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fatores que influenciam na construção da marca

fatores que influenciam na construção da marca

A Onda Racional Alguns fatores são importantes na construção de uma marca, principalmente quando os profissionais de marketing incluem objetos que remetam aos clientes sensações como racional, emocional e espiritual. A não associação da marca com esses fatores a deixa praticamente sem identidade e isso pode influenciar no seu desempenho em campanhas de marketing. Esses fatores são considerados pelos profissionais de marketing como “ondas”, ou seja, estamos tratando aqui sobre três ondas (racional, emocional e espiritual). Observa-se que com o advento da televisão comercial, grande parte do que tem aparecido nas propagandas nesse período pode ser classificada como a escola Racional. A abordagem dessas três ondas de comunicação era altamente influenciada, pelos profissionais de marketing direto, que evoluíram da arte de vender anúncio de vendas em páginas de revistas e jornais, passando praticamente a fazer da propaganda uma ciência. Os vendedores comerciais de sucesso da TV demonstraram que tinham capacidade de posicionar os produtos e, realçando os seus atributos, classificar as vendas com grande quantidade de propaganda veiculada na TV. Nesta época, alguns anúncios receberam o nome de “mostre e divulgue”, pois a sua associação entre duas donas de casa conversando na cozinha sobre um produto caracteriza a preferência de uma marca. A grande atração das marcas com base no apelo racional é que esta é por definição muito direta, mas depende de se ter uma mensagem honesta a comunicar. Provavelmente a propaganda racional seja mais eficaz quando o leitor está disposto a comprar e buscar ativamente esse tipo de informação prática. Um bom exemplo é quando comparamos dois consumidores, um está procurando comprar um imóvel e o outro não. Quando a propaganda anuncia uma taxa de juros atraente, para o primeiro comprador há certo grau de interesse enquanto para o outro parece uma informação banal. Fica a responsabilidade dos profissionais de marketing a adotar posições a cerca de vários tipos de comunicação. Há aqueles que só aprovam abordagens “racionais” à comunicação. Esses profissionais encontraram Posição Única de Vendas (USP) . A maioria dos profissionais hoje veria o processo de formação da marca de uma forma menos racional e mais envolvida com outros atributos da segunda e terceira onda (emocional e psicológico) na imagem da marca.




o uso do e-mail no ambiente de trabalho

o uso do e-mail no ambiente de trabalho

O e-mail tem se tornado uma das ferramentas mais importantes dentro da comunicação empresarial e do mundo corporativo. Através dele é possível contato entre os colaboradores, com fornecedores, clientes e outros públicos. Atualmente, as empresas utilizam e-mails corporativos como forma de aperfeiçoar o trabalho e tornar a comunicação mais rápida e eficaz. Serve também como registro de ações e tomadas de decisões por parte da equipe. Embora muito eficaz, o uso do e-mail traz consigo algumas problemáticas no meio organizacional. Entre elas podemos listar: a má utilização deste recurso, que muitas vezes se torna porta para vírus que afetam programas e a infraestrutura de rede da empresa, causando vários danos e prejuízos; a utilização do e-mail da empresa para conversas; correntes de oração e até mesmo para tratar de questões sociais. O uso do e-mail no ambiente corporativo exige do profissional alguns cuidados que discutiremos ao longo deste tópico, além de abordar também a questão da comunicação escrita. Afinal, não se pode fazer feio na hora de enviar uma mensagem. Para Vieira (2007, p. 96), “o e-mail vai dar uma dimensão inimaginável às possibilidades de comunicação e, como tal, é inquestionável. Porém, sua facilidade e agilidade não justificam a má redação”. Ele pode ser utilizado em diversas situações: • Para comunicação em geral e também como meio de formalizar certos pedidos, solicitações e registros; • Para agendamentos e confirmações de compromissos; • Para responder e-mails recebidos; • Para contatos comerciais; • Como suplemento para outras formas de comunicação e a substituição do papel; • Como follow-up de uma reunião; • Quando é o melhor meio para se ganhar tempo no envio de algum material ou documento. Segundo Andrade (2002), deveríamos escrever um e-mail da mesma forma que escrevemos uma carta no papel. O problema é que muitas pessoas acabam relacionando-o como um bate-papo, levando em consideração que dependendo da intimidade que você tem com o destinatário pode até redigir um e-mail mais informal, sem muitas preocupações. Mas, em geral, é sempre importante seguir algumas regras bastante simples e que fazem toda a diferença. Relacionamos então abaixo algumas para a redação de um bom e-mail: • E-mail não é bate-papo. É preciso planejar o que escrever, as ideias precisam ser claras e bem planejadas e quase sempre é preciso abri-lo com alguma saudação, cumprimentando quem vai receber a mensagem; expor o motivo; solicitar algum tipo de retorno se for necessário; e por último enviar o encerramento; • É recomendado que seja mais formal em um e-mail. Conforme seu contato com o destinatário fique mais frequente, você pode, se desejar, tornar os e-mails mais informais;




desenvolvendo sua equipe

desenvolvendo sua equipe

A transformação de grupo em equipe é um grande desafio, pois existem diversas razões que dificultam, exigindo um planejamento bastante amplo para o Programa de Desenvolvimento de Equipes.         Para construir uma equipe de sucesso, as pessoas devem estar dispostas a percorrer um longo caminho, já que todas às equipes passam por estágios de desenvolvimento. Mas para passar por estas fases, a equipe deve conhecer sua missão, objetivos e responsabilidades. Esse processo pode ser comparado com as etapas da escalada de uma montanha, ou seja, antes de escalar a montanha devem-se planejar estratégias de como chegar ao topo. Não é uma tarefa fácil, mas se houver trabalho e determinação, o objetivo será alcançado.         A formação de uma equipe de sucesso inclui quatro fases principais de desenvolvimento:        DIRIGIR; Nesta fase a equipe está na busca de uma identidade, já que os membros não se conhecem direito. É uma etapa cheia de ansiedades e expectativas. O trabalho é concentrado na missão e no estabelecimento de metas e prioridades para iniciar a escalada;         TRABALHAR; Na fase do trabalho, são esclarecidas as funções e responsabilidades de todos os membros da equipe. Alguns obstáculos serão encontrados no caminho, mas como o trabalho está sendo desenvolvido pela equipe, certamente ela estará preparada para enfrentar os desafios;         AVANÇAR; Depois de estabelecer: a missão, as metas, as diretrizes da equipe e se esclarecer as funções e responsabilidades dos seus membros, agora é a fase em que a produção deverá ser intensa. Nessa fase as pessoas estarão experimentando o trabalho em equipe, no entanto, será preciso saber dominar os conflitos, oferecer “feedback” e tomar decisões;         ATINGIR ; A chegada ao topo da montanha será temporária, pois para conseguir manter a conquista, a equipe deverá contar com o contínuo comprometimento dos seus membros.         Segundo Moscovici (2003), um Programa de Desenvolvimento de Equipes se constitui de quatro fases:         Fase Preliminar: Os objetivos desta fase são sensibilização e motivação do grupo e coleta de dados. Inicia-se a investigação da situação do grupo, por meio de instrumentos específicos, para a análise da indicação do Desenvolvimento de Equipes. A mobilização das pessoas para o fornecimento de informações alerta e sensibiliza o grupo para o problema. A sensibilização para o problema desperta a motivação para enfrentá-lo e resolvê-lo, sob pena de risco de deterioração crescente;         Fase Introdutória: Marca o início oficial do programa, que pode ser uma reunião introdutória ou um seminário. Atende a várias necessidades psicológicas e organizacionais. “O valor simbólico está na demarcação de uma linha divisória entre o passado e o futuro, um ritual de iniciação de mudança individual e grupal dentro da empresa”;        Fase de Desenvolvimento de Habilidades: O conhecimento intelectual dos problemas do grupo não basta para transformá-lo em equipe. É preciso passar da teoria para a prática. “O exercício bem dosado e orientado conduz à melhoria do desempenho”. A aprendizagem vivencial mostra-se superior à simples aprendizagem cognitiva, no que diz respeito à difícil transferência da aprendizagem da teoria à prática;         Fase de Consolidação e Acompanhamento: “os processos de aprendizagem, crescimento e desenvolvimento humano não têm fim enquanto se vive“. O Desenvolvimento de Equipe, sendo um processo educacional de pessoas em grupo, também não. “A equipe desenvolvida caracteriza-se pela consolidação das habilidades interpessoais e de tarefas, constantemente praticadas no dia a dia, em busca de integração interna e do aperfeiçoamento criativo das modalidades de interação e de trabalho”.




administração logística: conhecimentos complementares

administração logística: conhecimentos complementares

A Administração Logística em relação às áreas que a complementam, tais como a legislação referente às atividades voltadas à produção, armazenamento, distribuição e transporte, bem como a contabilidade, que está presente na gestão dos custos das ações logísticas e empresariais. Também serão considerados os sistemas de informação, no que se refere a descrever os programas computacionais utilizados e a forma como a informação propriamente dita é veiculada no âmbito empresarial. No que se refere à legislação relativa à Administração Logística, será focada a questão da terceirização, principalmente em relação às ações que devem ser realizadas em prol da regularização dos funcionários responsáveis por funções intermediárias nas empresas, como forma de garantir aos mesmos direitos fundamentais, no período em que exercerem serviços junto à organização contratante. A Contabilidade, por sua vez, será analisada em relação aos conhecimentos empregados, em meio às realizações pertinentes à Logística Empresarial, no que se refere às suas funções específicas e a forma como as mesmas são direcionadas à Administração Logística. Já a análise dos Sistemas de Informação está voltada para o modo como ocorre o fluxo de informações nas empresas, por meio do uso de sistemas computacionais, bem como os tipos de sistemas que são usualmente aplicados a esta área da Logística. A análise voltada aos discursos produzidos no âmbito empresarial, conteúdo final deste curso, estará voltada à produção textual (relacionada à fala e à escrita) efetivada entre os colaboradores, visto que relatórios, reuniões, videoconferências, dentre outros meios, são utilizados frequentemente para a transmissão de informações nos âmbitos interno e externo das organizações. O foco deste item estará voltado às palavras e gestos que os profissionais nas empresas utilizam, a fim de que este processo de comunicação entre a organização e seus públicos seja ainda mais efetivo.


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