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planejar e conquistar

planejar e conquistar

Sonhos, planos, ação, vitória! Somos todos capazes de planejar, porem no decorrer de nossa vida, geralmente não gostamos de investir nosso tempo em planejamento, porque erradamente achamos que é perda de tempo. Ledo engano, quem planeja na verdade ganha tempo e diminui as chances de sua empreitada dar errado. Isso não vale somente para as empresas ou grandes projetos, no cotidiano de uma dona de casa é necessário planejar: se ao fazer compras seguindo sua intuição certamente irá perceber ao chegar em casa que esqueceu de comprar algum produto, ao invés disso, se tiver um pouco mais de organização irá analisar antes de sair de casa o que está faltando e fará uma lista, a lista é o planejamento do que será feito, com toda certeza quem faz isso economiza e ganha tempo. Agora se em uma simples compra de mantimentos é necessário planejamento, tenha a certeza de que em toda sua vida em tudo que for fazer, ou quase tudo, é indispensável planejar. Planejar a grosso modo é a reflexão antecipada sobre ações futuras, porem refletir é muito pouco para se obter um planejamento de qualidade, pois a rigor é obvio que todos "pensamos" antes de agir. Quem quer obter sucesso em planejamento deve seguir os passos abaixo; 1 - brainstorming ou tempestade de ideias, se desejo realizar algo porque não pensar de que formas se pode alcançar a meta, que ferramentas podem ser usadas, quais os problemas serão enfrentados, como fazer o máximo com o menor custo, enfim, devemos deixar a mente literalmente viajar, soltar as ideias... 2 - depois de pensar bastante e em várias maneiras de realizar o desejado, seremos capazes de optar por um caminho, geralmente as pessoas tem preguiça de pensar, ora se justamente isso nos difere dos demais seres, se nossa maior ferramenta é justamente o pensar, como então dispensar esse dom que deus nos deu. 3 - após decidir pelo "melhor caminho" devemos fazer outra coisa que quase todo mundo detesta, escrever os planos, essa etapa geralmente é a mais ignorada, aí é que mora o perigo, porque ao escrever cada etapa teremos uma chance única de visualizar os planos como uma fotografia onde se pode ver os detalhes. 4 - por fim na fase da ação é indispensável checar se estamos realmente seguindo os planos, porem é normal também ter que fazer adaptações quando estamos realizando o planejado porque é impossível prever todas as variáveis da vida, sendo que até essas mudanças devem ser escritas e repensadas como no primeiro ponto.  Há  alguns anos tive a oportunidade de ver um artigo sobre uma pesquisa feita em um universidade, contava que foram entrevistados 100 jovens sobre seus planos de vida, claro que todos tinham seus sonhos e planos, a segunda pergunta era quem tinha os planos escritos e com prazos definidos, apenas 3 tinham um planejamento escrito e com datas definidas, os jovens foram cadastrados e dez anos após a primeira pesquisa foram entrevistados novamente, os 3 jovens que tinham seus planos escritos com datas definidas, eram mais bem sucedidos, tanto financeiramente como intelectualmente do que os outros 97 juntos. Moral da história, o sol nasce para todos, mas nem todos estão dispostos a saírem da sombra!




usando sua inteligência para fluir uma boa reunião

usando sua inteligência para fluir uma boa reunião

Cada pessoa possui sua maneira de se comunicar, contudo, há aspectos da comunicação que se assemelham em todos. O Dr. Lair Ribeiro chama esses aspectos de inteligência interpessoal, pois possibilitam que se entenda o que realmente está se passando na cabeça de quem comunica, mas há muitos livros que tratam o tema como parte da Linguagem corporal, é possível entender como as pessoas estão se sentindo apenas olhando como manipulam o seu corpo, posicionando-se como estas pessoas se encontram será possível melhorar a comunicação. Quando se assume uma atitude corporal parecida com a do ouvinte, se está passando a informação de “igualdade", a outra pessoa passa a percebê-lo como igual e a confiar mais em você. A conversa poderá tomar o rumo certo, utilizando-se de frases que estimulem a percepção atual da pessoa. Por exemplo: Se a pessoa com quem se conversa costuma olhar para cima, ela está utilizando sua inteligência visual, então use verbos que estimulem a visão, isso irá fisgar sua visão com grande eficiência. Se a pessoa costuma olhar para baixo e para direita está estimulando sua inteligência sensitiva, para prender sua atenção gesticule do lado contrário ao que a pessoa olha. De fato, nenhuma pessoa pode criar imagens se não olhar para cima, e olhando para o ponto certo será possível melhorar a memória e reavivar informações. Ainda pode-se moderar a comunicação prestando atenção ao que a outra pessoa fala, o individuo serve como ponto de referência para a formação da personalidade, esse ponto de referência pode ser de três tipos: • Interno (Satisfação pessoal): a pessoa é autoconfiante e utiliza razões e justificativas dela mesma; • Externa: a justificativa para algo será de referencial alheio ou acontecimentos diferenciados; • Interno/Externo: Respostas de justificativas vagas. A justificativa é de opiniões alheias. O indivíduo de referência interna não gosta muito de elogios, é autossuficiente e sabe o que está fazendo, já o indivíduo de referência externa precisa sempre de feedback. Enquanto os que são de referência interna e externa não gostam de elogios, mas necessitam de feedback, gosta que decidam por ele, mas não gostam que lhe ofereçam nada. Ainda é possível determinar a predominância da personalidade verificando sua atitude perante os acontecimentos, tornando possível se posicionar conforme a percepção individual. Esse reconhecimento é chamado de análise de processos, que poderão dar-se: • Por semelhança: gosta de estar onde está; • Por diferença: gosta de mudanças; • Pessoa específica: a conversa possui começo, meio e fim, utiliza nomes próprios, advérbios, adjetivos e geralmente procura estabelecer a relação causa e efeito no que fala. Este enxerga a árvore, mas não vê a floresta; • Pessoa generalista: conversa aleatória, passando de uma situação para a outra. Este percebe a floresta, mas não vê a árvore;




definição das necessidades, problemas e carências

definição das necessidades, problemas e carências

Um projeto social, para ser elaborado, primeiramente, precisa definir uma necessidade ou problema que será objeto de todo o seu desenvolvimento. Assim, neste tópico, você conhecerá algumas técnicas de priorização para definir qual será o foco de um projeto. O inicio da elaboração do projeto deverá nascer de uma análise do contexto, no qual deverão ser identificadas as razões da proposta. Nessa análise, as informações e dados coletados ajudarão a definir o objetivo geral, mostrando o porquê e para que o projeto deverá ser elaborado (a justificativa). Quando se está elaborando um projeto, é sempre bom lembrar qual a causa que ele está atingindo, que público-alvo será beneficiado, quais resultados serão esperados. Situação-problema: é bastante comum nos depararmos com projetos bem redigidos e lastreados pelas melhores intenções, mas que não deixam clara a situação-problema enfrentada. Em decorrência disso, os objetivos são, geralmente, múltiplos e inconsistentes, quando não são concorrentes entre si. A precária definição do problema e a discrepância dos objetivos deixam margem para um alto grau de arbitrariedade no estabelecimento das metas e, por consequência, uma grande dificuldade na gestão e avaliação do projeto. Para a caracterização da situação-problema, é necessário reunir informações atualizadas, que possam descrevê-la em termos quantitativos e qualitativos. Para isso, precisamos de “indicadores” que possam auxiliar na construção do cenário do projeto com maior precisão. Além disso, é preciso também reunir informações que permitam responder, com clareza, certas questões, como: * Quem é o público-alvo? * O que ele pensa? * Como ele vive? * Quais são os seus desejos e necessidades? Nesse sentido, o desejado é que se obtenha informações e impressões de “primeira mão” junto ao público-alvo. Veremos, a partir de agora, como chegar na situação-problema e na priorização de um objetivo, para construir nossos projetos. 1° passo de um projeto social: O primeiro passo de um projeto social é a análise do contexto, também chamada diagnóstico da situação, análise situacional ou análise do cenário. O diagnóstico elaborado deverá ser um processo em que serão descritas e explicadas as situações-problemas encontradas e, por meio destas situações, dever-se-á procurar estabelecer seu prognóstico, ou seja, a situação desejada. 1 – Levantamento de dados: coleta de informações sobre um grupo social, com foco em seus problemas. 2 – Análise critica dos dados: comparação crítica entre as informações e problemas levantados sobre aquele grupo, com as informações e problemas de toda a população na qual está inserido, buscando identificar quais dificuldades serão enfrentadas. O diagnóstico deverá ser feito através do levantamento de dados, análise crítica dos dados e identificação do problema central, que será o foco da intervenção (projeto). O ponto de partida é conceber o projeto como resposta a algo que se pode chamar situação-problema. Exemplo: expressa por uma demanda não satisfeita por nenhum produto ou serviço, pelo alcance de melhores condições de vida, etc. Além disso, a perspectiva é a de que há uma possibilidade de mudança da situação atual, considerada indesejável, para a situação futura, que se deseja atingir. Afinal, “um problema sem solução, solucionado está”.Como formular um problema? • Considerar uma situação adversa existente no momento; • Defini-la como uma condição negativa; • Expressá-la de forma precisa e objetiva. Análise da situação existente com base nas informações disponíveis. Nesta análise, deverão ser identificados os principais problemas existentes e as relações causais entre eles. As relações causais implicam em ordenar e priorizar os problemas que se apresentam, focalizar o problema que será referência da intervenção e identificar os elementos que constituem suas causas e seus efeitos, de maneira que possamos ordená-los dentro de uma lógica. Para facilitar esta etapa, utilize técnicas de dinâmica de grupo como, por exemplo, o brainstorming. Brainstorming: (ou "tempestade cerebral"), mais que uma técnica de dinâmica de grupo, é uma atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa de um indivíduo ou de um grupo - criatividade em equipe - colocando-a a serviço de objetivos pré-determinados Uma forma de descrever a situação-problema seria estabelecer as causas que originam ou agravam o problema, identificado como central, para o contexto, tentando construir uma árvore de vários níveis de causas. Para a construção da Árvore, parte-se do problema central, focal (é aquele cuja existência e importância são reconhecidas por todos os agentes interessados na sua solução). 1- Pode-se ramificar a Árvore até o nível que desejar; no entanto, é interessante limitar-se às causas essenciais e passíveis de mudança. 2- O problema central pode não ser, necessariamente, “o mais importante”, mas o mais indicado para ser resolvido no momento, por meio da ação coletiva. 3- O problema central escolhido para dar início à construção da Árvore de Problemas deve representar o cerne da situação analisada. Além disso, a sua definição deve surgir do consenso entre os atores envolvidos no planejamento, pois divergências, com respeito ao problema central, podem afetar tanto a elaboração como a execução do projeto. 4- Uma vez obtido o consenso sobre o problema central, deve-se partir para o exame das suas causas essenciais. A análise das relações causais pode ser feita respondendo-se à pergunta “por que?”. 5- A partir do problema central, são apontadas suas causas (que são registradas abaixo do problema central) e suas consequências (apresentadas acima do problema). 6- É possível desmembrar a árvore de problemas em diferentes níveis de causas e de consequências. 7- Cada uma das causas e consequências também podem ser entendidas como um novo problema a ser solucionado oportunamente. Geralmente, esta estratégia requer uma leitura de baixo para cima; assim as causas substanciais e diretas do problema focal aparecem abaixo, e os efeitos substanciais e diretos, acima. As causas e os efeitos se desenvolvem seguindo o mesmo princípio, para formar a árvore de problemas. A análise do problema pode dar-se por terminada, quando os participantes estão convencidos de que toda a informação essencial foi incluída na rede, de maneira a explicar as relações causa-efeito mais importantes que a caracterizam. Vamos exemplificar. Para fazer uma árvore de problema, é conveniente: • Identificar os problemas existentes mais importantes, baseados na informação disponível. • Selecionar um problema focal (problema central) para análise. • Identificar as causas substanciais e diretas do problema focal. • Identificar os efeitos substanciais e diretos do problema focal. • Construir uma árvore do problema, mostrando a relação causa-efeito entre os problemas. Rever a árvore, e verificar sua validez, fazendo os ajustes necessários. PROBLEMA CENTRAL: É aquele que resulta da existência de todos os outros (aparece representado na parte superior da árvore). PROBLEMAS TERMINAIS: São os que aparecem na árvore sem outros problemas a contribuírem para a sua existência (são os problemas de raiz). PROBLEMA DE 1º NÍVEL: São os que contribuem diretamente para a existência do Problema Central; PROBLEMAS DE 2º NÍVEL: São os que contribuem para os problemas de 1º NÍVEL (e assim sucessivamente, 3º NÍVEL, 4º NÍVEL, etc.); Uma forma alternativa simplificada de analisar a situação-problema seria responder perguntas, como as seguintes: • Qual a situação atual? Quais são as condições, necessidades ou finalidades não satisfeitas que sugerem que existe um problema? • Quais as causas do problema? • Para quem a situação é percebida como um problema? Existem pessoas para quem a situação é vantajosa? Que grau de compreensão as pessoas, afetadas pelo problema, têm a respeito dele? • O problema foi caracterizado em seu contexto e em todos os aspectos importantes (por exemplo: social, institucional, econômico-financeiro, político, tecnológico, administrativo-gerencial, etc.)? • Foram procuradas informações sobre a situação com outras pessoas, em livros, estudos, etc.? • Entre os vários problemas encontrados, esse, em especial, é prioritário, e tem mais importância? Por quê? Quais os critérios usados para se atribuir essa importância? Nem toda situação considerada problemática ou desfavorável será objeto de um planejamento coletivo que precisará da elaboração de um projeto. Apenas problemas considerados mais relevantes para o desenvolvimento de comunidades serão merecedores desse esforço de planejamento, possibilitando maiores avanços em termos de bem-estar coletivo. É com a informação elaborada no diagnóstico, que procede à formulação de hipóteses de trabalho que permitam explicar o comportamento do sistema estudado, então, se origina a formulação do problema, de que dependerá o êxito ou fracasso do nosso projeto. É oportuno lembrar que, ao fazer este diagnóstico, você pode se deparar com diversos problemas e necessidades ou mesmo ter certa dificuldade em identificar o que seria relevante e que justificaria a elaboração de um projeto. O que fazer? Como identificar um problema relevante? Se você tem dificuldade em identificar um problema relevante, aplique um método que lhe auxilie nessa identificação. Um método muito utilizado chama-se Matriz de Priorização. Matriz de Priorização: é uma ferramenta que você poderá utilizar para estabelecer prioridades em relação aos problemas a serem resolvidos por um ou mais projetos, ou seja, estabelecer prioridades das ações para eliminação de problemas ou mesmo para ações de melhoria. Tem como objetivo avaliar, dentre as alternativas, aquelas que possuem maior grau de importância, urgência, impactos ambientais, etc. Para sua confecção, comece por uma ampla lista de problemas identificados, classificando-os por meio de uma “Matriz de Priorização”, escolhendo aquele que apresentar maior pontuação. Para tanto, é preciso seguir os seguintes passos: • Liste os principais problemas identificados; • Defina quais critérios serão utilizados para avaliar esses problemas; • Atribua notas para cada um dos problemas, com base nos critérios definidos; • Totalize as notas para identificar o problema mais importante. Veja um exemplo: Para facilitar o entendimento, acompanhe o exemplo hipotético a seguir: 1: Em uma determinada comunidade, foram identificados os seguintes problemas relevantes: • Educação profissionalizante deficiente; • Jovens da comunidade sem oportunidade de trabalho; • Políticas públicas para educação inadequadas; • Alta taxa de criminalidade. 2: As pessoas e instituições (atores) envolvidas na solução dos problemas definiram os critérios abaixo para avaliação da importância dos problemas levantados: • Urgência • Governabilidade • Capacidade de mobilização • Oportunidade • Impacto no desenvolvimento local • Potencial de replicabilidade • Competência da Equipe Executora • Possibilidade de atender às exigências dos financiadores 3: Eles atribuíram notas para os problemas, em relação aos critérios, de acordo com a seguinte legenda: 0 – nenhuma 1 – média 2 – muita 4: Preencheram e totalizaram a Matriz de Priorização. Matriz de priorização Aplique a Matriz de Priorização para identificar problemas relevantes, identificados por você ou por um grupo, instituição. Para isso, cumpra as seguintes etapas: 1) Listem aqueles problemas sociais importantes e que precisam de um projeto estruturado para resolvê-los. 2) Definam os critérios para avaliação dos problemas. 3) Definam a legenda das notas a serem atribuídas 4) Preencham e totalizem a Matriz de Priorização. Indica-se que seja considerado o problema central aquele que obtiver a maior nota na avaliação. Daremos outras sugestões de uma matriz para que você possa utilizá-las de acordo com a sua necessidade. Para criá-la, sugerimos, inicialmente, a elaboração de uma tabela de pontuação. Não aprofundaremos este assunto de matriz de prioridade, pois a estamos utilizando apenas como um método. Existem outras ferramentas que você poderá utilizar para obter os mesmos resultados. O Diagrama de Pareto e o diagrama de causas e feitos (espinha de peixe), também poderão ser utilizados. Projetos ambientais: no caso de projetos ambientais, você poderá incluir, como item de avaliação, a questão dos impactos na natureza, etc. Empresas, instituições: na área pública ou mesmo no âmbito de empresas/instituições/ONGS, muitas vezes, os fatores decisivos para aprovação ou não de um projeto podem estar ligados à questão de verbas, de prazos ou interesses políticos. Após todos os conceitos e conteúdos apresentados, você tem um grande trabalho a fazer: o mapeamento das necessidades, problemas, oportunidades e, posteriormente, a definição de critérios para avaliação e definição do foco do projeto a ser desenvolvido. Uma vez detectado e caracterizado o problema a ser atacado, se faz necessário buscar, dentre as situações possíveis, aquela que apresente a melhor solução.




comportamento empresarial e ética de trabalho

comportamento empresarial e ética de trabalho

A importância de aprender comportamento organizacional está no fato de poder aumentar a compreensão na execução de seus trabalhos, conhecer mais a fundo seus potenciais e das pessoas que estão à sua volta. Com esse conhecimento, também se pode melhorar sua forma de compreender o ambiente de trabalho e assim promover qualidade tanto na vida profissional quanto na pessoal. O comportamento empresarial está intimamente relacionado com a ética no trabalho. O ser humano que está inserido no ambiente de trabalho deposita todos seus valores adquiridos ao longo de sua vida na execução de suas tarefas e no relacionamento com seus pares. Os negócios digitais merecem toda atenção quando falamos de ética, pois não é apenas um meio eletrônico que realiza as transações comerciais, são pessoas que através de seus conhecimentos, transformam seus negócios e consequentemente as vidas de outras pessoas.


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