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Descrição

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estética do comportamento

estética do comportamento

 Como agir elegantemente em lugares públicos, vejamos alguns exemplos: • Nas Ruas: Quando alguém ceder passagem, diante de qualquer cortesia, agradeça. Devemos evitar discussões ou reflexões de ordem política. Religiosa, familiar nas ruas ou em lugares públicos. Quando encontramos um amigo (a), devemos ser breves na conversação ou procurar algum lugar onde possamos sentar e conversar á vontade. Estando a mulher acompanhada de um homem, ela deixar cair um embrulho, cabe a ela dar a oportunidade ao homem para ser cavalheiro. Quando o homem deixar cair um embrulho, basta preveni-lo “o senhor deixou cair sua chave”. • Nas calçadas: Caminhamos pela calçada, devemos moderar o passo. No caso de acontecer um encontrão, devemos saber nos desculpar delicadamente. O canto das calçadas, junto às paredes, continua sendo o lugar que o homem reserva para as mulheres, idosos, deficientes e crianças. As mulheres observam a mesma regra diante destes: gestante em estado avançado, deficientes, idosos e crianças. • Entradas e Saídas: Ao entrar num edifício, loja, transporte coletivo, elevador, diante de qualquer entrada e saída, a regra, sem exceções, é ceder o lugar a quem sai. Quando o homem cruza com uma senhora, deve ceder-lhe passagem, além de segurar a porta que ela passe. Uma mulher, quando acompanhada por um homem, deve aguardar que este abra a porta sua entrada. (Exceção, quando a mulher é anfitriã, ela abre e fecha portas). Diante de portas, não prolongue despedidas. Evite gestos de excessiva cortesia. Em um ambiente qualquer, quando todos os lugares estiverem tomados, ao entrar uma mulher, um homem deverá ceder o seu lugar. Com idosos (a), deficientes, gestantes, a mulher deverá tomar a mesma atitude. • Coletivos e Táxis: Revela vulgaridade quem fala ou ri espalhafatosamente num transporte coletivo. Ao subir num ônibus a mulher precede o homem. Ao descer, cabe ao cavalheiro faze-lo primeiro, oferecendo a mão à senhora como auxílio. Quando um cavalheiro oferece o seu lugar a uma senhora, ela deve aceitar, agradecendo. Quando alguém faz sinal para chamar um táxi e o carro se aproxima, uma outra pessoa não deve passar a frente e entrar no táxi rapidamente. No “corre-corre”, um cavalheiro cortês sede sua vez a uma dama. • Elevadores: Nos elevadores o homem deve afastar-se sempre diante de uma senhora mantendo a porta aberta para que ela entre no elevador. Quando ambos, homem e mulher descem no mesmo andar, cabe ao homem abrir a porta e segura-la. Se houver um pequeno degrau, cabe ainda ao homem prevenir à senhora.




se o rh não intervier logo...

Você pode achar que o profissional de Recursos Humanos nada tem a ver com a imagem de uma empresa. No entanto, indiretamente, tem sim. Se partirmos do principio que para trabalhar essa imagem é preciso um profissional, então o RH é quem irá contratar esse profissional. Porém, para tristeza geral, no atual contexto de mercado, existem áreas que estão fugindo ao controle do RH e afetando, em muito, a imagem da empresa.

Vou dar um exemplo: recentemente, uma profissional foi chamada por uma empresa de promoções, cujo trabalho seria, em caráter temporário, vender produtos de uma grande multinacional da área de alimentos. Na ocasião, a contratante da empresa (de promoções) explicou o trabalho e fez uma clara observação no final do papo: se fosse feito um bom trabalho, o profissional poderia ser contratado pela companhia X (a famosa multinacional).

Houve então um “treinamento” para a nova equipe de vendas, onde tudo o que foi passado aos temporários eram cópias de folhetos, cartazes, mapas de regiões, enfim, tudo! Não bastando todo material estar em cópia, deram um telefone com função rádio que devia ter uns cinco anos e não funcionava! Ah, e um crachá com o nome da empresa de promoções em destaque e o da empresa cliente bem pequenino!

Sabe qual o mote do “treinamento”? Eles deveriam chegar aos pontos de vendas e dizer que os produtos da empresa X (a famosa multinacional) eram muito melhores do que os do concorrente, que a empresa era Premium, a melhor do mercado, dava total assistência aos clientes, rápida reposição de produtos, etc, etc, e não tinham um folheto sequer para deixar com o provável cliente. Inclusive, nem crachá com o logo da empresa, muito menos um cartão de visitas!

Em um comentário dessa profissional com o supervisor de vendas (da famosa empresa) a respeito dessas falhas, até ele ficou constrangido, porém disfarçou e mudou de assunto. Também informou que a questão de eventual contratação não era verdadeira.

Entendo que as empresas passaram a reduzir custos de headcount e terceirizar grande parte dos serviços, utilizando-se de artimanhas como a contratação de cooperativas ou pequenas empresas, onde “limpa” a folha de pagamento, diminui sensivelmente os impostos e delega a responsabilidade de certos trabalhos, em alguns casos o hard work (ou trabalho duro, como alguns chamam). Tudo isso poderia ser muito bem aceito, desde que houvesse uma supervisão eficiente, e não fosse só uma saída visando a economia de custos.

A redução de custos é bastante válida, no entanto, profissionais na rua com esse tipo de “treinamento”, como no caso dessa empresa de promoções, podem ser um “tiro no pé”, já que ganham pouco, não recebem material adequado, não recebem treinamento adequado e acabam virando uma espécie de propaganda negativa da empresa juntos aos prováveis clientes. Mas isso, infelizmente, tem se tornado rotina.

Um segmento que vem se utilizando de expedientes como esse, é o da telefonia celular. A maioria de posições que estão à disposição no mercado é para profissionais que concordem em ganhar pouquíssimo, trabalhar muito, ganhar algum vale, qualquer coisa: utilizar o próprio carro, celular e laptop ou desktop! Também não precisam ir ao escritório e podem trabalhar em casa, onde ficam às próprias expensas, claro!

Sem querer ser muito pessimista, sinceramente, não acredito que pessoas que concordem com esse tipo de propostas sejam bons profissionais. Ou pegam “o trampo” porque precisam ganhar algum dinheiro para se manter, ou porque “é o que apareceu”, e na primeira oportunidade melhor, dão um adeus e caem fora da empresa.

Esse troca-troca de pessoas, esse rodízio generalizado, não faz nada bem para qualquer empresa. Os profissionais não têm motivação para “vestir a camisa”, não recebem um treinamento, não criam nenhum vínculo ou raízes com a empresa, conseqüentemente, não tem comprometimento.

Temos hoje as terceirizações do telemarketing (call center), área de vendas, informática, promoções, propaganda, assessoria de imprensa, contabilidade, alguns até a administração de rotina de um negócios, recepcionistas, telefonistas, segurança, limpeza, motoristas, transportes, logística, estoques etc. Muitas áreas de grandes (e pequenas também) empresas hoje estão terceirizadas.

Nessa roda-viva, o RH precisa frear internamente esses ímpetos de terceirizar tudo, fazendo contratações irregulares e totalmente sem treinamento dos profissionais. Deve buscar opções que atendam às necessidades da empresa e não delegar as atribuições de contratações das terceirizadas aos departamentos. Você já viu um homem de vendas, com metas a cumprir, ser totalmente seguidor de normas e procedimentos? Sem nenhum demérito à categoria, eles são verdadeiros “tratores”, porque gente mansa, boazinha, seguidora de padrões e regulamentos, não serve mesmo para ser vendedor.

Tenho acompanhado bastante a área de Recursos Humanos e vejo que está de novo bastante prestigiada, só falta perder o medo de bater na mesa e dizer: basta de tanta irregularidade! Ou a área serve para contratar e treinar, ou a imagem não resistirá ao tempo e às pressões. Com a palavra, os administradores de RH!

Por: Edson Lobo, Jornalista com especialização em Administração de Marketing e Propaganda.

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.




promoção esse condomínio é meu chega à segunda fase e agora com sorteios de 1 carro todo mês e, no final, mais um condom

promoção esse condomínio é meu chega à segunda fase e agora com sorteios de 1 carro todo mês e, no final, mais um condomínio de casas

Gente, hoje eu tô tão animada e sabe por quê? Lembra que no comecinho de março eu anunciei aqui no meu blog a promoção Esse Condomínio é Meu? Pois é, agora estamos indo pra segunda fase dela e com muito mais prêmios. Olha só!

O sucesso foi tão grande que a promoção foi estendida e agora, além de sortear R$ 1 milhão de reais em barras de ouro, dando a oportunidade de adquirir um condomínio de 5 casas no valor de R$200 mil reais cada ao final da ação, também será sorteado um carro Volkswagen Up zero-quilômetro por mês, até o fim do ano. Ao todo, serão seis carros até o final da promoção. Incrível, não? Como faz para participar? A cada 100 reais em compras = 1 cupom Comprou com o cartão Luiza – cupom em dobro Adquiriu a garantia estendida = cupom em dobro Ahh, mas essas condições não são acumulativas, tá!? E se quiser mais informações acesse o hotsite da promoção. O que você está esperando? Compre na loja, no site ou pelo celular e concorra. Participe!

Agora me conta, já se imaginou ganhando esses prêmios? Compartilhe:    




conceito de contabilidade

conceito de contabilidade

A contabilidade pode ser entendida como sendo a ciência que estuda, controla, observa, registra e informa os fatos e acontecimentos patrimoniais das organizações. Sem a contabilidade não seria possível saber com exatidão a situação financeira e patrimonial de uma organização. Pois a contabilidade é um instrumento de grande importância, segundo Barros (2002): A contabilidade pode ser definida como uma ciência social que estuda e pratica as funções de controle e de registro relativas aos atos e fatos da Administração e da Economia, mais especificamente, trata-se do estudo e do controle do patrimônio das entidades (empresas, organizações). Sendo feito por meio dos registros contábeis dos fatos e das respectivas demonstrações dos resultados produzidos. A contabilidade é necessária para toda e qualquer empresa independente do ramo de atividade, seguimento e da sua forma de tributação. Segundo Attie (2011), a contabilidade é o instrumento de medição e avaliação do patrimônio e dos resultados alcançados pela administração da empresa. A contabilidade possui objeto próprio, ou seja, o Patrimônio das Entidades consiste em conhecimentos obtidos por metodologia racional, com as condições de generalidade, certeza e busca das causas, em nível qualitativo muito parecido com as outras ciências sociais, (ATTIE, 2011).


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