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dicas para economizar tempo

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Algumas dicas que temos que sempre ter em mente e que nos ajudará e muito com a equipe. -Planejamento: Toda hora aplicada em planejamento eficiente, poupa três ou quatro horas na execução, e produz melhores resultados. -Delegação de poderes ou Empowerment: É a chave da administração eficaz. Atribuir tarefas para outras pessoas a fim de liberar o tempo para tarefas mais importantes. -Organização: A organização é um outro fator facilitador na execução das tarefas. A organização deve existir principalmente nas informações. -Recursos Tecnológicos: Use-os para evitar deslocamento desnecessário, podemos citar como exemplo “conference call”. -Comunicação: A linguagem simples, concisa e isenta de ambiguidades assegura a compreensão e poupa o tempo com mal-entendidos. Falaremos mais adiante de forma detalhada sobre comunicação. -Tomada de decisões: A análise de decisão tem que ser precisa e baseada em informações seguras para que o problema possa ser atacado de forma imediata. -Concentração: Tempo mínimo (anterior a ação) que se julgar necessário para conseguir progresso em menos tempo. E não custa lembrar os tópicos abaixo como vitais para uma excelente administração de tempo, tanto pessoal quanto da equipe: a) Estabeleça metas: anuais, mensais, semanais e diárias. b) Programe as tarefas e atividades da semana e do dia, em função das metas. c) Identifique as atividades que levem aos resultados e concentre-se nelas. d) Faça as coisas em ordem de prioridade. e) Controle, diariamente, as atividades realizadas e os resultados alcançados. f) Saiba onde seu tempo é realmente empregado. g) Estabeleça data e hora para início e fim de cada atividade. h) Elimine desperdiçadores de tempo. i) Melhore suas rotinas e hábitos de trabalho.




realização da reunião

realização da reunião

AberturaNa abertura deve ser esclarecida a definição de funções: quem vai coordenar a apresentação dos objetivos e da agenda, bem como a previsão do tempo de duração. No início da reunião, não se esqueça de distribuir a pauta com a ordem em que os assuntos serão discutidos (os mais importantes primeiro), já que muitos esquecem as pautas enviadas na convocação. Exposição Na exposição exerça sua coordenação com mão firme, fazendo uso, se necessário, de humor e/ou sutileza para desarmar os participantes mais recalcitrantes. Mantenha o foco da discussão nos assuntos da pauta e nos objetivos da reunião, observe a alocação de tempo para cada assunto, e termine a reunião no horário previsto, mesmo que nem todos os itens tenham sido discutidos. Se você colocou os assuntos mais importantes primeiro, eles terão sido discutidos. Inclua os assuntos que não forem discutidos na pauta de outra reunião ou consulte os participantes por telefone sobre eles. Somente se for necessário discuta o restante da pauta na reunião.Discussão e Debates Você precisa ser firme, mas assertivo. Desenvolva o hábito de dar as suas ordens sob a forma de pedidos, ou como decisões conjuntas e usando sempre o “nós” ao invés do “eu” nas reuniões. Motive os participantes a fortalecer o espírito de equipe, faça com que todos se sintam envolvidos no processo de tomada de decisão. Insista para que a pauta seja seguida estritamente, interrompendo delicadamente qualquer tentativa de digressão. Se você não for o coordenador de uma reunião, mas se for necessário que você a presida (em casos de má preparação do atual coordenador, inexperiência, cometimento de erros gravíssimos, entre outros), e caso você possa fazer isto sem causar maiores problemas (perseguição do chefe, demissão). Presida-a você mesmo! Principais problemas a evitar nas reuniões: • Reuniões desnecessárias; • Monopólio da palavra; • Reuniões prolixas e dispersões; • Formalismo falta de transparência e de autenticidade; • Conflitos não administrados, negar ou fugir dos conflitos e abordá-los de forma inadequada; • Não decidir nada, não dar continuidade, não levando em conta que as reuniões devem fazer parte de um processo; • Não ouvir feedbacks e não registrá-los e processá-los, não possibilitando assim melhorar as reuniões.




o planejamento estratégico da reunião com foco na resolução do problema

o planejamento estratégico da reunião com foco na resolução do problema

O líder gerencial deve elaborar suas normas e diretrizes baseadas no Planejamento Estratégico proposto pelo nível estratégico (alta gerência). A este planejamento, FALCONI chama de Gerenciamento pelas Diretrizes, que nada mais é que um sistema administrativo, praticado por todas as pessoas da empresa, que visa garantir a sobrevivência da empresa à competição internacional. Formulado através de: 1) Visão estratégica: estabelecida com base em análise do sistema da empresa e que fornece o rumo para o estabelecimento das diretrizes; 2) Direcionamento da Prática do Controle da Qualidade: por todas as pessoas da empresa (gerenciamento da Rotina do trabalho do Dia-a-dia), segundo aquela visão estratégica. O planejamento com qualidade busca estabelecer as diretrizes de controle para garantir o atendimento às necessidades dos clientes da empresa. Ficam assim estabelecidos os níveis de controle a serem mantidos (qualidade padrão, custo padrão, prazo padrão, etc.) pelos processos da empresa. O ciclo PDCA mostra que planejar (PLAN) possui sempre duas partes inseparáveis: • Definir metas (FINS); • E depois os métodos (MEIOS) necessários para atingir a meta, pela prática da análise do processo. O planejamento estratégico (P) é, pois o conjunto de atividades necessárias para se determinar as metas (VISÃO), os métodos (ESTRATÉGIAS) e o desdobramento dessas metas e métodos.




empregos sustentáveis

empregos sustentáveis

As forças motrizes dos ciclos econômicos radicam essencialmente nos principais problemas do desemprego e inflação. Desse modo, para melhor entender esse temática considerou-se os dois pontos de vistas das teorias fundamentais para o entendimento da macroeconomia como a conhecemos hoje em dia. Estas teorias estão em contraposição uma com a outra. A primeira se apresenta como a Teoria Clássica. E a segunda representa uma crítica realizada por Keynes a essa teoria clássica Entretanto como essas teorias poderão explicar quais localidades apresentam maior vantagem comparativa na geração de emprego? Com o passar do tempo, observou-se que algumas áreas específicas têm apresentado maior vantagem quanto a oferta de mão-de-obra as quais vão de encontro com as demandas econômicas vigentes que as demais. Um exemplo desse fenômeno são os países da América do Sul os quais apresentam vantagens comparativas quanto a mão-de-obra no setor agrícola. Em contrapartida, a maior parte de Europa e America do Norte (Estados Unidos) são reconhecidos por possuir significativa mão-de-obra no setor industrial. Mas, são só essas áreas que podem ser reconhecidas como principais geradoras de emprego? Nos últimos anos, observou-se uma grande problemática a qual todos nós somos participeis, pois trata-se da exploração excessiva dos recursos naturais e o incremento da produção industrial, os quais resultam em graves consequências ambientais. No primeiro caso, a exploração excessiva dos recursos naturais traz como resultado (obvio) a escassez desses recursos e a sua consequente deterioração ao longo do tempo. Estudos recentes apontam que se não houver uma mudança nesse paradigma os resultados serão drásticos para toda a sociedade. No segundo caso, o desenvolvimento industrial e está trazendo resultados desastrosos para todo o planeta, como é o caso do um aumento no aquecimento global e ao mesmo tempo a exploração excessiva de certos recursos naturais. Essas informações revelam que tais danos ambientais são iminentes, não é algo que podemos fugir. Diante de tais riscos, nas últimas décadas, tanto as firmas quanto os consumidores, têm dedicado esforços para a criação de mecanismos que possam ajudar a mitigar o impacto ambiental gerado por esse sistema produtivo vigente. Neste contexto, destaca-se os empregos verdes como potencial mecanismo para a promoção do desenvolvimento sustentável, pois além de contribuir para o combate dos desequilíbrios ambientais, tais como as mudanças climáticas e as emissões dos gases de efeito estufa, pode expandir os investimentos a nível local e global em fontes mais limpas, como as de energia renovável, gerando novas oportunidades de empregos aos desempregados e reduzindo as desigualdades sociais. O presente ensaio tem como finalidade apresentar brevemente as definições usadas em macroeconomia sobre o emprego para assim introduzir a temática Empregos verdes e a sua importância para o desenvolvimento sustentável das nações. O ensaio foi dividido em duas seções: 1) Definições teóricas sobre o emprego: Teoria Clássica e Teoria Keynesiana e 2) Algumas considerações sobre o Emprego Verde. 1. Definições teóricas do emprego Os principais problemas do desemprego e inflação são resultantes dos ciclos econômicos os quais a economia mundial apresentou ao longo de sua história. Neste contexto, as teorias fundamentais da macroeconomia correspondem a importantes mecanismos para o seu entendimento. Nos parágrafos seguintes serão expostas essas teorias e as principais divergências entre elas. 1.1 Teoria Clássica A teoria clássica centra-se essencialmente na aplicação do termo “laissez faire” (ou seja, “deixar fazer”, sem interferência do governo) representando o capitalismo puro. Segundo essa teoria, os ciclos econômicos são processos naturais com ajustes que não requerem nenhuma ação ou intervenção por parte do governo. Um dos argumentos mais usados pelos clássicos para explicar como o mercado deveria funcionar, é trazendo a memória a explicação de Adam Smith[1] sobre a mão invisível, o processo que faz com que as empresas produzam o que as pessoas desejam, e o governo não é necessário: A economia resolve seus problemas por si só. Neste contexto, é importante salientar que que para se tratar sobre o emprego, deve-se considerar não apenas que este é um resultado constante da interação da economia, mas há também duas considerações que devem ser explicadas previamente, dado que essas darão como feedback o nível de emprego que vai ser requerido dentro de uma economia determinada. Então temos: Lei de SAY[2] A lei de Say afirma que a oferta cria sua própria demanda. Isto é, a renda que alguém obtém da produção de certos bens vai permitir comprar mercadorias produzidas por outros. Dado que todo o mundo necessita da compra de mercadorias, estes tentarão produzir bens para obter renda deles e adquirir ou comprar aquilo que desejam. Desse modo, o mercado dos produtos vai estar necessariamente em equilíbrio constante. É assim que os trabalhadores recebem rendas para poder comprar distintos bens que eles desejam. Então, trabalhando e produzindo bens, os trabalhadores geram rendas com os quais ele poderão comprar tais mercancias. Mercado Monetário Clássico[3] Como consequência do anterior, se parte da renda não é usada imediatamente, essa entrará no mercado monetário, como é caso das poupanças. Tal poupança volta na economia como um investimento (aumento de capital) quando alguém precisa de um empréstimo. Assim, a renda não utilizada pelos indivíduos, converte-se em poupança, voltando para a economia como investimento, de modo a garantir liquidez, com a utilização da renda não consumida. Portanto, o mercado monetário logra estar em equilíbrio por meio de ajustes na taxa de interes. Flexibilidade de preços e salários Consequentemente o último mercado que também deve estar em perfeito equilíbrio corresponde ao dos preços e salários. A teoria clássica propõe que todos os mercados logram estar em equilíbrio graças aos ajustes nos preços e salários. Portanto, se existe um excesso da força de trabalho ou de produtos, vai ser o salário ou preço destes que vai se ajustar de tal forma que o excedente econômico seja absorvido. Uma suposição importante feita pelos economistas clássicos é que os preços e os salários são flexíveis, assim pode-se alcançar o equilíbrio dos mercados. Como exemplo, temos o caso em que se tem muitas greves, as firmas podem empregar trabalhadores com salários mais baixos, mas ao empregar mais trabalhadores reduz o desemprego. Claramente, a economia envolve dentro de uma bola todos os fatores e agentes econômicos que fazem parte de um país e/ou nação. Assim, a constante interação de cada um deles, faz com que os mercados se encontrem em equilíbrio constante, mesmo que o governo não tenha influencia em nada, pois alteraria o verdadeiro ótimo que a economia deveria lograr. Até agora vimos que, cada um dos fatores antes mencionados tem algo em comum: a sua influência sobre o nível de desemprego existente na economia. Embora não possamos dizer uma causalidade um para o outro, pois seria igual a tentar responder a pergunta: o que vem primeiro, o ovo ou a galinha? Só sabemos que todos esses fatores fazem parte de um todo cujo fluxo nunca para. Considerando isso, se a economia esta em equilíbrio constante, como dizem os teóricos clássicos, como podemos explicar o desemprego na economia? Uma vez que, neste caso o que deveria ocorrer era um pleno emprego, de modo que todos os indivíduos estariam ocupando uma vaga em alguma firma. Desemprego voluntário A teoria clássica propõe que não existe desemprego involuntário, uma vez que os ajustes nos salários garantem que os desempregados possam encontrar um outro emprego. Além disso, dada a necessidade que todo ser humano tem em comprar mercadorias (bens e serviços), eles estariam dispostos a aceitar empregos com salários menores. 1.2 Teoria Keynesiana A teria do emprego[4] de Keynes nasce como uma crítica da teoria Clássica. Keynes argumenta em tal crítica[5] que: Poupadores e investidores tem planos incompatíveis, pelo qual é possível que não se consiga obter um equilíbrio no mercado de valores, Os preços e os salários tendem a ser rígidos, sendo possível que não exista equilíbrio no mercado dos produtos e do trabalho, Mesmo tendo existido períodos de desemprego severo, a teoria clássica não consegue explicar os motivos e portanto os nega. Lembremos que a teoria de Keynes foi desenvolvida depois da grande depressão que aconteceu nos anos 30 a qual é considerada por muitos economistas como uma tragédia infundada e desnecessária como diz Krugman (1999). Portanto, nessa época era difícil de manter o argumento de que o desemprego era simplesmente voluntario, quando milhões de trabalhadores estavam de greve. Planos de Poupança - Investimento de Keynes Keynes (2006) demonstrou que os poupadores e investidores nem sempre vão estar relacionados e isso se deve principalmente ao fato de que existem intermediários financeiros (bancos). É assim que ante uma recessão é de esperar que o Banco Central de um determinado país vá sugerir como a política monetária de redução da taxa de juros seja tal que permita reavivar a economia (consumo). Entretanto, pode acontecer que o investimento não consiga igualar a poupança porque o risco que os emprestadores, bancos e poupadores tem que correr é muito alto. Os emprestadores têm baixas expectativas de vendas, os bancos não emprestam recursos porque consideram muito arriscados e os poupadores preferem esperar a ter uma taxa de juros mais alta. É assim que se geram as chamadas "armadilhas de liquidez[6]", que significa ter parte da poupança sendo improdutiva. Então, os bancos vão ser cautelosos na hora de fazer empréstimos para as empresas quando as condições econômicas não são favoráveis e como é de se esperar isso gera uma desaceleração da economia, aumentando os níveis de desemprego pois a economia não consegue absorver essa carga de trabalho. Rigidezes de Preços - Salários segundo Keynes. Keynes, a diferencia dos Clássicos, afirma que os preços e os salários não são flexíveis. Tal como Skidelsky (1994) faz menção: "...La oposición de Keynes a la restauración del patrón oro en 1925 puede resumirse como sigue: La decisión de establecer la paridad de la libra anterior a la guerra obligaba a Gran Bretaña a reducir los costos monetarios de producción. Era difícil asegurar que esa reducción sería proporcional al incremento del valor internacional de la libra debido a la rigidez de los salarios monetarios y de otros costes. En esas circunstancias, era mejor ajustar la paridad de la libra a los costes internos de producción" (pág. 206). Os salários sempre vão ter um limite inferior, ou seja, eles não vão descer mais de que um determinado limite pelo simples fato de que os indivíduos/trabalhadores são conscientes de que necessitam de um montante mínimo para viver e isso é reforçado pelos sindicatos de trabalhadores e também está amparado pelo código do trabalhador, aonde se fixou um salário mínimo. Se os salários são muito baixos, vai existir desemprego. No caso das firmas, pela interação da oferta e da demanda, se os preços são muito elevados eles vão reduzir a produção e desempregar trabalhadores para reduzir os preços. Seu poder monopolístico normalmente permite que eles possam agir assim. Efeito Real do Equilíbrio Dado os dois enfoques, é claro que a Demanda Agregada (DA) representa graficamente o somatório total do que uma família quer e pode comprar dado os distintos níveis de preços. Portanto, a DA vai ser uma curva descendente por causa do efeito real do equilíbrio, já que se os preços são muito altos, os agentes vão ter menos poder aquisitivo, sendo que as pessoas tendem a se sentir mais pobres e consequentemente vão comprar menos. Em contrapartida, quando os preços são baixos, o poder aquisitivo do dinheiro dos agentes aumenta e as pessoas vão querer comprar mais coisas porque se sentem mais ricos. Quanto a Oferta Agregada (OA) esta vai ser composta por três seções: a parte clássica que é vertical, a parte Keynesiana que é horizontal e a parte intermediaria que é ascendente. A OA pode explicar a combinação de todos os bens produzidos pelas firmas: equivale ao Produto Nacional Bruto (PNB), descontando a atividade econômica do governo. Para os Clássicos a OA tem a forma vertical pela preposição da teoria clássica de que os preços se ajustam de modo que os resultados sejam sempre de "pleno emprego". O termo keynesiano da OA corresponde a preposição de que quando o preço é muito baixo, as firmas preferem reduzir a produção ao invés de vender com perdas. Neste contexto, qualquer cambio na DA produzirá câmbios na produção. Portanto, o propósito de Keynes foi analisar como pode-se representar o gasto agregado (ou DA) e a produção agregada (ou OA), e estabelecer porque pode existir equilíbrio "sem pleno emprego". O objetivo da teoria de emprego de Keynes era de oferecer uma solução para os períodos de desemprego excessivo (recessão[7]). Tal solução estaria ligada com a ideia de que o emprego depende do que as firmas necessitam para produzir, e também depende das necessidades de compra dos indivíduos e das firmas (gasto agregado baixo o enfoque de Keynes). Foi assim que durante a grande depressão, todos tinham medo de gastar. As firmas não queriam empregar trabalhadores porque não tinham esperança de que as vendas aumentassem, em especial nos sectores principais da economia, como era o caso do setor automobilístico. Considerando ambas teorias, obtemos uma ideia de como foi fundamentada a teoria do emprego e como esta vai ser influenciada e ao mesmo tempo influenciar na economia em termos agregados. Mas, será que essas teorias levam em considerações fatores ambientais e o emprego verde (que na ultima década está sendo gerado)? Uma resposta rápida é que possivelmente o denominado emprego verde não esteja sendo considerado, não ao nível correspondente ao emprego das áreas industriais, pois os setores geradores desse tipo de emprego essencialmente não estão incluídos no mercado de ações, em especial nos países em desenvolvimento. Muitas das vezes vão ser setores protegidos pelo governo, já que possivelmente oferecem um serviço público, cuja obrigação de fornecimento é muito grande como é o caso das empresas elétricas. Na seção seguinte serão apresentadas algumas considerações sobre o emprego verde: sua definição, características, entraves e o seu papel para a promoção do desenvolvimento sustentável das nações. 2. Algumas considerações teóricas sobre os Empregos Verdes O termo “Empregos verdes” costuma ser definido como sendo aquele visa reduzir os impactos ambientais das empresas e dos setores econômicos para níveis sustentáveis, ou seja, refere-se aos trabalhos que contribuem para a preservação ou restauração da qualidade ambiental, podendo ser encontrados tanto nas áreas agrícolas, industriais, dos serviços e da administração (UNEP, 2008). Segundo Pollin (2009) a questão central do emprego verde diz respeito às iniciativas relacionadas ao sucesso de políticas que possam promover um ambiente limpo e a expansão de oportunidades de trabalho decente, ou seja, aquele que contempla as condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humana. Entretanto, embora esse tipo de emprego represente significativas melhorias socioambientais nas nações, Morris et. al. (2009) alerta que este não apresenta uma definição padrão, sendo que os critérios geralmente utilizados para defini-lo revelam apenas que o emprego verde paga bem, produz produtos que os grupos ambientais preferem e o fazem em ambiente sindicalizado, mas pouco fazem referência aos impactos ambientais desses empregos. Em resposta a tais críticas Pollin (2009) destaca que não é construtivo ficar tentando definir estes termos, ou analisa-los de maneira substantiva, mas deve-se considerar os seus objetivos propostos, os quais segundo ele, é o que importa. Uma vez que os dados disponíveis revelam ser inquestionável a contribuição do emprego verde para o combate a degradação ambiental e a mitigação das desigualdades sociais. Evans-Klock e Poschen (2009) destaca que a geração de empregos verdes pode minimizar ou evitar completamente todas as formas de desperdício e poluição por meio de estratégias de alta eficiência que venham proteger e restaurar o ecossistema natural, contribuindo significativamente no combate a mudanças climáticas e das emissões de gases de efeito estufa. Além disso, traz também mudanças dos padrões de fluxos de investimento em áreas como as de energias renováveis e eficiência energética tanto a nível local como global. Os empregos sustentáveis podem ser encontrados em muitos setores da economia, fornecimento de energia, agricultura e construção de transporte. Entretanto é válido destacar que sua ação é gradual e não ocorre de maneira homogenia entre os diferentes tipos de trabalho. Um exemplo desse fenômeno são os trabalhadores que fabricam carros mais eficientes no consumo de combustível, os quais costumam ter menos contribuição para a redução de emissões geradas por meios de transporte do que aqueles que trabalham em sistemas de transporte público (UNEP et. al., 2008). Do mesmo modo, não podemos considerar que os empregos sustentáveis são estáticos no tempo e no espaço, pois o mundo muda e dependendo da localidade de cada trabalho, também surgem novos desafios e metas a serem alcançadas. Segundo os dados do relatório Empregos verdes: Trabalho Decente em um mundo sustentável, de baixo carbono (UNEP et. al., 2008), já existem milhões de empregos verdes em países industrializados, economias emergentes e países em desenvolvimento. A America Solar Energy Society (ASES) estimou que as indústrias de energia renovável e energia de eficiência geraram cerca de 8.5 milhões de empregos e aproximadamente 1 trilhão de dólares nos EUA. Sendo que a maioria desses empregos de energia renovável são criados na indústria privada, o que ajuda a entender o crescente interesse nos empregos verdes (TAYLOR, 2011). A perspectiva é que nos próximos anos a abertura de empresas com tecnologias limpas nos EUA possa gerar de 400 a 500 mil empregos. No caso da Alemanha a tecnologia ambiental deve quadruplicar para 16% da produção industrial até 2030 sendo que o número de empregos neste setor deverá superar o número registrado nas principais industriais automotivas do país (PNUMA, 2008). Essas informações evidenciam o avanço dos investimentos verdes o que consequentemente promove o crescimento do nível de emprego nessas áreas de energia limpa. Segundo Pollin (2009), tais níveis de empregos verdes são triplamente maiores que aqueles gerados nas industriais tradicionais de combustíveis fósseis, além disso, apresentam boas remunerações e benefícios, como os planos de carreiras, dando aos trabalhadores possibilidades de promoção para melhores postos de trabalho ao longo do tempo. Entretanto é válido destacar que os empregos verdes tendem a se concentrar em determinados países e regiões, devido a existência de políticas proativas e padrões dos investimentos gerados buscando minimizar os efeitos econômicos nocivos ao meio ambiente. Como ocorre nos EUA e outros países ao redor do mundo os quais tem desenvolvido políticas que resultarão na criação de milhões de empregos visando a uma transição para uma vida sustentável (TAYLOR, 2011). Quanto aos países em desenvolvimento, o Relatório da UNEP, et. al. (2008) apontou a existência de diversos exemplos piloto de criação de empregos verdes, sendo que metade desses empregos concentram-se nos setores de energia renováveis, além disso verificou-se que a geração de empregos verdes pode gerar oportunidades não apenas para gerentes, cientistas e técnicos, mais podem beneficiar parcela significativa da sociedade, tais como: jovens, mulheres, agricultores, populações rurais e aquelas com baixa renda. No Brasil atualmente existem cerca de três milhões de empregos verdes, correspondendo a apenas 6,6% do total dos trabalhos formais, entretanto este percentual tem apresentado crescimento significativo, com ritmos mais rápidos que os dos demais tipos de emprego, de modo que entre 2006 e 2010 foi registrado uma alta de 26,73% na oferta de empregos verdes, contra apenas 25,35% dos trabalhos formais. Estes resultados podem estar relacionados com o avanço que o Brasil experimentou em termos de políticas de proteção ambiental (KOPSCHITZ, 2012). A conversão da economia atual para uma economia potencialmente verde está cada vez mais sendo favorecida pelas novas demandas do mercado mundial, pressionadas pelo aumento do preço da energia e dos produtos primários e como resposta os formuladores de políticas estão pressionando as empresas a adotarem práticas mais limpas de produção visando evitar as mudanças climáticas. Taylor (2011) revela iniciativas de empresas as quais tem direcionado esforços produtivos verdes, como é o caso das indústrias extrativas, de carvão e de petróleo, que vem diversificado suas companhias como resposta as demandas por práticas verdes, utilizando novas tecnologias, investindo em energia mais eficiente e renováveis, buscando reduzir seus impactos sobre o planeta. Os dados atuais mostram que o mercado mundial de produtos e serviços ambientais deve duplicar até 2020, sendo que metade desse mercado baseia-se na eficiência energética, no equilíbrio entre meios de transporte, sistemas de abastecimento d’água, saneamento e gestão de resíduos sustentáveis (UNEP et. al., 2008). Esse aumento do mercado mundial de produtos e serviços verdes, inquestionavelmente fornecerão novas oportunidades de empregos àqueles trabalhadores anteriormente desempregados, o que trará um aumento no nível de produtividade de milhões de trabalhadores. Além disso, a necessidade de incorporar os efeitos ambientais na produção é iminente dada a crise do aquecimento global em que vivemos (Pollin, 2009). Embora seja evidente a contribuição dos empregos verdes para um crescimento econômico mais limpo nos países em desenvolvimento, reduzindo a pobreza e a desigualdade social, o relatório da UNEP et. al. (2008) também aponta os desafios para se gerar empregos verdes, como é o caso do acesso a estes empregos e a sua qualidade, sendo que o seu aumento ainda não é suficiente para alcançar o objetivo de contribuir para a redução do desemprego e subemprego mundial. Além disso, tais empregos quase não alcançam as populações que mais necessitam do mesmo, como os jovens, mulheres, populações pobres em países em desenvolvimento. A informalidade e desigualdade da economia mundial também tem dificultado a criação de empregos verdes, com trabalho decente. Um outro problema enfatizado no relatório trata-se das práticas insustentáveis que ainda predominam no mercado mundial, as quais mantém lucros crescentes, sendo que as empresas que buscam adotar tecnologias e práticas comerciais verdes ainda enfrentam a concorrência de outras empresas com práticas insustentáveis a preços baixos, além das pressões dos mercados financeiros por retornos rápidos Nesta perspectiva, políticas públicas de incentivo ao mercado verde, são essenciais para o seu desenvolvimento, sendo de grande importância a participação não apenas do Estado, mas também das empresas privadas atuando por meio de diversas medidas, que possam favorecer a criação desses empregos. Tais medidas já tem sido desenvolvidas em diversos países como potencial mecanismo na promoção de uma economia verde. Taylor (2011) evidenciou os esforços de Estados e cidades os quais desenvolvem programas de capacitação para a promoção do emprego verde, como as iniciativas de Empregos verdes de Michigan, a qual buscou ajudar trabalhadores a receber até dois anos de capacitação para o trabalho. O mesmo ocorreu em Chicago, onde criou-se um programa de empregos verdes direcionado a faculdades. Esses exemplos revelam a grande importância dos programas de capacitação, para que os recursos e tecnologias disponíveis sejam utilizados de maneira eficaz de modo a se alcançar os benefícios socioambientais esperados. Para que se obtenha um processo de desenvolvimento sustentável dinâmico nas nações, é fundamental a inclusão de políticas direcionadas à criação e desenvolvimento de empregos verdes. Uma vez que fomentará os investimentos sustentáveis nas economias, gerando novas tecnologias limpas e oportunidades de empregos além da mudança do paradigma das economias que tradicionalmente operam com degradação ambiental para a novas economias que tenham consciência em conservar o meio ambiente. Essa mudança de paradigma necessita essencialmente da modificação do comportamento de todos os agentes econômicos envolvidos no processo produtivo, os quais devem considerar os limites ecológicos em suas decisões (BAKKER E YOUNG, 2011) Considerações Finais Este ensaio buscou inicialmente apresentar as principais teorias macroeconômicas que tanto explicam o quadro econômico atual: As teorias clássicas e Keynesiana, buscando apontar as suas divergências de análise quanto ao o nível de emprego das nações. Desse modo, verificou-se que apesar de tais contradições existentes entre as teorias, estas apresentam significativa importância, pois fornecem fundamentos que auxiliam no entendimento dos níveis de emprego na economia atual, em termos agregados. A segunda parte do trabalho buscou apresentar algumas considerações sobre o emprego verde, evidenciando o seu papel como potencial mecanismo para a promoção do desenvolvimento sustentável das nações. Assim, verificou-se que o emprego verde objetiva essencialmente a redução dos impactos ambientais gerados pelos setores econômicos, através de trabalhos que contribuem para a manutenção do meio ambiente, proporcionando oportunidade de emprego decente aos menos favorecidos e reduzindo assim as desigualdades sociais. Esse tipo de emprego tem apresentado crescimento na economia mundial, alcançando não apenas as economias desenvolvidas, mas também aquelas em desenvolvimento. Entretanto o maior percentual de empregos verdes concentra-se nas áreas onde são implantadas medidas proativas as quais estimulam a criação desses empregos, sendo mais frequentes em países desenvolvidos do que nos demais. Também foi verificado o inquestionável papel do avanço dos investimentos verdes na promoção do crescimento no nível de empregos sustentáveis, sendo que o setor de energia limpa tem gerado triplamente mais empregos do que nas industriais tradicionais de combustível fóssil. A perspectiva para os próximos anos é a conversão da economia atual para uma economia potencialmente verde, dadas as novas demandas do mercado mundial, as quais tem sido pressionada pelo aumento do preço da energia e dos produtos primários. Entretanto há ainda uma série de desafios que impedem o crescimento dos empregos verdes no mercado mundial, como as dificuldades de acesso a esse tipo de emprego, o qual tem sido bastante dificultado pela informalidade e desigualdade das nações. Além disso, são as práticas insustentáveis que ainda predominam na economia mundial, mantendo lucros crescentes e inibindo o crescimento de industrias limpas. Estes correspondem apenas a alguns exemplos dos entraves que dificultam o desenvolvimento dos empregos verdes na economia mundial. A atuação dos formuladores de políticas pressionando as empresas a adotarem práticas mais limpas de produção, elaborando programas de capacitação de trabalhadores, como já acontece em alguns países desenvolvidos, incluindo portando projetos que estimulem a criação de empregos verdes, é essencial para que ocorra o desenvolvimento sustentável nas nações, cuja preservação do meio ambiente e a equidade social passem a ser prioridades na agenda de desenvolvimento dos países. Referências Bakker, L. B. Young, C. E. Caracterização do emprego verde no Brasil. Disponível em:http://www.ie.ufrj.br/images/gema/Gema_Artigos/2011/Bakker_Young_2011_EcoEco_Caracterizacao_do_emprego_verde_no_Brasil.pdf. 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