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a (des)interação na sala de aula

a (des)interação na sala de aula

-A primeira característica trata do contato direto e prolongado do pesquisador com o ambiente e situação que se procura estudar. Esse contato se dá por intermédio de pesquisa de campo com o uso de instrumentos variados para coleta dos dados, tais como: gravadores e filmadoras. Pode-se também fazer uso de anotações em blocos de papel. Quando o pesquisador se insere no contexto que está sendo estudado torna-se possível uma melhor observação e compreensão do fenômeno. A própria pessoa do pesquisador representa um instrumento confiável de observação, seleção, análise e interpretação dos dados. Para melhor compreensão desta característica usaremos um exemplo apresentado por Ludke e André (2012). De acordo com as autoras, “se a questão que está sendo estudada é a da indisciplina escolar, o pesquisador procurará presenciar o maior número e situações em que esta se manifeste o que vai exigir um contato direto e constante com o dia a dia escolar”. (p. 11). As autoras acrescentam também que, estudos qualitativos podem também ser chamados de “naturalístico”. Isto se dá devido aos estudos serem desenvolvidos “no ambiente em que ocorrem naturalmente, sem qualquer manipulação intencional do pesquisador”. (p. 11-12). -A segunda característica que trata da questão da descrição representa o fato de os dados coletados serem representados por meio de “transcrições de entrevistas, anotações de campo, fotografias, vídeos, desenhos e vários tipos de documentos”. (GODOY, 1995, p. 62). Como o principal objetivo deste tipo de pesquisa é compreender de forma ampla o fenômeno que estão em estudo, todos os dados da realidade são importantes e devem ser examinados. Em conformidade com Ludke e André (2012), pontuamos que, “o pesquisador deve, assim, atentar para o maior número possível de elementos presentes na situação estudada”. (p. 12). Para exemplificar esta ideia Ludke e André (2012) descrevem que questões que podem ser consideradas simples e irrelevantes como: “por que as carteiras nesta escola estão dispostas em grupos nas primeiras séries e em fileiras nas terceiras e quarta séries?” devem ser colocadas e investigadas de forma sistemática. Para finalizar esta característica, consideramos interessante acrescentar que, conforme Godoy (1995), “o ambiente e as pessoas nele inseridas devem ser olhados holisticamente”. Isto significa olhar para o ambiente como um todo e não reduzi-lo a variáveis. -A terceira característica vem apresentada por Ludke e André (2012). De acordo com as autoras quando certo problema desperta o interesse de estudo do pesquisador, tal estudo deverá ser feito a partir da verificação de como este problema se manifesta nas atividades, procedimentos e interações cotidianas. Para melhor compreensão apresenta-se um exemplo de estudo realizado por Kramer e André (1984). A pesquisa tinha por objeto as práticas de alfabetização na escola pública, para tanto, foi importante mostrar como as medidas disciplinares de sala de aula serviam ao propósito de organização para o trabalho e como isso interferia no clima de sala e no envolvimento das crianças nas tarefas propostas. (p.12) -A quarta característica trata do desafio do pesquisador qualitativa em compreender os fenômenos que estão sendo estudados a partir da perspectiva dos participantes (GODOY, 1995, p. 63). Entretanto, deve haver um cuidado ao se revelar os pontos de vista dos participantes, pois se faz necessário encontrar meios de checar se há clareza na percepção do pesquisador. Esses meios de checagem podem ser feitos por meio de discussões abertas com os participantes ou confrontado com outros pesquisadores para que se possa, ou não, confirmá-las. -Por fim, a quinta e última característica básica, trata do aspecto indutivo utilizado pelo pesquisador na análise dos dados. O pesquisador qualitativo não parte de hipóteses estabelecidas a praiori. Partem de questões cujo interesse é amplo e vai-se delimitando no decorrer do desenvolvimento da pesquisa. Portanto, as abstrações vão se construindo a partir dos dados, em um processo de baixo para cima. Finalizamos a apresentação das características de uma pesquisa qualitativa. Nesse ponto do nosso estudo partiremos por uma viagem na História, buscando encontrar as origens dos estudos baseados nesta abordagem.




etnografia

etnografia

A pesquisa etnográfica durante certo tempo foi muito utilizada para a antropologia e sociologia, quase que exclusivamente. Isso se dava, devido ao fato de ser comumente utilizada no estudo de populações primitivas e minorias culturais. Atualmente, entretanto, utiliza-se a etnografia em outras áreas, como por exemplo, educação e psicologia social, podendo ser utilizada também em administração de empresas. Na área da educação, os pesquisadores passaram a se interessar por este método de estudo no início da década de 70. Já na administração de empresas, apresenta a possibilidade de estudos de cultura organizacional, por exemplo. Fetterman (1989, p.11), citado em Godoy (1995), define etnografia no seu sentido mais amplo, é entendida como a arte e a ciência de descrever uma cultura ou grupo, (p.28). Ludke e André (2012), citando Spradley (1979), apresenta a etnografia como sendo a descrição de um sistema de significados culturais de um determinado grupo. (p. 14). Para que uma pesquisa seja considerada como estudo etnográfico pode-se fazer um teste. Conforme Ludke e André (2012), este teste foi sugerido por Wolcott (1975) e consiste em verificar se a pessoa que lê esse estudo consegue interpretar aquilo que ocorre no grupo estudado tão apropriadamente como se fosse um membro desse grupo. (p. 14). A base de uma pesquisa etnográfica é o trabalho de campo. Neste caso, este trabalho de campo se dá por meio do contato intenso e prolongado do pesquisador com a cultura do grupo para descobrir como se organizam seu sistema de significados culturais, ou como foi desenvolvido e influenciado o comportamento daquele grupo em questão. Para o desenvolvimento de uma pesquisa nos moldes etnográficos deve-se, inicialmente, selecionar um problema ou situação de interesse. Em seguida, é necessária a adoção, talvez provisoriamente, de uma teoria ou modelo conceitual, a fim de orientar a pesquisa e auxiliar na compreensão da situação estudada.

Faz-se necessário que a pesquisa se mantenha bem informada quanto ao tema estudado. Os dados são coletados em campo e, conforme forem surgindo, o pesquisador vai contrapondo os mesmos ao seu modelo teórico previamente escolhido sejam para mantê-lo, ou modificá-lo. Esse trabalho de campo pode ter duração de 6(seis) meses a 2(dois) anos e é ele que melhor caracteriza a pesquisa etnográfica. A experiência direta e intensa do pesquisador com a situação em estudo lhe permite compreender como se dá a dinâmica desta situação. Os dados são coletados a partir da observação participante. Quanto à análise dos dados, não é possível separá-la do processo de investigação, aliás, se inicia desde o momento em que o pesquisador escolhe seu problema de estudo e só finaliza quando este conclui seu relatório. Quanto às técnicas, mais uma vez, a análise de conteúdo é uma boa opção.




data book: o livro de dados de obra

data book: o livro de dados de obra

Data book, ou livro de dados numa tradução literal, é um dossiê do fornecimento (materiais e projetos). Uma coleção de documentos que conta a história de um processo de fornecimento do início ao fim, evidenciando tudo o que for importante para o cliente, e pode envolver as áreas: Comercial, Técnica e da Qualidade. O data book não é coberto por nenhuma norma oficial, e este é o maior problema com esta documentação: não existe um padrão normativo sobre seu conteúdo ou sua estrutura, portanto, cada cliente especifica seu próprio procedimento com definição de estrutura, documentação, formulários e até mesmo a pasta adequada para seus data books. A Petrobras, por exemplo, tem uma série de normas para documentação (N-381, N-1710 e N-2064) que orientam a formatação de vários documentos e servem de base para os procedimentos de muitas empresas. Ela também tem um procedimento próprio (PE-25-IERB/PS-004) específico para data books. Estas normas ou o procedimento PE-25-IERB/PS-004 da Petrobras não são necessariamente adotadas pelas empresas, são apenas usadas como referência. Então, cada um fica de um jeito, cada um prefere um tipo de pasta (ou nenhum em particular), cada um tem sua forma de índice e divisão dos documentos. O que tem dentro? O conteúdo de um data book depende da necessidade (ou desejo) de um cliente, da complexidade do fornecimento (alguns ficam igual uma enciclopédia), e da importância ou criticidade do produto.Alguns documentos são comuns na estrutura de um data book: Capa; Índice (completo e também em cada seção); Pedido ou ordem de compra; Desenhos (geralmente aprovados pelo cliente); Catálogos e/ou Manuais; Especificação Técnica; Instruções de Instalação e Operação; Plano da Qualidade ou Plano de Inspeção e Testes; Procedimentos de Ensaios; Documentação de Soldagem; Registros de Qualidade (Relatórios de Testes, Inspeção, Certificados de Matéria Prima); Registros dos Instrumentos utilizados; Não Conformidades (se tiverem ocorrido); Relatório de Liberação (Inspeção Final); Listas de sobressalentes. Geralmente o data book é montado em seções (capítulos), numa pasta de capa dura (pasta A-Z, por exemplo) e também em meio eletrônico (CD); nesse caso a estrutura de diretório (pastas) do CD deve reproduzir a estrutura física, ou seja, cada seção numa pasta virtual, com índice geral na pasta raiz. A documentação deve ser controlada ao longo da fabricação e já arquivada ou digitalizada para no final montar o data book.




gestão de projetos: avaliação e mensuração de riscos

gestão de projetos: avaliação e mensuração de riscos

É de importância capital para o projeto a identificação dos riscos que podem afetar as atividades e o trabalho do mesmo. Além do mais, é necessário documentar todas as impressões, opiniões e constatações a fim de gerar aprendizado organizacional. Classificar o tipo de risco que um projeto está sujeito auxilia nesta tarefa. Há inúmeras formas de se classificar os diferentes tipos de riscos. Além das diferentes perspectivas (como vimos anteriormente) que assumem, sua natureza traz elementos que permitem à gestão maior previsibilidade sobre o que pode ocorrer. Assim, em diversos projetos que envolvem características financeiras, orçamentárias, contábeis e estratégicas da empresa, Mayo (2008) classifica as fontes de risco – ou seja os aspectos relacionados às características particulares de cada organização à qual o projeto se relaciona, quer dizer, à natureza – da seguinte forma: a) Risco diversificável (ou risco não-sistemático): refere-se ao risco associado ao ativo específico, no caso de um projeto voltado para o investimento financeiro. É o tipo de risco relacionado aos eventos que afetam um determinado ativo em decorrência de sua origem, suas características e sua suscetibilidade a determinados fatores. b) Risco não-diversificável (ou risco sistemático): refere-se ao risco não associado ao ativo específico. Geralmente são as variáveis políticas, econômicas ou conjunturais como inflação, taxas de juros, tributos e muitos outras, que atuam de maneira dispersa e genérica. c) Risco de negócio: refere-se à natureza das operações da organização na qual o projeto se embasa ou pretende atender com seus produtos gerados.d) Risco financeiro: refere-se à forma que a empresa financia seus ativos, ou nas palavras do autor, “se a empresa usa um valor substancial ou modesto no financiamento por dívidas”. e) Risco de mercado: refere-se à variabilidade nos preços dos ativos (mercado financeiro) ou nos produtos (demais mercados) aos quais um projeto se relaciona. A oscilação pode trazer ganhos ou perdas substanciais em curtos espaços de tempo. f) Risco de taxa de reinvestimento: refere-se à uma prática muito comum de se reinvestir o ganho obtido em um projeto objetivando um maior ganho futuro, considerando a repetição de bons resultados. No entanto, as taxas de reinvestimento nem sempre se mantêm interessantes por muito tempo, justamente por conta das variáveis externas a que um projeto está sujeito. g) Risco do poder de compra: refere-se a um importante risco que um projeto está sujeito, principalmente se estiver configurado para longos prazos de execução. A inflação é um fator de grande relevância e que deve ter seus efeitos depreciativos sobre o poder de compra do dinheiro devidamente considerados no orçamento.h)Risco de câmbio: refere-se à sujeição dos projetos às oscilações da taxa de câmbio. É muito comum em projetos que envolvam contratos de prestação de serviços ou de aquisição (ou venda) de recursos e produtos diversos, em diferentes moedas. i) Risco jurídico: refere-se à contraprestação de serviços que se observa na prática cotidiana dos projetos. A gestão de projetos deve buscar garantias jurídicas como contrato ou outros compromissos publicamente assumidos – com as devidas contrapartidas e penalizações por quebras de contratos – de maneira a garantir a correta execução das atividades, evitando quebra a cadeia de trabalho.


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