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frases que auxiliam nas falhas de comunicação

frases que auxiliam nas falhas de comunicação

Algumas frases que estamos acostumados a utilizar cooperam muito para que a comunicação não seja satisfatória e acabam atrapalhando o processo de aumento de resultados da equipe.

O problema, ainda maior, é que muitas dessas frases, um tanto absurdas, quando analisadas separadamente, são ditas pelos líderes da equipe, afastando os resultados positivos e contribuindo para geração de sentimentos negativos nos membros da equipe.

Muitas delas são liberadas sem que sejam percebidas pelo transmissor da mensagem, mas agem profundamente no ouvinte, causando falhas, até mesmo na execução das atividades, entendo-se para problemas pessoais e emocionais.

Algumas dessas frases são: Nós não podemos nos permiti. Mande a ideia para a diretoria por meio dos canais competentes. Não funcionaria na nossa empresa. Traga essa ideia qualquer dia na próxima semana, ou marque uma entrevista com minha secretária. Escreva-a e coloque na caixa de sugestões. Nós não temos tempo a perder com isso. O que você está tentando fazer, virar a empresa de cabeça para baixo? Se pudermos continuar fazendo as coisas como fazemos atualmente e melhorá-las com o tempo já é o bastante. Já tentamos uma ideia exatamente como essa e não funcionou. Somos muito pequenos para isso. Esse não é o nosso estilo, não fazemos as coisas deste modo. Isso irá tornar o nosso sistema obsoleto. Muito bom, mas ninguém iria comprá-lo. Vamos discutir em outra reunião. O que? Isto é loucura. Estamos anos à frente de nosso tempo, vamos voltar à realidade. Isso não é problema nosso. Seja claro, você não quer nos ensinar a trabalhar. Quer? O comitê executivo nunca aprovará. Alguém já tentou isto antes? É contra as políticas da empresa. Vamos guardá-lo por enquanto. Isto é óbvio.

Se você é um colaborador de uma empresa, evite usar tais frases acima, elas podem ser prejudiciais para sua carreira, principalmente quando faladas para um gestor ou gerente. Um bom colaborador trabalha em prol da empresa seguindo boas condutas!

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.




qual é o seu algo a mais?

qual é o seu algo a mais?

Atualmente nas inúmeras entrevistas que realizo por ano, para seleção de jovens, e possíveis, talentos, tenho finalizado sempre com a mesma pergunta: “Qual é o seu algo a mais?”.

Pode parecer estranho, até esquisito, mas a intenção é causar um impacto no candidato, pois é necessário parar, pensar e principalmente analisar todo o processo seletivo que ele acabou de participar e buscar o diferencial ÚNICO dele, que se encaixa na vaga.

Desta forma, tento quebrar o texto decorado que aqueles candidatos, os quais são verdadeiros “experts” em seleções, ou seja, sabem de cor as principais perguntas e as melhores respostas dos entrevistadores.

Quando faço esta pergunta no final da entrevista, às vezes, já me levantei para me despedir e “do nada” me viro e pergunto: “Qual é o seu algo a mais?”.

Já vi e ouvi respostas e reações de todo o tipo, desde o “Você pode repetir? Pois, não entendi”, passando por aqueles que tiveram paralisia total, ou que chamo de “choque térmico”, o candidato fica parado me olhando, quase sem respirar, e somente retorna ao normal quando digo para ele “Obrigado e boa sorte”...

Mas, duas respostas impactaram o meu modo de ver os disparates dos nossos jovens e das diferenças do modo de ver a vida e do próprio futuro e que as duas podem ser aplicadas como ferramentas de mudança.




definindo coach

definindo coach

Goldsmith, Marshall, Lyons e Laurence (2003) demonstram a evolução do conceito de Coach. Inicialmente, este se referia como sendo o significado de um veículo utilizado para as pessoas se transportarem de um determinado local para outro. Contemporaneamente, entende-se que um Coach auxilia uma pessoa a potencializar uma aptidão, um talento. Pode aumentar sua performance individual ou, inclusive, modificar a maneira como o sujeito pensa. Contemporaneamente, o conceito de Coach está muito interligado à área desportiva, sendo que sua origem nessa relação se deu em função de dois esportes: o golfe e o tênis. Trazida pelo educador Timothy Gallwey, em seu livro: “The Inner Game of Golf”, a ideia de aproximar o esporte do papel do Coach foi uma revolução. A expressão “inner” indica o processo interno do jogador, suas emoções, seu estado psíquico e um Coach é a viabilidade de se conseguir minimizar os conflitos internos, entendidos como obstáculos à sua performance. Dessa maneira, há o despertar inesperado de um grande talento, um dom, uma habilidade natural sem qualquer pressão de ensinamentos técnicos, rígidos, predeterminados e formais do coach. O que Gallwey tentou expressar para os educadores em seus ensinamentos, livros e descobertas, foi a possibilidade de se conseguir maior eficiência e eficácia por meio de mudanças na abordagem junto aos esportistas.

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.




olha eu aqui trazendo mais novidades do segundo dia da campus party

olha eu aqui trazendo mais novidades do segundo dia da campus party

Gente, já falei que eu fui pessoalmente à Campus Party, na Expo Imigrantes, em São Paulo fazer a cobertura do evento, né? Sabe o que eu acho de verdade?! Que esses encontros deveriam acontecer o ano todo! Afinal, o aprendizado é enorme e lá dá para conhecer tanta gente inovadora e interessante que o tempo é curto pra contar tanta novidade, sabe? Mas, vou resumir os destaques pra você! Vem com a gente, vem!

Então, uma das experiências legais que eu vivi lá, foi conhecer uma estrutura em formato de nave espacial que foi apelidada de Ovni. Ela fica em meio aos campuseiros espalhados pelo pavilhão da feira. E é dentro desta “super nave” que chega a conexão de 50 Gbps com tecnologia 3G e 4G.  A sala é refrigerada por causa do grande número de equipamentos que tem lá dentro, sabe? Esse espaço é na verdade, uma responsabilidade da Telefônica Vivo que participa da Campus Party Brasil como provedora de infraestrutura de telecomunicações, além de realizar ações de relacionamento com o público que vai ao evento para que todos possam explorar possibilidades, desenvolver sua criatividade e se divertir E para dar certo, o sinal vem de duas centrais diferentes da Vivo que trabalha com backups. Ou seja, se alguma das centrais tiver problema, a outra funciona fazendo com que a Campus Party não fique sem conexão. Legal isso, né? Ahh!  Eu fiquei encantada com o garoto de 13 anos que criou a impressora braile de Lego. Ele se chama Shubhan Banerjee e apesar da pouca idade, o menino é puro talento, viu? E tudo começou em um dia como outro qualquer, quando ele recebeu uma correspondência em casa que pedia ajuda para uma fundação voltada para pessoas com deficiência visual. Curioso, ele fez uma pergunta para os seus pais: “Como as pessoas cegas leem?” Foi então que o garotinho que é um dos destaques da oitava edição da Campus Party, virou um empreendedor nato e cheio de atitude. Arrasou, né?

E não para por aí! Ele fez pesquisas sobre o assunto antes de começar o projeto. Em seu levantamento inicial, o jovem descobriu que 50 milhões de pessoas têm problemas de visão em todo o planeta e, que 90% delas vivem em países pobres e que nem todas poderiam comprar uma impressora braile, afinal, o preço desse tipo de dispositivo pode variar entre US$ 2.000, para o modelo mais barato, e US$ 50.000, para uma versão mais completa. Depois disso, Shubham utilizou um kit de desenvolvimento LEGO Mindstorm que custa US$ 350 para começar a construir a impressora braile. “Fiquei minhas férias de verão inteiras produzindo o gadget. Dormia de quatro a cinco horas por dia, e ficava até duas da manhã trabalhando no protótipo”, contou. O aparelho levou um mês para ficar pronto e quando terminou, Shubhan batizou o projeto de Braigo, que depois deu origem a sua empresa, a startup Braigo Labs. O trabalho do garoto impressionou tanto que a Intel investiu nele para abrir uma empresa e produzir em escala comercial uma impressora braile acessível. Sensacional, né? Inclusão digital e aulas de robótica Outro destaque da feira, foram as oficinas de inclusão digital, sabe? Achei tão bacana crianças e jovens envolvidos no mesmo objetivo querendo aprender a programar videogames na Campus Party! Claro que a turminha teve o apoio da Mad Code, um centro de Ensino de Tecnologia Criativa, que ensina Programação, Robótica, Games, Aplicativos e Empreendedorismo para crianças e adolescentes. Demais! Para um dos fundadores do núcleo de ensino, Daniel Cleffi, o evento é uma grande oportunidade de estarem mais próximos dos fãs de tecnologia e incentivar crianças e adolescentes a apreender a arte e o amor por programar o próprio game por meio da inclusão digital. “Começar no mundo digital desde cedo não é só um diferencial, traz um efeito capaz de reordenar a forma como pensamos. Mark Zuckerberg e Jack Dorsey aprenderam a programar ainda crianças” conta Cleffi, ao referir-se aos criadores do Facebook e Twitter. E você, o que gostaria de aprender na Campus Party? Conta pra mim, vai?


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