Real eau de toilette alta moda - perfume feminino 100ml com melhor preço

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Detalhes de Real eau de toilette alta moda - perfume feminino 100ml

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níveis de planejamento

níveis de planejamento

De acordo com Bateman e Snell (1998), as organizações podem ser divididas em três níveis, estratégico, tático e operacional, de acordo com o tipo de trabalho que é desenvolvido por cada nível.        Nível Estratégico O nível estratégico compreende os altos executivos da organização, responsáveis pela definição dos objetivos e planos da empresa, tomada de decisões quanto às questões de longo prazo da empresa, como: sua sobrevivência, crescimento e eficácia geral (BATEMAN, 1998, p. 30)Nível Tático O planejamento, no nível tático, é utilizado para traduzir os objetivos gerais e as estratégias da alta diretoria em objetivos e atividades mais específicos. (BATEMAN, 1998) O principal desafio neste nível é promover um contato eficiente e eficaz entre o nível estratégico e o nível operacional.Nível Operacional Já no planejamento operacional, o processo é de uma menor amplitude, onde o foco é trabalhar junto aos funcionários não administrativos, implementando os planos específicos definidos no planejamento tático. (BATEMAN, 1998)




contextualização das teorias das organizações

contextualização das teorias das organizações

Análise Retrospectiva Ao longo dos anos, e especialmente após a Revolução Industrial, existem novas formas de produção para atender esse processo evolutivo. Diversas pesquisas foram desenvolvidas, teorias foram elaboradas e as práticas organizacionais se modernizaram, “buscando não apenas o aumento contínuo da produtividade, mas especialmente o aumento do retorno pelo capital investido”. (CORTÊS, 2008, p.75) Nessa época os sistemas de produção industrial passaram por diversas fases. No início predominou o sistema familiar, que em algumas sociedades ainda existe. Entre o sistema familiar ou doméstico e o sistema fabril, “Introduziu-se um sistema de intermediação, que permanece até hoje em alguns sistemas produtivos, que operavam como um elo de ligação entre o produtor e o consumidor”. (KWASNISCKA, 1989, p.15) Devemos levar em conta um avanço com “maior sofisticação no processo de produção, maior controle de seu mercado abastecedor e consumidor, novas tecnologias e assim por diante” (KWASNISCKA, 1989, p.15) Com o crescimento do comércio houve a necessidade de controle, métodos de registro; como anotações e contabilizações. E para compreender esse contexto, é importante entender a evolução do pensamento administrativo que é marcado por processos e mudanças: [...] desde quando os primeiros estudos procuravam adaptar o ser humano à máquina, tornando-o apenas uma peça a mais, passando pelo excesso de zelo da Escola de Relações Humanas e chegando ao século XXI, em que a incerteza domina o cenário das organizações. (ARAUJO, 2009, p.5) No final do século XIX e início do século XX, Frederick Winslow Taylor, autor da Administração Científica procurou estabelecer “parâmetros para que a máxima produção pudesse ser obtida com um mínimo custo”. Para isso desenvolveu estudos em busca de uma organização científica do trabalho. De acordo com Silva (2002), Taylor viu a oportunidade de aplicar conceitos da disciplina, objetividade e a racionalidade na solução de problemas administrativos. Ele identificou as seguintes características na administração de organizações: - Ciência em lugar do empirismo; - Harmonia em vez de discórdia; - Cooperação, não individualismo; - Máxima produção e não restrição de produção; - Desenvolvimento de cada homem para a sua máxima eficiência e produt




conclusão sobre o estudo da estatística

conclusão sobre o estudo da estatística

Até o início do século XVIII, a estatística servia apenas para assuntos de estado e limitava-se a uma simples técnica de contagem, traduzindo numericamente fatos ou fenômenos observados – era a fase da estatística descritiva. No século XVIII, iniciou-se na Inglaterra uma nova fase de desenvolvimento da Estatística, voltada para a análise dos fenômenos observados. Ao longo do século XVIII e XIX, a Estatística desenvolveu-se muito, com a associação ao cálculo das probabilidades, que, entretanto havia se desenvolvido e a realização de trabalhos de pesquisas científicas nos domínios da botânica, biologia, meteorologia, astronomia, etc. Mais tarde a Estatística deixou de ser mera técnica de contagem de fenômenos para se transformar num poderoso instrumental científico ao serviço dos diferentes ramos do saber. E com essas características que a Estatística é hoje reconhecida. Áreas de aplicação da Estatística • Medicina: diagnóstico, prognóstico de, ensaios clínicos; • Genética: e Epidemiologia; • Agricultura: (experimentação agrícola); • Indústria e Negócio: (Controle de qualidade, previsão da demanda, gerenciamento eficiente, mercado e finanças); • Governo: Disseminação da informação, políticas de decisão, serviços públicos; • Economia: Técnicas econométricas e séries temporais; • Pesquisa: Artes, arqueologia, ciências exatas. • Ambiente: Mercado, petróleo. • Direito: Evidência estatística, teste de DNA, investigação criminal.Atuação principal da Estatística • Bioestatística: Aplicações à medicina; • Biometria: Aspectos estatísticos e matemáticos da biologia; • Sociometria: Estudo de problemas sociais através da estatística; • Demografia: Ciência da população humana e sua evolução; • Epidemiologia: Campo da medicina que trata dos estudos de epidemias; • Econometria: Estudo de problemas econômicos combinando métodos estatísticos e matemáticos com teoria econômica.




motorola: relembre agora os celulares que foram grandes sucessos!

motorola: relembre agora os celulares que foram grandes sucessos!

Lembra que eu comentei outro dia aqui no blog, que logo, logo, os novos celulares da Motorola virão com a marca Moto by Lenovo? Pensando nisso,  fiz uma listinha com os aparelhos mais famosos da história da Motorola pra você relembrar, olha só!

DynaTAC (1974): O primeiro celular da Motorola Lá no comecinho da telefonia celular, os aparelhos não eram portáteis e tinham que ser carregados até nos porta-malas dos carros, acredita? Mas, isso mudou a partir de 1974, quando um ex-funcionário da Motorola chamado Martin Cooper revelou o primeiro telefone portátil do mundo: o DynaTAC, que tinha 33 cm de altura, 4,5 cm de largura e 8,9 cm de espessura, além do peso de 794 gramas.

  Só que o aparelho, demorou uns 10 anos pra chegar às lojas, viu? Naquele tempo, o celular DynaTAC contava com um pequeno visor LED, e tinha uma memória pra guardar somente 30 números e uma bateria que não chegava nem a oito horas de duração. Mesmo assim, a invenção foi considerada muito inovadora pra época!! MicroTAC (1989): A inspiração para os celulares Flip Depois de lançar o DynaTAC, a Motorola surpreendeu com o revolucionário MicroTAC. E olha só, a grande sensação desse celular era que o microfone que captava voz durante as chamadas podia ser dobrado sobre o teclado, algo inédito na época, não é mesmo? Por isso, o aparelho foi considerado fonte de inspiração para a popularização dos celulares com flip.

Motorola PT-550 (1990): o primeiro celular vendido oficialmente no Brasil Esse foi o queridinho do Brasil, já que a história da Motorola também se mistura com a da telefonia celular no país. O modelo PT-550, lançado pela empresa em 1990, foi o primeiro a ser comercializado por aqui. Mas, o telefone era considerado acessório de luxo, já que naquela época, o precinho dele ficava em torno de US$ 3,5 mil dólares. Muita coisa, né?

Star TAC (1996): sucesso de vendas Sabe aquele celular lindo e top de linha que você sonha em ter um dia? Pois é, o Star TAC da Motorola foi um grande clássico da marca, que aliás até hoje está entre os aparelhos mais vendidos do mundo! Só pra você ter uma ideia, foram 60 milhões de unidades. Uau!! Ele tinha um design bonito, que podia ser dobrado ao meio, além de ser um dos primeiros a ter alertas de vibração e a indicar frequentemente o sinal de rede. Ah, e pra completar, o peso dele era de apenas 88 gramas, superlevinho, né?

Razr V3 (2004): A “Moda” antes do iPhone Já o modelo Razr V3 é o celular com flip que virou sonho de consumo! Ele  tinha um design lindíssimo e, que logo caiu nas graças do público. Foram mais de 130 milhões de unidades vendidas em todo o mundo, acredita? Ah, e o modelo tinha teclado metálico espelhado, navegador web, toques de MP3 e uma tela colorida de 2,2 polegadas, o que era um ótimo tamanho pra época. Na tampa, o telefone tinha ainda um pequeno visor para notificações. Um espetáculo só!

DEXT (2009): O primeiro com Android Olha só que curioso, a Motorola demorou um pouco pra começar a usar o sistema operacional Android, até que, em 2009, chegou o novo Moto DEXT, rodando a versão 1.5 do sistema do Google. Esse aparelho tinha uma tela um pouquinho maior que a do Razr V3 (2,2), de 3,1 polegadas. Além disso, ele vinha com um teclado físico deslizável pra digitação supercharmoso, o que inclusive foi uma característica que marcou os smartphones da marca durante muito tempo.

Atrix (2011): O primeiro com leitor de digitais Você sabia que a Motorola foi a responsável por trazer essa tecnologia para celulares, antes mesmo da Apple com o seu iPhone 5S? Isso mesmo! Tanto que o primeiro aparelho com leitor de digitais foi o Atrix, considerado um celular poderoso na época, já que trazia o sensor pra leitura digital na parte superior. Só que infelizmente, apesar da inovação toda, o celular não conseguiu fazer o mesmo sucesso que os iPhones, por exemplo.

Moto X (2013): o top de linha que sacudiu a concorrência Já o primeiro Moto X foi apresentado em 2013, mas o smartphone deu o que falar, viu? Na ocasião do lançamento ele mostrou configurações inferiores em relação aos de seus concorrentes, como a Samsung por exemplo. Mas, por ter o sistema Android puro, que é responsável por fazer o celular funcionar direitinho sem travamentos entre outros probleminhas, o celular também trazia atualizações rápidas e comandos de voz bem fáceis, o que fez com que o primeiro “Moto” tivesse destaque!


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