Regata pink connection cropped renda off white com melhor preço

Vendido e entregue por Dafiti

69% OFF
Ver o preço deste produto

Tempo restante para atualização de preço. Clique abaixo e obtenha maiores informações sobre o produto na loja Dafiti!

Realize a compra deste produto com total segurança diretamente na loja Dafiti.

Gostou? Compartilhe nas Redes Sociais!
Detalhes de Regata pink connection cropped renda off white

Regata Pink Connection Cropped Renda off white, com detalhes rendados na parte superior, além de modelagem cropped com ...

Não perca a oportunidade de comprar Regata pink connection cropped renda off white pelo melhor preço!Compre agora diretamente na loja Dafiti com toda segurança

Quero ir à lojaComprar este produto


política cambial

política cambial

A política cambial irá definir a forma pela qual o valor da moeda nacional será determinado em relação à moeda estrangeira. Giambiaggi (2009) descreve que existem basicamente dois tipos de políticas cambiais, que seriam: o regime de taxas cambiais fixas e o regime de taxas cambiais flutuantes. Regime de Taxas Cambiais Fixas Consiste na situação na qual a autoridade monetária (Banco Central) define um valor fixo pelo qual a moeda nacional será trocada pelas moedas externas. Constata-se que esta política tem vantagens e desvantagens. Uma das vantagens é que tal política pode auxiliar no combate à inflação. Foi o que ocorreu na primeira fase do Plano Real, compreendido entre julho de 1994 e o final de 1998. Durante este período, como o real estava muito valorizado frente ao dólar, era relativamente fácil comprar mercadorias importadas. Caso os produtores nacionais desejassem elevar os preços, os empresários do setor varejista tinham a opção de comprar mercadorias importadas a baixo custo, evitando desse modo, a elevação de preços ao consumidor. A desvantagem se dava ao fato do regime de taxas cambiais fixas ocorrer quando a moeda interna tinha seu valor fixado em um patamar artificialmente elevado. Isso provocava um excesso de importações e um grande desestímulo à indústria nacional. Em um primeiro momento, os consumidores até ficam satisfeitos ao verem o seu poder de compra elevado. Porém, quando as indústrias começam a demitir, a demanda agregada tende a se reduzir. Além disso, numa situação em que a moeda nacional está muito valorizada, a indústria nacional não consegue mais exportar, ou seja, a principal fonte de recursos externos do país acaba de findando. Assim, o país corre o sério risco de ficar insolvente com relação a seus compromissos externos, pois gasta muitas divisas, em função das importações excessivas, e não gera receitas em moeda externa. Por divisa compreendem-se as moedas estrangeiras que um país possui para pagar seus compromissos externos. Para evitar uma moratória, esses países acabam recorrendo ao capital especulativo, atraindo a entrada desses recursos por meio de elevadas taxas de juros internas. Tais taxas de juros, por sua vez, desestimulam ainda mais a produção interna, retraem o consumo das famílias e provocam o crescimento acelerado da dívida pública interna. Como se não bastasse, a entrada excessiva de capitais especulativos no país o deixa sujeito a uma fuga repentina de capitais (ataque especulativo). Como exemplo, tem-se o processo que se evidenciou com várias nações do Terceiro Mundo, ao longo dos anos 90 e início do século XXI: • México (1994) • Tigres Asiáticos (outubro de 1997) • Rússia (1998) • Brasil (início de 1999) • Argentina (Final de 2001)




relacionamento interpessoal: conceitos da área de psicologia

relacionamento interpessoal: conceitos da área de psicologia

O ser humano é dependente das interações sociais para sobreviver, logo o grau de interação social será o determinante de qual será a sua qualidade de vida, seja no âmbito pessoal ou no profissional. Uma pessoa com dificuldades em criar ou sustentar relacionamentos, tende a desenvolver problemas como a baixa autoestima e depressão. Como trabalhar limitações nas relações interpessoais? Para trabalhar as suas limitações é necessário antes de tudo reconhecer suas capacidades, a partir do momento em que o indivíduo tem plena consciência das suas limitações e potencialidades ele passa a ser capaz de traçar um caminho que o leve a superação dos seus medos. Desenvolver atitudes que combatam o comportamento prejudicial às relações interpessoais é o primeiro passo para o pleno desenvolvimento das suas capacidades. Fatores que favorecem ou prejudicam nas relações interpessoais Diversos fatores podem influenciar positivamente ou negativamente nos processos de relações interpessoais, a seguir apresentamos os comportamentos mais comuns que influenciam positivamente ou negativamente, identificados pela área da psicologia comportamental.Comportamentos favoráveis • Ser simpático • Saber trabalhar em grupo • Ser proativo • Saber ouvir • Autoestima eleva • Autoconfiança em seus atosComportamentos prejudiciais • Soberba • Passividade • Falta de autonomia • Timidez excessiva • Agressividade com os demais • Autoritarismo Reconhecendo quais comportamentos ele possui, o indivíduo passa a ter autonomia sobre a melhor forma de trabalhar seus pontos positivos e negativos, conseguindo inclusive resultados em curto prazo.Um comportamento indispensável Relacionar-se bem com a sociedade é um comportamento que o indivíduo escolhe ou não possuir, porém ao abdicar um bom relacionamento com a sociedade uma série de conflitos passam a fazer parte do dia a dia do indivíduo. As relações pessoais e profissionais passam a ficar comprometidas, tornando-se suscetíveis a ruídos de comunicação e ineficiência nas trocas de informações ou alinhamento de processos. Um bom relacionamento interpessoal pode ser opcional, mas os fatores negativos desencadeados por uma comunicação não-assertiva tendem a tornar a situação insustentável.




provimento, vacância, remoção, redistribuição e substituição em cargo público

provimento, vacância, remoção, redistribuição e substituição em cargo público

Para provimento em cargo público, a pessoa tem que preencher determinados requisitos. Vejamos quais, nos termos do que prevê o artigo 5º do Estatuto dos Servidores Públicos da União: Art. 5º São requisitos básicos para investidura em cargo público: I - a nacionalidade brasileira; II - o gozo dos direitos políticos; III - a quitação com as obrigações militares e eleitorais; IV - o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo; V - a idade mínima de dezoito anos; VI - aptidão física e mental. A depender das atribuições do cargo, outros requisitos podem ser exigidos em acréscimo, o que demonstra o caráter exemplificativo do rol acima citado. É determinação da Lei n.º 8.112/90, que 20% das vagas oferecidas em concurso sejam destinadas às pessoas deficientes, desde que as atribuições do cargo sejam compatíveis com a deficiência. Embora se exija a nacionalidade brasileira para investidura em cargo público, excepcionalmente podem ser admitidos professores, técnicos e cientistas estrangeiros em universidades e instituições de pesquisa científica e tecnológicas federais. A investidura em cargo público ocorre com a posse. Segundo prevê a Lei n.º 8.112/90, são formas de provimento de cargo público: a) a nomeação; b) a promoção; c) a readaptação; d) a reversão; e) o aproveitamento; f) a reintegração; e g) a recondução. A nomeação pode ser feita em caráter efetivo, quando se tratar de cargo isolado de provimento efetivo ou de carreira, ou em comissão, inclusive na condição de interino, para cargos de confiança vagos. Acerca do cargo de carreira, vejamos o que prevê o art. 10 da Lei n.º 8.112/90: Art. 10. A nomeação para cargo de carreira ou cargo isolado de provimento efetivo depende de prévia habilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos, obedecidos à ordem de classificação e o prazo de sua validade. Parágrafo único. Os demais requisitos para o ingresso e o desenvolvimento do servidor na carreira, mediante promoção, serão estabelecidos pela lei que fixar as diretrizes do sistema de carreira na Administração Pública Federal e seus regulamentos. Quanto ao concurso público, ele pode ser: a) de provas; ou b) de provas e títulos. Ele pode ser realizado em duas etapas, e a inscrição está condicionada ao pagamento do valor fixado no edital, quando necessário, e ressalvadas as hipóteses de isenção. O concurso público poderá ter validade de até 2 (dois) anos, podendo ser prorrogada uma única vez, por igual período. Não pode ser aberto novo concurso enquanto houver candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado. Após aprovação em concurso público, o aprovado será submetido à inspeção médica, e, se julgado apto física e mentalmente, será empossado. Sobre a posse, vejamos o que prevê o artigo 13 da Lei n.º 8.112/90: Art. 13. A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício previstos em lei. § 1º A posse ocorrerá no prazo de trinta dias contados da publicação do ato de provimento. § 2º Em se tratando de servidor, que esteja na data de publicação do ato de provimento, em licença prevista nos incisos I, III e V do art. 81, ou afastado nas hipóteses dos incisos I, IV, VI, VIII, alíneas "a", "b", "d", "e" e "f", IX e X do art. 102, o prazo será contado do término do impedimento. § 3º A posse poderá dar-se mediante procuração específica. § 4º Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação. § 5º No ato da posse, o servidor apresentará declaração de bens e valores que constituem seu patrimônio e declaração quanto ao exercício ou não de outro cargo, emprego ou função pública. § 6º Será tornado sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer no prazo previsto no § 1º deste artigo. Após a posse, inicia-se o exercício, que é conceituado como o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança (art. 15, caput, Lei n.º 8.112/90). Sobre o exercício, vejamos o que dispõe o artigo 15 do Estatuto dos Servidores Públicos: Art. 15. Exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público ou da função de confiança. § 1º É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da posse. § 2º O servidor será exonerado do cargo ou será tornado sem efeito o ato de sua designação para função de confiança, se não entrar em exercício nos prazos previstos neste artigo, observado o disposto no art. 18. § 3º À autoridade competente do órgão ou entidade para onde for nomeado ou designado o servidor compete dar-lhe exercício. § 4º O início do exercício de função de confiança coincidirá com a data de publicação do ato de designação, salvo quando o servidor estiver em licença ou afastado por qualquer outro motivo legal, hipótese em que recairá no primeiro dia útil após o término do impedimento, que não poderá exceder a trinta dias da publicação. A estabilidade no cargo de provimento efetivo ocorre após 3 (três) anos de efetivo exercício. Uma vez adquirida à estabilidade, o servidor público só perderá o cargo diante das hipóteses previstas no artigo 41, §6º da Constituição Federal de 1988. Vejamos: Art. 41. [...] § 1º O servidor público estável só perderá o cargo: I - em virtude de sentença judicial transitada em julgado; II - mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa; III - mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa. Caso o servidor público sofra algum dano em sua integridade física ou mental, de modo a comprometer o desempenho regular de suas funções, ele deverá ser readaptado. A readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica. No entanto, quando não houver possibilidade de readaptação decorrente de incapacidade total para o exercício das atribuições, o servidor será aposentado. Reversão é o retorno às atividades regulares, quando o servidor já estava aposentado. Ela pode ocorrer nos casos mencionados pelo artigo 25 da Lei n.º 8.112/90. Art. 25. Reversão é o retorno à atividade de servidor aposentado: I - por invalidez, quando junta médica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria; ou II - no interesse da administração, desde que: a) tenha solicitado a reversão; b) a aposentadoria tenha sido voluntária; c) estável quando na atividade; d) a aposentadoria tenha ocorrido nos cinco anos anteriores à solicitação; e) haja cargo vago. § 1º A reversão far-se-á no mesmo cargo ou no cargo resultante de sua transformação. § 2º O tempo em que o servidor estiver em exercício será considerado para concessão da aposentadoria. § 3º No caso do inciso I, encontrando-se provido o cargo, o servidor exercerá suas atribuições como excedente, até a ocorrência de vaga. § 4º O servidor que retornar à atividade por interesse da administração perceberá, em substituição aos proventos da aposentadoria, a remuneração do cargo que voltar a exercer, inclusive com as vantagens de natureza pessoal que percebia anteriormente à aposentadoria. § 5º O servidor de que trata o inciso II somente terá os proventos calculados com base nas regras atuais se permanecer pelo menos cinco anos no cargo. § 6º O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo.Atenção! O aposentado que já tiver completado 70 (setenta) anos de idade não poderá reverter. Quando o servidor público é demitido, mas posteriormente há anulação da demissão, ele deve voltar ao seu cargo de origem. A este retorno chama-se reintegração. Quanto ao servidor que estava ocupando o cargo desde a demissão, será também reconduzido ao seu cargo de origem, aproveitado em outro cargo, ou, ainda, posto em disponibilidade. A recondução não deve ser confundida com a reintegração, que ocorre em situações de anulação do ato de demissão, como vimos. A recondução é o retorno do servidor estável ao cargo por ele anteriormente ocupado, em função de: a) inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo; ou b) reintegração do anterior ocupante.




gestão empresarial: o papel da organização

gestão empresarial: o papel da organização

A organização, ou seja, o conjunto de recursos (equipamentos e principalmente de funcionários) reunidos para produzir bens ou serviços, é a primeira fase da empresa. No princípio ela é, de modo geral, o complemento do empreendedor, diferenciando-se a seguir, mais ou menos rapidamente. Desse modo, a organização adquire hábitos e resistência à mudança. Seu funcionamento é sustentado por diferentes tecnologias materiais e imateriais coerentes com a visão e estratégias pelo menos implícitas, que lhe dão as orientações de médio e longo prazo, compreendendo muitos atores internos e externos. Como organismo vivo, está em relação mais ou menos estreita e organizada com o exterior. Ela torna-se fundamentalmente um instrumento para acumular informação, permitindo fazer avançar as rotinas, capazes de respeitar as regras de produção e as necessidades do mercado, mas também de mudar com estas. Segundo Kirznner (1982), a organização é no princípio o complemento do empreendedor, a aplicação de seu esforço de criação ou apropriação de um espaço de mercado, e de sua capacidade para mobilizar recursos humanos e materiais para oferecer diferentes produtos. Esse complemento se enriquece gradualmente, com o aporte de novos recursos ou aperfeiçoamento dos existentes, diferenciando-se aos poucos, com o tempo, do empreendedor. Em outras palavras, no princípio a organização ou empresa é completamente integrada ou dependente do empreendedor, que preenche ali tarefas de execução e direção. A linha hierárquica, além das diferenças entre empreendedor e pessoal, é frequentemente inexistente ou muito tênue, ou até mesmo ausente para o trabalhador autônomo. Assim, a organização interioriza as estruturas do mundo social que moldaram o empreendedor e, gradualmente, as de seu pessoal-chave. Pouco a pouco, a organização se distingue do empreendedor, desenvolvendo, por assim dizer, personalidade própria, embora continue marcada pela direção empreendedora, que pode favorecer a independência e a autonomia antes do crescimento ou gradualmente o inverso. Neste último caso, o empreendedor se posiciona cada vez mais como gestor e acaba até mesmo sendo substituído por um gestor profissional, para tornar-se então um puro capitalista, que apenas controla a boa gestão de seu portfólio; esse é o caso das grandes empresas. Ocorre, entretanto, que muitos desses empreendedores tornados gestores conservam a visão empreendedora. Apesar da evolução, e a menos que a burocracia acabe por esclerosá-la, a organização permanece um lugar vivo, mais ou menos dinâmico caso conserve ou não o espírito empreendedor.


O que você encontra no QueroBarato!

Milhões de produtos das melhores lojas

Maiores lojas do Brasil são mais 100 opções

Centenas de Cupons com ótimos descontos

Informações atualizadas de todos os produtos

Quer receber novidades, cupons e ofertas exclusivas?

subir

Pesquise no QueroBarato! e compre diretamente nas maiores lojas do Brasil