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A Creatina Creapure - Optimum Nutrition é um suplemento feito exclusivamente de Creatina Monohidratada ...

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gestão da manutenção - um salto da qualidade a lucratividade!

gestão da manutenção - um salto da qualidade a lucratividade!

Para a organização em geral a Gestão da Manutenção vem abordar, gerenciar e definir uma tecnologia de manutenção que esclareça as causas das avarias nas máquinas e nos produtos, com base na análise dos tipos de problemas dos equipamentos e dos defeitos resultantes. É responsável por diversos serviços e tarefas, tais como, projetos, montagem, construção, manutenção, limpeza, conservação e a manutenção propriamente dita de todas as instalações da organização. Segundo [MISHAWAKA, 1993], “[...] os objetivos próprios de uma gerência de manutenção moderna são: maximizar a produção com menor custo e a mais alta qualidade sem infringir normas de segurança e causar danos ao meio ambiente”. Pelo que sabemos até agora, desde a invenção da Máquina a vapor, nossos estudos tem se baseado em propor formas mais eficientes de organizar o processo fabril, a fim de atingir o máximo de produtividade. Estudos estes com bandeira levantada pelos engenheiros Frederick Winslow Taylor e Henry Fayol. Tanto um como o outro, teve a preocupação de submeter o trabalhador ao ritmo da máquina, tendo como exigência o domínio de habilidades específicas. Só que com todas as mudanças tecnológicas até então ocorridas para atenderem as necessidades de suprir as novas exigências do mercado, esqueceram-se de qualificar o trabalhador. Vamos partir do princípio que o homem é a peça chave para o sucesso de qualquer atividade e para que este profissional garanta sua integridade operacional, o mesmo venha realizar suas tarefas em máquinas e equipamento que estejam em constante manutenção. A manutenção embora despercebida, ela sempre existiu, mesmo nas épocas mais remotas. Foi por volta do Séc. XVI, na Europa Central, juntamente com o surgimento do relógio mecânico, que apareceram os primeiros técnicos em montagem e assistência. Ela só firmou-se na Segunda Guerra Mundial, mesmo existindo ao longo da Revolução Industrial. Fica aqui registrada a importância da Gestão da Manutenção, pois é uma forma eficiente, combatendo o desperdício e proporcionando um ambiente de trabalho limpo, seguro, agradável e higiênico, contribuindo para o aumento da produtividade e lucratividade da organização. “A manutenção não deve ser apenas aquela que conserta, mas, sim, aquela que elimina a necessidade de consertar” (anônimo).

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.




sistema financeiro de habitação e sistema financeiro imobiliário

sistema financeiro de habitação e sistema financeiro imobiliário

O Sistema Financeiro da Habitação foi criado pela Lei 4.380, de 21 de março de 1964, que também criou a correção monetária nos contratos imobiliários, o BNH e as Sociedades de Créditos imobiliários. SFI - Sistema de Financiamento Imobiliário - Instituído pela LEI Nº 9.514, DE 20 DE NOVEMBRO DE 1997, tem por finalidade promover o financiamento imobiliário em geral, segundo condições compatíveis com as da formação dos fundos respectivos. Conceitos básicos: 1. Acabamentos - pinturas, revestimento,etc. 2. Agência imobiliária - Empresas do mercado imobiliário . 4. Agente financeiro - Instituição financeira, pública ou privada, com a qual é feito o financiamento . 5. Alienação fiduciária - É a transferência do devedor para o credor do domínio de um bem, em garantia de pagamento. O credor conserva o domínio do bem alienado (posse indireta) somente até a liquidação da dívida garantida. Após a quitação do pagamento, o comprador adquire o direito de propriedade do imóvel. 6. Apólice de seguro - Contrato onde são definidas as cláusulas que regem a relação entre a companhia de seguros e o segurado. 7. Apropriação - Forma de aquisição de propriedade. 8. Arbitramento - Estimativa, parecer, exame ou avaliação, feita por peritos para determinar o valor pecuniário. 9.Área de uso comum - É a área que pode ser utilizada em comum por todos os proprietários do prédio ou condomínio, sendo livre o acesso e o uso, de forma comunitária 10.Área privativa - É a área do imóvel da qual o proprietário tem total domínio. 11. Área útil - É a área individual. É a soma das áreas dos pisos do imóvel, sem contar as paredes, ou seja, restrita aos limites. 12.Arrematação - Venda judicial de bens penhorados, feita em local público. 13.Arrendamento - Aluguel ou contrato, bilateral, pelo qual alguém cede à outra pessoa (arrendatário, locatário), por certo tempo e preço. 14.Ata - Registro fiel das deliberações tomadas por uma reunião 15.Cadastro de imóveis - Registro público mantido pelo Prefeitura, de bens imóveis existentes no município. 16.Capital - É certa soma em dinheiro que constitui parte de um patrimônio, isto é, o conjunto de bens que alguém possui. 17.Cartório de notas - Local onde são arquivados documentos importantes e onde funcionam os registros públicos, ofícios de notas e tabelionatos. 18.Cartório de registro de Imóveis - Órgão público integrado ao Judiciário com a função especial de registrar o direito real de propriedade do imóvel e suas modificações. 19.Certidão de Registro de Imóveis - Documento expedido pelo oficial ou servidor do cartório de registro de imóveis, a requerimento de qualquer pessoa, relativo ao que constar nos assentos feitos. 20. Certidão negativa - É a certidão que atesta a não existência de alguma ação civil, criminal ou na Justiça Federal, ou se a pessoa está impedida de realizar qualquer ato 21.Cessão - Ato pelo qual uma pessoa transfere para outra (gratuitamente ou não) um ou mais direitos, deveres ou bens de que é titular. 22.Código de Defesa do Consumidor - É a Lei nº 8.078, de 1990. Estabelece direitos e obrigações de consumidores e fornecedores para evitar qualquer tipo de prejuízo por parte do consumidor. 23.Comodato - É um contrato unilateral, pelo qual, alguém (comodante) entrega a outra pessoa (comodatário) coisa infungível para ser usada temporariamente e depois restituída. 24. Confisco de bens - É a apropriação (apreensão) punitiva que o Estado faz de bens particulares, sem que seja paga qualquer indenização ao proprietário.




planejamento e controle de produção

planejamento e controle de produção

No seu cotidiano, o homem precisa satisfazer uma série de necessidades, sem as quais a vida se tornaria difícil. Tais necessidades são materializadas em forma de alimento, transporte, habitação, vestimenta, material de higiene, entre outros, os quais precisam de constantes renovações, para possibilitar ao homem a continuidade de sua satisfação. Para que isso ocorra, é necessário que novos bens sejam preparados, por meio da produção. E para que a produção ocorra são utilizados fatores que se juntem para fazer surgir os produtos. Os fatores de produção são: a terra, o trabalho e o capital. O planejamento é um instrumento valioso em qualquer atividade na qual se buscam resultados positivos; assim, uma vez que dispõe dos recursos necessários, uma empresa pode, enfim, planejar sua produção. Para tanto, é imprescindível que realize estudos de alguns pontos importantes, como mercado, disponibilidade de mão de obra e matéria-prima, produto (especificação e padronização), capacidade produtiva dos equipamentos, custos, conhecimento do processo e recursos. Cabe ao planejamento da produção objetivar os planos para orientação e controle da produção. Em termos simples, o Planejamento e Controle da Produção determina o que vai ser produzido, quanto vai ser produzido, como vai ser produzido, onde vai ser produzido, quem vai produzir e quando vai ser produzido. Constitui-se, então, em processo não complexo, porém, com vários caminhos a serem seguidos, o que exigirá da empresa uma análise rigorosa de todas as etapas que serão efetuadas. Todo esse rigor na execução de um planejamento da produção repousa no fato de ser neste setor onde os bens tomam sua forma final. Daí deve proceder dentro das especificações estabelecidas por um mercado altamente exigente no que se refere aos padrões de qualidade. Portanto, não se trata só de planejar, como de controlar também a produção.

Em princípio, sabe-se que a produção deve atender à demanda do mercado, fato condicional para a sobrevivência de qualquer empresa deste segmento. É sobre este aspecto que se deve enfatizar o controle da produção, ou seja, uma comparação do que foi feito com o que deveria ter sido feito. À medida que a empresa executa com seriedade um controle sobre sua produção, diminuirá o risco de incorrer em erros, definindo, então, sua capacidade de administração dos propósitos tratados. Espera-se que esta seja uma tarefa contínua, buscando melhorias e soluções para problemas encontrados anteriormente. Trata-se da determinação da qualidade de seus serviços, importante como a qualidade de seus produtos. Os fatores de produção nos fornecem uma macrovisão do sistema produtivo, enquanto os meios de produção permitem uma visão voltada para o interior da unidade produtiva. Apesar de haver identidade entre os dois termos, os meios de produção são instrumentos utilizados na obtenção ou na transformação dos produtos fabricados. Os meios aplicados na produção são: a matéria-prima, que é o material necessário para a fabricação dos bens, que uma vez transformado, dará origem ao produto; a mão de obra, que é o esforço humano necessário ao comando do processo produtivo, por meio do qual a matéria-prima é transformada, e os equipamentos que são os meios utilizados pela mão de obra na transformação da matéria-prima em produto.

Esse meio auxilia o homem na obtenção dos bens, com maior produtividade. A reunião dos meios produtivos (matéria-prima, mão de obra e equipamentos) possibilita a fabricação de produtos que surgem pela ação dos sistemas produtivos.




política fiscal

política fiscal

A Política Fiscal compreende dois conjuntos de medidas. Por um lado tem-se a Política de Gastos Públicos, que abrange o controle de gastos do governo e por outro lado, tem-se a Política Tributária, que diz respeito à arrecadação de impostos. Tais instrumentos podem ser utilizados para inibir ou estimular a demanda agregada. Caso o governo tome por prioridade o combate à inflação, ele terá de realizar ações que venham a inibir a demanda agregada. Tem-se que as ações da Política Fiscal poderão ser adotadas são: • A redução dos gastos públicos; • A elevação de impostos (considerando os impostos diretos, que incidem sobre a renda e o lucro).Observa-se que a diminuição dos gastos públicos torna-se importante para a redução da demanda agregada, pois com a redução do ritmo da atividade pública: • Menos obras serão realizadas, • Os salários dos funcionários públicos não serão aumentados, • Os gastos da previdência social se manterão estáveis, de forma que aposentados e pensionistas terão de se adequar a uma renda exígua. Assim, a renda disponível para o consumo das famílias não aumenta, impedindo uma elevação brusca da demanda por mercadorias e serviços. Por outro lado, também se observa que a elevação dos impostos reduz ainda mais a renda disponível, sendo esse mais um fator de desestimulo à demanda agregada. Por meio destas duas medidas, a renda disponível média da sociedade diminui de forma significativa. As empresas terão então de disputar dentre elas os poucos consumidores com renda suficiente para comprar as suas mercadorias. Neste contexto, elas tenderão então a reduzir o preço de venda de seus produtos, ou, ainda, manter os preços estáveis. Kurz (2003) explica que a adoção dessa política pode ser eficiente no combate à inflação, embora reduzir a renda disponível em um país com tamanha desigualdade social possa parecer injusto. Porém, os efeitos nocivos da inflação são considerados ainda menores do que a solução final, que é ministrada para o seu controle. Tais efeitos têm resultados colaterais. As medidas de controle da inflação devem então ser muito bem dosadas. Caso contrato, a queda na demanda agregada poderá ser grande demais, o que pode vir a provocar uma queda imensa nas vendas, o que, por sua vez, pode vir a gerar desemprego, desestimulando novos investimentos privados, culminando assim, em uma rescisão econômica. Porém, pelo menos tais medidas, além de combater a inflação têm um efeito colateral positivo. Se o governo está gastando menos e arrecadando mais impostos, ele tem a oportunidade de colocar as suas contas em dia, reduzindo assim seu déficit ou ampliando o seu superávit público.


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