Calça jeans coordenado ck one delave azul claro - 36 com melhor preço

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Detalhes de calça jeans coordenado ck one delave azul claro - 36

Especificações

Especificações
 CinturaQuadrilCoxaGancho DianteiroGancho TraseiroEntrepernasComp.

Boca
  
3636cm52cm28cm27cm36cm82cm109cm16cm
3839cm54cm29cm27cm37cm83cm110cm16cm
4041cm56cm30cm28cm38cm83cm111cm17cm
4244cm59cm32cm29cm38cm83cm111cm17cm
4447cm61cm32cm29cm38cm86cm112cm17cm
4649cm63cm34cm29cm39cm86cm115cm18cm
4849cm64cm34cm29cm39cm87cm115cm18cm

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técnica de atendimento telefônico

técnica de atendimento telefônico

Atualmente, uma frase que se tornou um “chavão” em tudo que se relaciona com o atendimento ao cliente: “não devemos apenas agradar ao nosso cliente. Precisamos mais do que isso: precisamos encantá-lo”. Das habilidades que precisam ser desenvolvidas a principal é a empatia. Esta é a palavra-chave. Empatia significa a capacidade de se colocar no lugar do outro. De nada adianta todos os instrumentos vinculados ao bom atendimento, tais como gentilezas e cortesias, respeito, entre outros, se a empresa, por meio dos seus funcionários ou dirigentes, apenas manifestar o seu ponto de vista, expressando as suas crenças e as suas verdades, sem se colocar no lugar do outro (LUCENTE, 2009). A arte da empatia, mais do que a simpatia, é o grande segredo de uma efetiva comunicação. Aliás, a comunicação não é o que se transmite ou o que se fala. A comunicação é o que chega ao ouvinte ou interlocutor; é o que é interpretado, é o estímulo que fica no outro, a partir do que dissemos ou fizemos. Um exemplo simples de uma comunicação ineficaz é o de um vendedor de veículos, alegre, simpático, comunicativo. Ao apresentar um veículo ao provável comprador, usa todo o seu poder de argumentação para falar da potência do motor, do silêncio no interior do carro, das novas e modernas cores opcionais. No entanto, o cliente diz-se agradecido pelas informações, mas não faz a compra (LUCENTE, 2009). Provavelmente ele não diz ao vendedor, mas o que procura é um carro econômico e seguro. Poderia ser até esse mesmo que o vendedor estava oferecendo; ele apenas não soube “ouvir” o cliente para usar os argumentos adequados para aquela situação. Enquanto as pessoas estiverem apenas interessadas em falar, falar, falar, sem ouvir ou abrir canais para perceber o que o cliente quer ou precisa estarão perdendo bons negócios e bons clientes. Sugiro considerar passos simples que o Operador de Relacionamento pode adotar para facilitar uma efetiva comunicação com o seu cliente (atual e futuro): 1. Cultive sempre a empatia, ou seja, a capacidade de se colocar no lugar do outro; 2. Ouça com atenção. Pergunte para não haver dúvidas no entendimento do que foi transmitido; 3. Evite interpretar. Normalmente interpretamos com base no nosso ponto de vista e não no ponto de vista do outro. Novamente é melhor perguntar do que interpretar errado; 4. Ao falar com a pessoa, dê-lhe a devida atenção, olhe nos olhos, trate-a com distinção, respeito, simpatia, gentileza e consideração. Chame-a pelo nome, use pronomes de tratamento adequados; 5. Procure ouvir mais e falar menos. Muitas vendas são perdidas e negócios são comprometidos por excesso de argumentação; 6. Prepare-se para falar bem, com elegância, fluidez e naturalidade. Prepare também os representantes de sua empresa para falar.




quando o líder é desafiado

quando o líder é desafiado

Para quem gosta de desafios, a prática da liderança é um “prato cheio”, pois é um eterno desafio!

Vários são os desafios diários do líder competente, desde os desafios autoimpostos, como os impostos pela evolução da gestão, bem como os impostos pela evolução dos perfis de profissionais da equipe. Quais são tais desafios? Vejamos algumas reflexões para compreender a complexidade de ser um líder na gestão do conhecimento.

Primeiramente o líder se impõe alguns desafios, pois hoje para ser competitivo e manter um diferencial no mercado precisamos repensar várias práticas, vários comportamentos que não mais cabem no contexto moderno. Hoje precisamos rever constantemente crenças, valores e hábitos, pois o marketing pessoal moderno nos traz uma exigência essencial, a congruência, ou seja, não existe mais a divisão entre o profissional, o pessoal e a liderança. Tudo precisa estar integrado. Como líder preciso ser um exemplo e, portanto, ter congruência, pensar, sentir e agir em consonância em qualquer instância da minha vida e em qualquer momento. Não há mais espaço para o líder que mostra uma imagem no trabalho e em casa não pratica o feed back, não respeita as diferenças, não se atualiza como “ser humano”... Um líder precisa ser líder em qualquer lugar e em qualquer momento.

Mais um desafio, a gestão do conhecimento traz exigências específicas, competências comportamentais como agilidade, polivalência, ética, paixão pelo que faz, atualização eterna, inteligência emocional, saber lidar com a pressão, entre outras. Além de todas essas mudanças internas exigidas, o líder precisa também levar a equipe a mudar essas competências, de forma ágil e eficaz, pois o tempo é muito curto, as exigências enormes e tudo isso passa a ser fator de sobrevivência no mercado.

Considerando todas estas mudanças, não podemos esquecer que o perfil do novo profissional a ser liderado muda, não só pelas competências exigidas, porém como fruto da geração Y (dos anos 80) e da nova geração Z (dos anos 90), bem como, das próximas “letrinhas” que ainda virão representando os jovens profissionais futuramente. Mudanças são nossa única certeza, portanto o líder precisa estar consciente que gerir esses novos profissionais é se repensar profundamente e estar muito motivado, pois terá que motivar jovens críticos, cada vez mais exigentes, com pouca paciência para galgar novos desafios, novos cargos e para ter maiores ganhos.

Nesta altura vocês estão sentindo um “frio na barriga”, pensando “aonde fui me meter”! Garanto que ser líder nesta nova conjuntura é apaixonante, pois nada é rotina, tudo isso faz com que exercitemos constantemente nosso cérebro, que nos repensemos como profissionais e como seres humanos inseridos num contexto maior, num contexto planetário, num contexto macro e holístico.

Qual a fórmula para vencer todos estes desafios? Ser apaixonado pela liderança, pela vida, por si mesmo e pelas pessoas, o resto podemos aprender, desaprender e reaprender constantemente. Se estivermos apaixonados e motivados, e se formos flexíveis, conseguimos manter o equilíbrio emocional necessário e a criatividade também necessária para mudar em nós e no outro tudo o que for preciso.

E você, está pronto para todos esses desafios? Se ainda não estiver, trace um planejamento concreto e prático para alcançar tais quesitos em pouco tempo, pois o tempo urge.




Ford conversa com o Google para montar carros autônomos, diz jornal

<a href='http://g1.globo.com/carros/noticia/2015/12/ford-conversa-com-o-google-para-montar-carros-autonomos-diz-jornal.html' alt='Ford conversa com o Google para montar carros autônomos, diz jornal'><img border='0' src='http://s2.glbimg.com/GtAqmxIXLtTe6iUr25auticqo_M=/90x68/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/06/26/000_was8939952.jpg' alt='Ford conversa com o Google para montar carros autônomos, diz jornal' title='Ford conversa com o Google para montar carros autônomos, diz jornal' /></a><br />Google testa seus protótipos que dirigem sozinhos desde junho. Empresa de tecnologia conversa com fabricantes para montar os carros.




fluxos de caixa: avaliação em finanças

fluxos de caixa: avaliação em finanças

As finanças corporativas precisam ser corretamente avaliadas, o tempo todo, para que se possa dimensionar de maneira correta o montante de recursos necessário para a efetiva realização da produção. Mais uma vez, devemos lembrar o pressuposto principal da teoria econômica que ensina sobre a escassez dos recursos em oposição à infinidade das necessidades. Lembre-se de que o principal desafio da organização do capital é a melhoria da produtividade. A produtividade somente será maior se houver investimentos. Os investimentos podem ser realizados em capital constante – máquinas, instalações físicas, etc. – ou em capital variável – pessoas, treinamento, gerência, etc. Mas os investimentos devem ser feitos com cuidado. Alie a necessidade de se investir para aumentar a produção e a produtividade, ao fato de que os recursos são escassos, surge o problema da incerteza sobre qual investimento deve ser feito prioritariamente. Até mesmo é comum que se depare com a incerteza sobre a própria necessidade do investimento. A priori, não é possível sabermos se o investimento de fato resultará em ganhos produtivos. Há inúmeros fatores que podem comprometer o melhor dos planejamentos de investimento para o ganho de produtividade. Por exemplo, ao se optar pelo aumento na carga horária de trabalho, autorizando a realização de horas-extras em uma empresa que fabrica peças para automóveis, o sindicato da categoria pode “barrar” essa iniciativa por entender que a mesma agrava a exploração do trabalho e submete o operário a uma jornada ainda mais desgastante. Também é comum que o investimento em maquinário, reestruturação de cargos e salários, planos de carreira, estruturação de férias coletivas e uma série de outras tentativas de tornar a produção mais ajustada à demanda, resultem em resistência e descontentamento de trabalhadores e sindicatos, anulando os possíveis ganhos planejados. Mas há outros fatores invisíveis para os gestores desavisados – ou despreparados: os custos do dinheiro ao longo do tempo. Vimos na primeira unidade deste material que a economia nada mais é do que o resultado das interações de todos os agentes econômicos ao longo do tempo. Assim, de maneira geral, os agentes econômicos ajustam seus preços conforme as relações entre a oferta e a demanda. Por exemplo, se determinado produto está presente em grande quantidade no mercado – ou seja, não há grande procura pelo mesmo – os preços caem. Quando o produto está em falta – em outras palavras, quando há uma procura maior – os preços aumentam. Para ficar mais claro, pense em uma festa: quando vai ocorrer uma grande festa em sua cidade, na qual todos ficam animados em comparecer, os preços dos ingressos tendem a ficar mais caros. Se a festa estiver animada de verdade, no dia do evento é bem provável que, aquele ingresso que era vendido por, digamos, R$ 30,00, passa a ser vendido por R$ 60,00 ou mais, no momento do evento. Mas se a festa estiver perto do fim, ou se ninguém se interessou por ela, é bem provável que, mesmo no dia marcado, os preços caiam bastante para que o prejuízo dos que compraram de maneira antecipada, ou dos realizadores do evento, não sejam muito grandes. Essa dinâmica ocorre o tempo todo e está presente em todos os momentos de nossas vidas, mesmo que não nos demos conta. Seguindo essa lógica, quando as coisas vão bem – há empregos em abundância, já que as empresas estão produzindo e vendendo bem – é comum que os agentes econômicos reajustem seus preços para cima.


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