Camisa polo infantil cinza com detalhe laranja com melhor preço

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Detalhes de camisa polo infantil cinza com detalhe laranja

A camisa polo infantil, 7061 é composta por tecido misto, que a deixa agradável e macia. Vantagens: corte confortável e moderno, praticidade (fácil de lavar e passar), fácil transpiração, não amassa facilmente e alta durabilidade. Use com calça jeans, de sarja ou bermuda. Composição: 88% algodão e 12% poliéster.

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comunicação escrita - negociações

comunicação escrita - negociações

Na era da informação, onde os veículos de comunicação evoluem numa velocidade espantosa, a exemplo dos celulares e geladeiras domésticas que mandam e-mail, saber transcrever as ideias que seriam faladas em texto claro e inteligível é muito importante. E como se sabe, as negociações podem ser, em algum momento, edificadas também por via escrita. E nesse caso, além da clarificação das ideias e do veículo utilizado para ensejar uma eficiente troca de informações, o conteúdo, a forma e a linguagem utilizados na exposição escrita representam muito para o sucesso dos atos negociais.Organização das ideias Para que possamos converter as ideias em textos eficazes, precisamos, antes de tudo, estruturá-las e organizá-las de maneira lógica e harmônica. Para isso, veja as dicas adiante: Para organizar as ideias de um texto negocial, tome nota das seguintes atitudes: 1º. Definição do objeto da negociação – na verdade, esse primeiro passo consiste em determinar quais são os objetivos a serem atingidos, pois, dependendo de como o assunto é tratado, as acepções sobre o mesmo pode sofrer distorções. Logo, é preciso ter uma clara noção dos principais pontos a serem abordado no texto negocial. 2º. Rol de ideias – depois que os pontos principais do texto estiverem bem definidos, é hora de relacionar as ideias a serem abordadas. Nesse caso, as opiniões, as comparações, os exemplos, as citações e, principalmente, os números, podem servir de veículos hábeis a sediar tais ideias. Porém, o mais importante é que o negociador tenha a nítida relação daquilo que quer abordar como ideia, sugestão, alternativa, solução, opção ou propostas para o escopo da negociação. 3º. Planejamento – de nada adianta ao negociador produzir um conjunto de ideias para o texto negocial se ele não souber organizá-las e ordená-las conforme as necessidades e prioridades cronológicas. Aqui o negociador deve selecionar aquilo que acha mais importante e despejar uma maior atenção nessas ideias. 4º. Rascunho – antes de produzir o texto final, é plausível que o atento negociador faça uma espécie de esboço do texto negocial, sem qualquer preocupação com a forma, mas apenas no intuito de iniciar a organização das ideias, pois estas, se demoradas para serem arranjadas, podem se perder ou cair no esquecimento. E mesmo não sendo possível produzir um rascunho, o negociador deve, pelo menos, fazer anotações básicas sobre a possível estrutura que o texto pode adotar. Feito o rascunho, é hora de revisá-lo a fim de reorganizar as ideias em suas posições finais (ou quase), sempre em atendimento à harmonia e lógica temporal. Estruturação Um bom texto negocial, a exemplo do que é verificado em qualquer redação dissertativa, deve conter uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão. Isso é básico. E com o texto negocial a ordem das partes não poderia ser diferente, pois, em razão do seu escopo, qual seja, convencer a parte contrária (receptora) de um bom negócio, tal redação deve ser clara, objetiva e muito prática. E assim temos que: 1º. Na introdução o negociador (redator) deve buscar elementos que despertem o interesse do oponente (leitor) em continuar a ler o texto, pois será nas primeiras linhas que ele decidirá em continuar ou não a leitura. Demonstre o objeto principal do negócio a ser empreendido, ressaltando em breves palavras as principais vantagens do possível ajuste de vontades. 2º. No desenvolvimento o negociador (redator) deve compor o corpo textual com uma concreta argumentação de todos os pontos levantados na introdução. Essa parte deve ser rica em detalhes, porém não muito extensa, ou seja, é deve conter todos os elementos positivos, mas de forma sintética. Para que o negociador (leitor) se sinta à vontade em sua leitura, o desenvolvimento deve trazer as fundamentações, os pareceres, as informações, os pontos de vistas, os modelos, as afirmações e as justificativas muito bem ordenados, onde cada ideia necessita ser construída e desenvolvida em parágrafos distintos.




função do comitê na implantação do programa de qualidade total

função do comitê na implantação do programa de qualidade total

Em cada grupo de, no mínimo dez pessoas, se formará um líder de comitê, onde este desenvolverá a implantação do programa de qualidade total na empresa; os líderes serão os repassadores das informações e organizadores nas tomadas de decisões para o bom andamento do programa de qualidade total.Cabe ao comitê executar as devidas funções: - Coordenar, orientar, acompanhar e avaliar a implementação do Programa de Qualidade Total; - Manter o Conselho de Coordenação de Gestão Estratégica, permanentemente informado a respeito do andamento e da evolução das atividades do Programa; - Incentivar a participação dos funcionários, buscando a contínua conscientização em prol da qualidade total.Função das comissões de gestão da qualidade total -Promover a implementação do Programa da Qualidade Total no Serviço prestado aos clientes, com a efetiva participação dos funcionários, utilizando a metodologia que considerar mais adequada às suas peculiaridades; -Manter os Comitês Coordenadores da Qualidade Total e demais coordenadores informados do andamento e da evolução das atividades do Programa; -Avaliar, periodicamente, a implementação do Programa, oferecendo subsídios para o seu contínuo aperfeiçoamento.




George Lucas critica clima 'retrô' de 'Star Wars: O despertar da força'

<a href='http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2015/12/george-lucas-critica-clima-retro-de-star-wars-o-despertar-da-forca.html' alt='George Lucas critica clima 'retrô' de 'Star Wars: O despertar da força''><img border='0' src='http://s2.glbimg.com/Ay8KyzrLzEZTPs21gkNJPIPgHgg=/90x68/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/12/15/george-lucas-jj-abrams-star-wars.jpg' alt='George Lucas critica clima 'retrô' de 'Star Wars: O despertar da força'' title='George Lucas critica clima 'retrô' de 'Star Wars: O despertar da força'' /></a><br />À 'Hollywood Reporter', ele brincou que vendeu saga a 'escravistas brancos'. Em 2014, Disney comprou a franquia de Lucas por US$ 4 bilhões.




a mediação empresarial no contexto cultural brasileiro

a mediação empresarial no contexto cultural brasileiro

Apesar da mediação ser um instrumento utilizado há séculos por nossos antepassados, em algumas civilizações essas técnicas acabaram caindo no esquecimento, dando lugar à justiça estatal para a solução dos conflitos. O Brasil é um exemplo desses países de depositaram mais confiança na máquina estatal para resolução dos conflitos do que na própria iniciativa das partes. Com pouco mais de 500 anos de descobrimento, nossa cultura foi importada e moldada em torno da jurisdição do Estado – ou seja, sempre tivemos o Estado como único agente apto e legalmente competente para decidir litígios. Mas esse quadro tem se modificado paulatinamente, embora recente e contemporâneo acolhedor das novas tendências de facilitação de acesso à justiça, o Brasil vem, ao longo dos tempos, criando mecanismos que têm por escopo facilitar o alcance de todos à justiça, como, por exemplo: a criação dos núcleos de assistência judiciária ou gratuita (quebrando uma barreira econômica); a efetivação das ações coletivas e populares dos mutirões conciliatórios (quebrando os obstáculos organizacionais que dificultavam a defesa dos interesses de grupos, difusos ou coletivos); ou ainda a permissão da composição de litígios por iniciativa das próprias partes (quebrando a barreira da falta de autonomia da vontade) com as câmaras de mediação e comissões de conciliação prévia. Outra iniciativa a ser evidenciada traduz-se na própria rede de câmaras de mediação e arbitragem CBMAE (Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem Empresarial), a qual, imbuída de um senso de justiça e ética, não mede esforços para disseminar as boas práticas da mediação em todo o Brasil. Contudo, mesmo sabendo que a mediação pode resultar em solvências e soluções mais saudáveis, pacíficas, democráticas, prudentes e até mais humanas, não é raro nos deparamos com posicionamentos contrários e inibições, geralmente externadas em frases feitas, como, por exemplo: • “Não é o mediador que vai me fazer voltar atrás”; • “Eu é quem tenho razão, portanto, só a justiça vai me resolver”; • “Esse negócio de Mediação não funciona, pois não obriga a ninguém”; • “Eu não tenho qualquer interesse em me reconciliar com fulano”; • “A Mediação não me adiantará em nada, pois não pode me forçar o que eu não quero”; • “Se não for pelo Estado, a solução não é eficaz”; • Entre outras... Cabe ressaltar que tais pontos de vistas são completamente descabidos, e se justificam apenas pela falta de conhecimento sobre o instituto da mediação, motivo pelo qual o mediador e os funcionários das casas mediadoras devem ter um amplo conhecimento sobre a mediação e devem saber transmitir esse conhecimento às possíveis partes, de modo que elas possam entender o instrumento com bastante clareza. Logo, temos que as perspectivas brasileiras para a absorção da cultura da solução extrajudicial de solução de conflitos, a exemplo da mediação, é bem positiva, mas os desafios serão constantes, exigindo de todos nós (mediadores, defensores, contempladores e pesquisadores dos métodos extrajudiciais de solução de conflitos) uma árdua jornada para implantar, harmonizar e consolidar o instituto em comento.


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