Calça skinny tressa jeans médio com detalhes de estrelas levis com melhor preço

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Detalhes de calça skinny tressa jeans médio com detalhes de estrelas levis

? Calça Skinny Tressa Jeans Médio com Detalhes de Estrelas Levis. A Levis é a maior fabricante de jeans do planeta, verdadeira criadora do tecido mais vendido no mundo e símbolo de look casual. Criada em 1852, a marca possui boa parte de seus produtos expostos em canais e-fashion. Com toda a linha da Levi?s, seu pequeno vai ficar muito mais estiloso! Conta com modelagem reta, quatro bolsos na parte superior. Confeccionada em tecido leve, proporciona toque suave e macio sobre a pele. Fechamento por zíper e botão. Composição: 80% Algodão 20% Poliéster.

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algumas novidades do android lollipop

algumas novidades do android lollipop

No lugar de um grande anúncio, evento ou banda de música tocando na porta da loja, o Google achou melhor lançar em blogs da marca as novidades do Android Lollipop aos poucos. Daí, o que eu fiz? Reuni algumas delas neste post. Se liga!

Vou começar pelo sistema de transferência de arquivos e perfil de um telefone para outro, chamado Tap and Go. Funciona utilizando o NFC e o Bluetooth. Basta aproximar dois aparelhos com o Lollipop instalado e você passa todos os detalhes que quer ver instalados no novo aparelho. Parece coisa de filme!

Outra boa novidade é o Ambient Display, que exibe informações em sua tela bloqueada e já permite algumas interações. Aliás, é na tela bloqueada que rolam algumas das novidades mais legais, como destravar a tela com o seu rosto em uma versão com sensibilidade maior (nas anteriores era preciso ter iluminação no ambiente). Uma melhoria bem legal (meio que inspirada no iOS) é a capacidade de interagir com notificações sem nem precisar abrir o telefone. Mas quando digo interagir, falo do pacote completo, viu? Dá para arquivar, responder e até expandir as informações para saber mais sobre aquela notificação. Muito mais prático, não é? E olha só que legal: você pode configurar alguns aplicativos para que eles emitam notificações sem conteúdo, de forma a manter a sua privacidade. Assim você não precisa se preocupar com quem estiver do lado ou com você na mesa do happy hour, por exemplo! Aliás, tem outra funcionalidade bem bacana ainda nesse assunto que é o “Priority Mode”. Funciona assim: você pode escolher qual app vai aparecer nas notificações. É como um “Não perturbe”, só que muito mais inteligente. Emprestar o seu smartphone ou tablet também ficou mais fácil, viu? É que há funções como o Guest Mode, que até já existia em versões anteriores, e o Pin App. Este segundo é bem prático para quem tem criança em casa, porque deixa você “travar” o uso do tablet em apenas um determinado game, por exemplo. Assim, você pode emprestar o seu gadget sem que ninguém mexa em seu e-mail ou nos outros programinhas. E, claro, o Material Design, sobre o qual já falei aqui, está espalhado por todos os cantos. Seja nos apps já adaptados ou nas áreas de configurações rápidas, nas fotos e outros lugares, a ideia de ter um “relevo” nos elementos visuais está marcando presença. Ufa! Já deu para sacar quanta novidade vem por aí, né? Eu, claro, estou de olho! E você? Qual delas mais curtiu?  




a competitividade nas negociações

a competitividade nas negociações

Como você pôde perceber até aqui, hoje, é cada vez mais importante à questão da ética nas negociações comerciais, pois são as pessoas que fazem as organizações e as impulsionam às mais diversas ações; e a consciência ética é que deve nortear essas ações humanas. Nas relações de negócios, são importantes regras de comportamento e de respeito. O comportamento das organizações bem como seus valores repercute diretamente na relação com seus clientes, com seus fornecedores e com a sociedade como um todo. Se os líderes empresariais, ao invés de mudarem seu comportamento organizacional e o de seus liderados, somente tentarem explicar suas ações antiéticas perante a sociedade, na busca incessante e desesperada por lucros imediatistas, muito provavelmente essas ações se tornarão, para a concorrência, as armas mais poderosas contra sua imagem, podendo representar até o caminho para a falência. A visão imediatista é antiética, pois não respeita valores. Nessa abordagem, notamos que vale tudo para obtenção de resultados: os concorrentes têm que ser eliminados e os clientes têm que ser "encantados” a quaisquer preços. As diversas mídias disponíveis hoje, de informações rápidas e de alcance global, podem ser utilizadas para indução do consumidor, mas, felizmente, podem também condenar as empresas antiéticas ao descrédito, pois, apesar da competitividade estar muito maior, as exigências do mercado também está. A ética nos lembra de valores e normas que visam o bem coletivo, e a competitividade nos remete à ideia da luta de todos contra todos. Entretanto, adotar padrões éticos tornou-se instrumento fundamental às empresas que querem ser competitivas. Esses se traduzem em práticas que são cada vez mais exigidas pela sociedade. Infelizmente, muitas vezes essa busca desesperada por vantagens competitivas diante da concorrência não está seguindo um modelo ético, o que coloca em sérios perigos toda a competitividade adquirida ao longo de anos e com muitos esforços. Para que uma empresa tenha um diferencial, que se torne realmente uma vantagem competitiva, não dependerá somente das características de seus produtos e serviços, mas também, de vários fatores externos a mesma e que não podem ser controlados por ela. A partir desta realidade, o sucesso de uma estratégia vai necessariamente depender não só do produto ou serviço oferecido, mas também do modelo de gestão adotado pelas pessoas que dirigem as empresas. Buscar competitividade é buscar qualidade nos produtos oferecidos, competências de mercado e boas relações com os clientes e fornecedores, ou seja, cuidar tanto do desempenho quanto da imagem da empresa. Competitividade é sinônimo de melhorias contínuas, mas em excesso (assim como a grande cobrança na área comercial pelo alcance de metas), pode influenciar na prática de ações desleais ou antiéticas. O grande desafio dos gestores é saber dosar até que ponto se pode chegar numa negociação sem afetar outras pessoas ou empresas. Práticas antiéticas na relação com concorrentes podem caracterizar crime de Concorrência Desleal, podendo causar complicados danos judiciais à empresa. A seguir veremos alguns exemplos de ações antiéticas na concorrência:• Difamação e disseminação de inverdades ou maledicências; • Sabotagens e espionagens (muito comum na área industrial); • Contratação de funcionários de concorrentes para obtenção de informações privilegiadas; • Roubo ou desvio de documentos. Nessa busca por grandes lucros e maior competitividade, as empresas não podem deixar que a ambição torne-se ganância, devendo agir, acima de tudo, com transparência e honestidade. Só assim uma empresa obterá maior competitividade e sustentabilidade. É responsabilidade das empresas éticas usarem seus recursos em atividades direcionadas ao aumento dos lucros sem ferir as “regras do jogo”, em uma competição livre e aberta, sem fraudes ou enganos; as pessoas e as organizações serão cobradas cada vez mais quanto aos procedimentos que utilizam, uma vez que a exigência por comportamentos éticos terá um peso tão grande ou maior do que teve a exigência de cuidados com o meio ambiente e recursos naturais; até porque o respeito ao meio ambiente passou a ser um dos aspectos básicos de uma postura ética. Existem dois requisitos básicos para a realização de vendas éticas: empregar somente argumentos verdadeiros para o convencimento das pessoas e a não omissão de informações relevantes à decisão da compra. As organizações, que desejam manter-se competitivas e fortes no mercado, precisam traçar estratégias que proporcionam estabilidade e permitem aos seus colaboradores alcançarem melhores objetivos; incentivando-os a dirigirem seus esforços para o sucesso da empresa, sempre pautados pela ética.




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<img src="http://www.mujerhoy.com/pic.aspx?W=200&img=cristina_pedroche_morellato348116442.png" alt="Cristina Pedroche, imagen de las joyas de Morellato " style="float:left;margin:3px;border:1px solid #000000;">La presentadora Cristina Pedroche es la nueva imagen de la firma italiana Morellato.<br>




gestão empresarial: o papel da organização

gestão empresarial: o papel da organização

A organização, ou seja, o conjunto de recursos (equipamentos e principalmente de funcionários) reunidos para produzir bens ou serviços, é a primeira fase da empresa. No princípio ela é, de modo geral, o complemento do empreendedor, diferenciando-se a seguir, mais ou menos rapidamente. Desse modo, a organização adquire hábitos e resistência à mudança. Seu funcionamento é sustentado por diferentes tecnologias materiais e imateriais coerentes com a visão e estratégias pelo menos implícitas, que lhe dão as orientações de médio e longo prazo, compreendendo muitos atores internos e externos. Como organismo vivo, está em relação mais ou menos estreita e organizada com o exterior. Ela torna-se fundamentalmente um instrumento para acumular informação, permitindo fazer avançar as rotinas, capazes de respeitar as regras de produção e as necessidades do mercado, mas também de mudar com estas. Segundo Kirznner (1982), a organização é no princípio o complemento do empreendedor, a aplicação de seu esforço de criação ou apropriação de um espaço de mercado, e de sua capacidade para mobilizar recursos humanos e materiais para oferecer diferentes produtos. Esse complemento se enriquece gradualmente, com o aporte de novos recursos ou aperfeiçoamento dos existentes, diferenciando-se aos poucos, com o tempo, do empreendedor. Em outras palavras, no princípio a organização ou empresa é completamente integrada ou dependente do empreendedor, que preenche ali tarefas de execução e direção. A linha hierárquica, além das diferenças entre empreendedor e pessoal, é frequentemente inexistente ou muito tênue, ou até mesmo ausente para o trabalhador autônomo. Assim, a organização interioriza as estruturas do mundo social que moldaram o empreendedor e, gradualmente, as de seu pessoal-chave. Pouco a pouco, a organização se distingue do empreendedor, desenvolvendo, por assim dizer, personalidade própria, embora continue marcada pela direção empreendedora, que pode favorecer a independência e a autonomia antes do crescimento ou gradualmente o inverso. Neste último caso, o empreendedor se posiciona cada vez mais como gestor e acaba até mesmo sendo substituído por um gestor profissional, para tornar-se então um puro capitalista, que apenas controla a boa gestão de seu portfólio; esse é o caso das grandes empresas. Ocorre, entretanto, que muitos desses empreendedores tornados gestores conservam a visão empreendedora. Apesar da evolução, e a menos que a burocracia acabe por esclerosá-la, a organização permanece um lugar vivo, mais ou menos dinâmico caso conserve ou não o espírito empreendedor.


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