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A camisa polo infantil, 7061 é composta por tecido misto, que a deixa agradável e macia. Vantagens: corte ...

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o círculo da comunicação

o círculo da comunicação

A convergência dos 7% de impacto das palavras, com os 38% de impacto do tom de voz e dos 55% do impacto da linguagem corporal sobre as transmissões e recebimentos de mensagens resulta no que chamamos de círculo da comunicação. Numa negociação, quem souber tirar o melhor proveito possível desse “círculo” obtém os melhores resultados, pois, se o corpo “fala”, quem sabe “ler”, saberá mais. E quem sabe mais, toma decisões mais pensadas, mais firmes e mais eficazes. Para estabelecer um círculo de comunicação positivo é preciso haver confiança, o que pode ser adquirido por meio da afabilidade, da honestidade, assim como por intermédio de outras atitudes que geram a empatia entre os negociadores. Pois, se um negociador consegue sentir o que sentiria caso estivesse na situação e/ou circunstâncias experimentadas pelo outro, certamente conseguirá estabelecer uma comunicação bem mais próxima, aberta e espontânea. Logo, sempre que possível, como bom negociador, tente se colocar no lugar do seu oponente para saber o que ele está ou vai compreender daquilo que já falou ou vai falar. Frente ao exposto, se o seu interlocutor fala baixo, procure falar no mesmo tom; se ele fala rápido, não seja vagaroso. Tente harmonizar a sua maneira de falar com a da outra parte. Isso fará com que ele se sinta mais à vontade e seja mais espontâneo contigo. O desenvolvimento da empatia configura-se então na maneira mais fácil de obter um bom proveito de um “circulo de comunicação”. E para sabermos que essa empatia foi conquistada, basta verificar a atenção que o outro despeja em sua comunicação, ou seja, quanto mais atenção ou quanto mais concentração ele despejar em suas agradáveis expressões, mais empático ele estará sendo. E um bom sinal disso é a postura de mão no queixo e pernas cruzadas. Assim, mesmo em situações tensas, tente ser empático e conquistar a empatia do outro. Isso trará bons frutos para a comunicação.




como a renda está distribuída na sociedade?

como a renda está distribuída na sociedade?

A forma como a renda está distribuída numa sociedade, segundo Kotler e Keller (2006), irá influenciar a demanda por determinados tipos de produtos e serviços. Numa economia considerada como de subsistência, por exemplo, onde há pouca renda disponível, os autores consideram que haverá poucas oportunidades de marketing, já que os consumidores que ali estão procuram principalmente a sua sobrevivência e demandam por produtos básicos, como alimentos e similares. No caso de economias voltadas para a exportação de matérias-primas, há mercados para equipamentos e ferramentas utilizados na extração dessas matérias, assim como para artigos de luxo, que são destinados aos ricos dessa sociedade. Em economias em fase de industrialização, por sua vez, surgem demandas para novos tipos de bens, voltados a atender uma nova classe rica e uma classe média que se encontra em crescimento. E, por fim, nas economias industrializadas surgem as demandas por praticamente todos os tipos de bens e serviços. Como se vê, portanto, ao fazer a classificação das sociedades conforme o tipo de sua industrialização, Kotler e Keller (2006) evidenciaram a maior ou menor presença de renda nas sociedades e as demandas que são decorrentes dessa presença. Para eles, os países apresentam cinco padrões de distribuição de renda, que são: rendas muito baixas; rendas em sua maioria baixas; rendas muito altas e muito baixas; rendas baixa, média e alta; e rendas em sua maioria médias. No Brasil, onde historicamente se vê um registro de desigualdades na distribuição de renda, vem acontecendo uma mudança interessante em relação a essa variável. Segundo Castro (2010), a distribuição de renda vem melhorando no país, com uma redução de 43%, desde 2003, no número de pessoas que vivem como miseráveis, ou seja, com menos de R$ 137 reais por mês, o que ainda representa um número de 30 milhões de pessoas. Nesse mesmo sentido evolutivo, o portal de notícias R7 divulgou em maio que a renda do brasileiro cresceu 7,6% entre 2002 e 2008, indo de um salário médio de R$ 926,14 para R$ 996,45. Na zona rural esse aumento foi mais expressivo, com uma alta de 28,15%, indo de R$ 431 para R$ 553 reais, também no período. Embora proporcionalmente aos valores dos salários os aumentos possam não parecer expressivos, isso de fato tem apresentado um impacto significativo na vida das pessoas e das organizações, em função da demanda de consumo que vem se elevando, confirmando a boa fase vivenciada pelo Brasil. Para se ter uma ideia, conforme Leite (2010), nos últimos 18 meses mais de 8 milhões de famílias ganharam condições de comprar um carro próprio, numa combinação de fatores que inclui a variável renda. Segundo o portal R7, a venda de consórcios bateu recorde no primeiro trimestre de 2010, somando-se mais de 3,83 novos milhões de clientes às seguradoras. E o Portal Fator Brasil (2010) divulga que “o consumo de produtos e serviços nas classes C, D e E deve crescer o dobro do projetado para as classes A e B”, o que sem dúvida é influência da distribuição mais adequada e da melhoria de renda nas classes C, D e E.




você é criativo?

    Provamos por a+b que você já nasceu criativoSerá a capacidade de criar um dom inato? Se for, e você não o tiver, está condenado a morrer assim? Se você acredita nisso, prepare-se para mudar de paradigma!

Aqui adotamos uma definição diferente e subjetiva de criatividade: uma pessoa cria quando concebe em sua mente algo que nunca viu, ouviu ou sentiu antes. Essa definição ignora o fato de a criação ser útil ou não para algum propósito ou para resolver algum problema. Mas é importante distinguir esses dois tipos de criatividade; ao primeiro chamamos criatividade pura, e ao segundo, criatividade aplicada. A criatividade pura é um ato mental, que consiste em última análise da capacidade de combinar sons e imagens de forma subjetivamente nova, independentemente de qualquer conexão lógica com o mundo exterior. Essa definição de criatividade desloca os aspectos novidade e originalidade, beleza, utilidade, veracidade, viabilidade e implementação para um segundo momento; criar é um ato pessoal e subjetivo, a criatividade pura vem antes da aplicada. Criações não têm necessariamente que servir para alguma coisa, como solucionar um problema, dar retorno financeiro, serem maravilhosas e belas, nada disso. Assim, se você imagina sua cabeça fora do corpo, e o faz de uma forma que nunca fez antes (não é uma lembrança), você está criando. Estará também criando nas seguintes situações:

Já a criatividade aplicada consiste tipicamente em elaborar operações que conduzem de uma situação a outra, seja de uma situação-problema para uma solução ou, mais genericamente, elaborar comportamentos que modificam uma situação percebida para uma desejada. A criatividade aplicada em geral está associada à observação de regras, padrões e limites, como:

A criatividade aplicada tipicamente é treinável;  veja por exemplo uma estratégia geral para gerar idéias diferentes na matéria A técnica do estímulo aleatório. Podemos concluir que, uma vez que todos nós, humanos, temos a capacidade de processar imagens e sons de formas variadas na mente, todos nós temos a capacidade da criatividade pura. Você é criativo por definição, por construção. E quanto às criatividades aplicadas, temos aquelas para as quais nos preparamos, em termos de conhecimentos e habilidades. Um exemplo de criatividade aplicada muito desenvolvida na nossa cultura é a lingüística; todos praticamos desde criancinhas a combinação de palavras, usando regras, para atingir objetivos do tipo comunicar idéias e influenciar pessoas para conseguir o que queremos. Sendo potencialmente criativos, talvez as únicas coisas que nos impeçam de criar mais sejam não acreditar nessa possibilidade ou simplesmente não ter um motivo para fazer isso. Ou desejo.

*Virgílio Vasconcelos Vilela

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.




como planejar melhor o tempo

No cotidiano buscamos por mais tempo para realizar as “importantes”tarefas do dia-a-dia. Essa busca pelo tempo perdido deixa o indivíduo ansioso e se perguntando: Como planejar melhor o tempo? Eis algumas dicas de como deixar o seu dia mais organizado e de como planejar melhor o tempo, que parece correr contra si. Primeiro estabeleça prioridades, programe suas atividades e recuse fazer aquilo que foge aos seus objetivos. Aprenda dividir suas tarefas do dia. Comece fazendo duas listas. Uma dessas listas são as prioridades, as coisas mais importantes a fazer. Mas atenção: são as coisas importantes mesmo. Deixe de lado as preferências e verifique as devidas importâncias. A outra lista são as coisas a fazes com menos prioridade. Cuidado neste caso para não subestimar as atividades. Às vezes, deixar de fazer uma tarefa pode significar alguma complicação depois. Outra dica de Como planejar melhor o tempo utilizado é dividir o tempo entre suas atividades do dia, estipulando um prazo para cada coisa. Defina um tempo para reuniões, conversas com amigos, atividades pessoais... O importante é dedicar tempos necessários para cada situação: trabalho, lazer e família. Agora uma dica sobre trabalhos adiados. Isso sempre acontece, principalmente quando não planejamos o tempo. A saída é aproveitar os tempos de sobra ou tentar encaixá-lo em determinados momentos do dia. Por exemplo: divida a tarefa em pequenas partes e vá realizando ao longo do dia entre outras atividades. Isso ajuda inclusive a relaxar do ritmo que vem o trabalho. E nunca olhe para o que ainda tem pra fazer. Prefira olhar o quanto já conseguiu produzir. Outra dia vai para a rotina. Isso mesmo, todos nós temos rotinas e precisamos melhora-la para não estressarmos. A rotina é importante para mantermos um ritmo de trabalho e de atividades gerais. Porém, uma forma de aliviar a rotina é trabalhar o estresse. Anote tudo que causou irritação ou soluções não desejadas e procure soluções alternativas. Busque identificar outras formas de resolver os problemas e, na medida do possível, se afaste das coisas que causam o estresse. Trecho da videoaula do curso Adminstração do Tempo. Para saber mais sobre Como planejar melhor o tempo, inscreva-se no curso Administração do Tempo do Portal Educação. Clique aqui.

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.


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