos problemas da idade da pedra, a falta de COMUNICAÇÃO. Estamos formando cada dia mais pessoas introspectas e inibidas para conviver e trabalhar em grupo. Se fizermos uma analogia entre os negócios e um jogo, o que mais se assemelha ao que esperamos de uma equipe é o frescobol, pela sua regularidade, tecnicamente todo jogo tem um vencedor, mas ao mesmo tempo quanto maior a regularidade, mais interessante o jogo se ganha com o erro do adversário, ou seja, estratégia, desafio, conhecimento, troca, percepção, iniciativa este é o caminho para o sucesso. Estas características em comum apontam a direção dos melhores resultados, porém, para obtermos isso na idade adulta necessitamos de uma base construtivista de escuta, descoberta, experimentação, discussão, diálogos, assim formamos cidadãos comprometidos com o meio e não com fim. Líderes, gestores precisam ter discernimento e perspicácia para promover e reconhecer através da meritocracia os futuros e promissores profissionais que vão propagar, facilitar e dar continuidade aos propósitos. O reconhecimento estimula e incentiva outras pessoas e colaboradores. Acredito muito no poder da transformação, vivenciei uma experiência incrível em uma das companhias em que trabalhei. Em um dos departamentos convivíamos diariamente com uma sucessão de erros, nossos conferentes frequentemente despachavam mercadorias para lugares diferentes dos destinos mencionados nas notas fiscais, inclusive com troca de mercadorias dos mesmos fornecedores, isso nos levou a uma investigação minuciosa, mas sem a intenção de punir, tínhamos a convicção de que poderíamos ajudar.


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